Bovespa bate setimo recorde e acumula ganho de 11,9% em 2008
Ásia-Pacífico - As principais bolsas asiáticas tiveram uma quinta-feira (15/05) de alta, com alguns índices atingindo os maiores níveis em meses. O otimismo foi incentivado por dados de inflação positivos que indicaram que o Federal Reserve tem espaço para manter as taxas de juros baixas para lidar com o desaquecimento econômico nos Estados Unidos. Às 8h17 (horário de Brasília), o índice MSCI, que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exceto Japão, tinha alta de 1,03 por cento, aos 495 pontos. O índice acumula valorização de 18 por cento desde meados de março, mas ainda registra desvalorização de 7 por cento no ano.
Xangai fechou em baixa de 0,55% e Shenzhen caiu 0,5%. Já o índice Nikkei, de Tóquio, se valorizou em 0,94% juntamente com o índice Kospi, de Seul, que teve forte alta de 2,28%. Sydney se valorizou em 0,31% acompanhado de Taiwan, que subiu 1,54%; e Cingapura, que fechou em alta de 0,28%. Na contramão das principais praças, Hong Kong fechou o índice Hang Seng com ligeira variação negativa de 0,08%.
Os demais mercados assim fecharam: Bangcoc +0,79%; Kuala Lumpur +0,50%; Manilla +0,55%; e Jacarta +0,02%.
Europa – As Bolsas européias fecharam em ligeira alta, com os ganhos nos setores farmacêutico e de commodities -- que ofuscaram os resultados desfavoráveis no setor bancário, afetado pela perda do Barclays. As ações da empresa farmacêutica Roche Holding subiram 2,5% e as da Novartis, 2%, com a expectativa da apresentação de medicamentos para tratamento de câncer em um encontro de pesquisadores no fim deste mês. O banco britânico Barclays registrou uma perda de US$ 1,94 bilhão (1 bilhão de libras) no primeiro trimestre devido à crise de crédito que ainda afeta os mercados financeiros mundiais. Mesmo assim, a divisão Barclays Capital teve lucro, apesar das perdas, informou o banco.
O índice FTSEurofirst 300 -- que reúne as ações das principais empresas européias -- subiu 0,3%, indo para 1.358,74 pontos. Londres subiu 0,58%, enquanto Paris teve leve variação positiva de 0,04%. Amsterdã fechou em alta de 0,31%, juntamente com Zurique, que se valorizou em 1,17%.
Nova York – Bolsa de Nova York fechou em alta, sustentada por negociações no setor tecnológico, enquanto uma série de indicadores mostrava uma economia ainda enfraquecida, mas não uma degradação maior. As tomadas semanais de lucros por desemprego aumentaram na semana passada nos Estados Unidos, mas numa proporção dentro das previsões. Por outro lado, a produção industrial americana caiu de forma mais pronunciada do que o previsto em abril.
O Dow Jones Industrial Average (DJIA) ganhou 0,73%, enquanto o índice ampliado Standard and Poor's 500 subiu 1,06%. Por fim, o índice de alto componente tecnológico Nasdaq subiu 1,48%.
São Paulo – A especulação sobre uma possível nova promoção do rating brasileiro empurrou a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) para o seu sétimo recorde neste ano. De janeiro até hoje, a Bolsa já acumula ganho de quase 12%. No início da tarde, o mercado foi tomado por rumores de que a agência Fitch anunciaria ainda hoje a revisão do rating soberano para o nível grau de investimento (exclusivo para países ou empresas considerados considerados bons devedores).
O Ibovespa, termômetro dos negócios do mercado acionário brasileiro, valorizou 2,09%, para os 71.492 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,99 bilhões. A ação preferencial da Petrobras valorizou 1,74%, para R$ 47,11, enquanto a ação da Vale do Rio Doce teve ganho de 2,87%, para R$ 56,84. O dólar comercial foi trocado por R$ 1,656 na venda, em declínio de 0,42%. A taxa de risco-país atinge 210 pontos, com avanço de 0,47%.
América Latina – O mercado acionário latino teve um dia de alta, com exceção da Bolsa Colombiana.
A Bolsa Mexicana de Valores fechou o índice IPC em alta de 0,66%. O índice Merval, de Buenos Aires, fechou em alta de 1,59% juntamente com o IPSA, de Santiago do Chile, que teve leve alta de 0,31%. Em Montevidéu, o índice Imebo teve leve valorização positiva de 0,03%, enquanto Bogotá fechou o índice IGBC em baixa de 0,44%. Fontes: Reuters, EFE, AFP, Valor Online, Folha de São Paulo, Portal Exame, Lusa
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BMF quer expandir capacidade para 400 mil negocios por dia

A Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em São Paulo, quer expandir sua capacidade diária de processamento dos 50 mil negócios ao final de 2007 para 400 mil no primeiro trimestre de 2009. Com a plataforma eletrônica que está desenvolvendo, em março o sistema já era capaz de processar 100 mil transações, sendo que alguns contratos acomodavam 200 mil negócios por dia.
No primeiro trimestre deste ano, a Bolsa anunciou aumento de 24,5% em seu lucro líquido, para R$ 85,1 milhões. No mesmo período, o volume de contratos negociados subiu 14,6%, para 105,3 milhões.
Todos os ativos da BM&F podem ser negociados nesta plataforma. Segundo o diretor de Relações com Investidores da BM&F Bovespa (a Nova Bolsa), João Lauro do Amaral, haverá um aumento relevante no volume de negociações, especialmente quando o sistema permitir ao investidor pessoa física inserir sua ordem diretamente no sistema, sem precisar ligar para a corretora a cada solicitação de compra ou venda. Em teleconferência, ele disse que o chamado Direct Access Market iniciará suas operações "nos próximos meses".
O diretor se esquivou, no entanto, de fazer estimativas sobre quanto da capacidade de processamento de ordens poderia ser efetivamente usada no futuro. Segundo ele, a empresa não fornece esse tipo de projeção, já que as transações dependem de fatores externos e da disposição dos investidores de operar no mercado de capitais em um dado momento. "Mas queremos ter plena capacidade para atender a um aumento da demanda."
A nova plataforma de negociação também facilitará a conexão com o Globex, sistema do CME Group (controlador da Bolsa Mercantil de Chicago), que é o maior acionista da BM&F, com 10% de participação. O roteamento de ordens entre as duas entidades está previsto para começar este ano. No terceiro trimestre, deve acontecer o início do processamento de ordens da CME para a BM&F. A comunicação completa, com as ordens na BM&F "conversando" com a plataforma da CME, deve acontecer no último trimestre. Por enquanto, os sistemas estão conectados somente para testes. Fonte: Agência Estado
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JBS fecha primeiro trimestre com prejuizo de R$ 6,6 milhoes
A JBS, maior produtora e exportadora de carne bovina do mundo, fechou o primeiro trimestre de 2008 com prejuízo de R$ 6,6 milhões. O resultado negativo contrasta com um ganho de R$ 10,6 milhões obtidos em igual período do ano passado. Mas apresenta melhora sobre o quarto trimestre, quando a perda foi de R$ 136 milhões.
Nos três primeiros meses do ano, a receita líquida totalizou R$ 5,859 bilhões, montante mais de cinco vezes superior ao R$ 1,086 bilhão registrado em igual período do ano passado. A unidade JBS USA responde por mais de 73% do total, com R$ 4,282 bilhões. A JBS Mercosul teve receita de R$ 1,271 bilhão e a Inalca JBS gerou R$ 304 milhões.
Apesar do expressivo crescimento no comparativo anual, a receita líquida caiu 16,5% se confrontada com os R$ 6,65 bilhões do quarto trimestre. Reflexo de menores negócios com a União Européia, restrições às exportações na Argentina, sazonalidades da produção e apreciação do real prejudicando os resultados na unidade norte-americana.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) apresentou alta de 12,8% sobre os três primeiros meses de 2007, somando R$ 176,3 milhões. A margem Ebitda consolidada ficou em 3%, contra 14,4% no início de 2007. Sobre o quatro trimestre, o Ebitda cresceu 86%, e a margem avançou 1,6 ponto percentual.
Segundo a companhia, os negócios na Argentina passam por uma fase difícil em decorrência da conjuntura econômica naquele país. Na segunda metade do primeiro trimestre de 2008 não foram estabelecidas normas para as exportações argentinas. Portanto, a companhia operou com restrições em suas exportações, seguindo com sua produção normal, o que ocasionou aumento de estoques e que também teve como conseqüência um aumento da necessidade de capital de giro.
No Brasil, o principal fator para a perda de margens apresentada foi uma forte pressão nos custos de matéria-prima, causada por uma menor disponibilidade de gado no período. Isso se refletiu diretamente em menores volumes nas vendas de carne in natura no mercado doméstico, e nos preços de venda da carne aos clientes, que aumentaram em média 2,8%.
A Inalca JBS agregou faturamento líquido de 117,1 milhões de euros (R$ 304,9 milhões) e margem Ebitda de 5,6% nos três primeiros meses do ano. Com esta operação a companhia tem maior penetração no leste europeu, e destaca as oportunidades junto a novos mercados e clientes. Dentre os quais, grandes multinacionais no setor de fast food, produtores de alimentos industrializados, grandes cadeias de varejo e empresas do setor de food service.
A JBS USA, incluindo as operações australianas, demonstrou recuperação em seus resultados, comprovando, segundo a companhia, a capacidade operacional da administração. Para as atividades nos Estados Unidos e Austrália, observa-se a redução de uma semana no trimestre comparando com o quarto trimestre, o que ocasionou uma diminuição na receita e no volume destas unidades de negócios no mesmo período. Fonte: Valor Online
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20h35
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Airbus lidera parceria para desenvolver novo biocombustivel
A fabricante de aviões Airbus anunciou nesta quinta-feira (15/05) formação de uma parceria com a Honeywell, a IAE (International Aero Engines) e com a companhia aérea JetBlue Airways para o desenvolvimento de uma segunda geração de biocombustíveis para a aviação comercial.
Em comunicado, a Airbus afirma que os principais objetivos desta união será transformar os óleos obtidos a partir de vegetais e algas em combustíveis para aviões e obter a autorização das organizações encarregadas das normas.
A empresa, filiada à EADS (European Aeronautic Defence and Space), disse que, junto com seus parceiros, está analisando se os benefícios do combustível obtido a partir da biomassa afetariam a produção atual de alimentos ou colocariam em risco os recursos naturais.
No texto, a Airbus afirma que os biocombustíveis de segunda geração, que fazem parte de sua meta, emitem menos poluentes em todo seu ciclo de vida em relação ao querosene, que é usado atualmente.
Para chegar a este biocombustível, a empresa diz que vai usar a tecnologia da Honeywell, que desenvolveu um processo de conversão de matéria orgânica.
O responsável pelo programa de pesquisa de carburantes alternativos da Airbus, Sebastien Remy, lembrou que a cada dia os aviões usam "milhões de barris de querosene" para voar e que para substituir "uma parte significativa" é necessário encontrar uma opção mais eficiente que as fontes de biomassa disponíveis hoje.
"A Airbus acredita que uma segunda geração de biocombustíveis de aviões pode abastecer até 30% de toda a aviação comercial até 2030", declarou Remy. Estes biocombustíveis poderiam gerar benefícios também em termos ambientais, já que emitiriam menos dióxido de carbono e partículas.
Em fevereiro, um avião da companhia britânica Virgin Atlantic foi o primeiro a fazer um vôo comercial com combustível biológico em um trajeto entre Londres e Amsterdã, resultado de um programa realizado junto com a Boeing e a General Electric.
No dia primeiro de fevereiro, a Airbus já tinha lançado um programa de pesquisa de carburantes sintéticos e fez um primeiro vôo teste com seu modelo A380 usando um querosene misturado com um combustível sintético obtido a partir do gás.
O programa, do qual participam, além da Airbus, a petrolífera Shell, a fabricante de motores Rolls Royce e a companhia aérea Qatar Airways, tem como objetivo realizar os primeiros vôos comerciais com uma mistura deste combustível sintético em 50% até o ano que vem. Fonte: Folha de São Paulo
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Lucro da Cyrela tem alta de 51%, para R$ 85,8 milhoes no trimestre

A incorporadora Cyrela Brazil Realty começou o ano com lucro líquido de R$ 85,8 milhões, resultado 51% superior aos R$ 56,9 milhões embolsados nos três primeiros meses de 2007.
No trimestre, a receita líquida apresentou alta de 71,1%, totalizando R$ 518,9 milhões. E a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, subiu 53,8%, para R$ 109,4 milhões, com margem de 21,1% (queda de 2,3 pontos percentuais).
No trimestre, foram lançados 19 empreendimentos, com valor geral de vendas (VGV) total de R$ 735,7 milhões, cifra 263% superior no comparativo anual. Do total, 45% foram lançamentos para o segmento médio e econômico, refletindo a estratégia de diversificação do negócio da companhia.
As vendas contratadas consolidadas somaram R$ 1,1 bilhão, sendo 68,3% a participação da Cyrela. A Seller, força interna de vendas da companhia, foi responsável por R$ 434,7 milhões das vendas contratadas no período, atuando principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
A receita a apropriar alcançou R$ 3,581 bilhões no período, representando aumento de 11,8% em relação ao encerramento de
As despesas comerciais de R$ 58,6 milhões, que em sua totalidade referem-se à área de incorporação imobiliária residencial, cresceram 98,5% quando comparadas aos R$ 29,5 milhões do mesmo período de 2007. Como percentual da receita bruta do segmento, estas despesas alcançaram 11%, mantendo-se praticamente inalterada quando comparado com os três primeiros meses de 2007.
As despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 42 milhões, apresentando crescimento de 69,3% no comparativo anual. Esse montante representa 8,1% da receita reconhecida no período, em linhas com o registrado no primeiro trimestre de 2007. Fonte: Valor Online
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20h34
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Ate 2012, 20% dos celulares serao capazes de substituir o cartao de credito

Em até quatro anos, 20% dos celulares vendidos no mundo vão poder substituir cartões de crédito e acesso, segundo uma estimativa da Strategy Analytics. Com isso, esses aparelhos poderiam ser utilizados para pequenos pagamentos ao serem simplesmente colocados diante de um leitor eletrônico
A idéia é que os consumidores possam usar o celular como cartão de crédito ou cartão de acesso simplesmente movendo o aparelho diante de um leitor, em um procedimento semelhante ao sistema já em uso para passageiros dos sistemas de transporte público de cidades como São Paulo, Tóquio e Londres. Em alguns casos, a senha seria digitada no próprio celular.
A tecnologia existe e a Nokia lançou quatro produtos que a empregam. Mas a oferta limitada e o custo elevado estão prejudicando a adoção inicial --sem uma expansão, as empresas de transporte não poderiam cortar custos e as fabricantes de celulares não poderiam cortar preços.
"Quando o nível de 20% for atingido, o mercado começará a se alimentar sem ajuda. Esse é o ponto crítico", disse Jukka Suikkanen, diretor de pesquisa e desenvolvimento da TeliaSonera, a maior operadora de telecomunicações dos países nórdicos, em um seminário setorial em Helsinque.
Mikko Saarisalo, um gerente de tecnologia na Nokia, a maior fabricante mundial de celulares, se recusou a comentar sobre as perspectivas da tecnologia. Ela citou como exemplo o fato de, antes que os serviços de SMS decolassem, eles já estavam presentes em 30%.
Escala - ABI Research previu que 6,5 milhões de celulares com o recurso Near Field Communication (NFC) seriam vendidos este ano, dez vezes mais do que em 2007 --mas o crescimento é prejudicado pelo custo de um chip adicional de que os aparelhos precisam para fins de segurança.
Com a tecnologia NFC, o usuário acessa informações e serviços ao tocar em etiquetas que contenham "atalhos". Também é possível trocar informações ao encostar o aparelho em outro com a mesma tecnologia. O aparelho Nokia modelo 6131 está à venda por 139 euros na Finlândia, mas o varejo cobra até 100 euros a mais pela versão NFC do aparelho. Suikkanen, da TeliaSonera, afirmou que os custos devem começar a diminuir no ano que vem, quando os fabricantes começarem a colocar recursos de segurança diretamente nos chips dos aparelhos, o que reduz a necessidade de chips adicionais.
No ano passado, a Nokia e grandes operadoras como a O2 aderiram a uma aliança para o desenvolvimento do sistema. Uma das maiores empresas de cartão de crédito, a MasterCard, também está envolvida no sistema, que é muito mais barato e rápido que outros serviços similares, como o uso de mensagens por SMS. Fonte: Folha de São Paulo
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20h33
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Lucro da Abyara salta 156,8% no primeiro trimestre
A Abyara fechou o primeiro trimestre do ano com lucro líquido de R$ 8,37 milhões, com alta de 156,8% sobre o ganho de R$ 3,26 milhões apurado nos primeiros três meses de 2007. Do total do resultado deste ano, R$ 5,67 milhões vêm da área de corretagem e R$ 2,7 milhões da área de incorporação.
A receita líquida consolidada da companhia somou R$ 73,98 milhões no primeiro trimestre de 2008, o que mostra crescimento de 522% sobre os R$ 11,89 milhões de igual período do ano anterior.
Considerando apenas a área de corretagem, negócio tradicional da Abyara, a receita subiu 37,8%, para R$ 14,57 milhões. Ao mesmo tempo, o custo aumentou 51%, para R$ 4,1 milhões, e as despesas operacionais avançaram apenas 2,2%, para R$ 3,06 milhões. Desta forma, o lucro operacional desta unidade somou R$ 7,41 milhões, com alta de 52,2%.
No trimestre, a Abyara escriturou a venda de 2.184 unidades, no valor total de R$ 598 milhões, com alta de 36% nos dois indicadores frente ao desempenho dos primeiros três meses do ano passado.
Na área nova, de incorporação imobiliária, a receita saltou de R$ 1,34 milhão para R$ 62,02 milhões. Já o custo saiu de R$ 1,42 milhão para R$ 39,89 milhões, enquanto as despesas operacionais somaram R$ 16,94 milhões, ante R$ 45 mil no primeiro trimestre de 2007. Assim, o resultado operacional foi de R$ 2,57 milhões nos primeiros três meses de 2008, ante perda de R$ 144 mil em igual intervalo do calendário anterior.
As vendas contratadas nos empreendimentos incorporados pela Abyara somaram R$ 301 milhões entre janeiro e março deste ano, ante apenas R$ 18 milhões do início de 2007. Foram ao todo seis lançamentos este ano, ante nenhum no primeiro trimestre do período anterior. Fonte: Valor Online
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Lopes duplica lucro no primeiro trimestre para R$ 12,16 milhoes
A Lopes (LPS Brasil), que atua na consultoria e intermediação de venda de lançamentos imobiliários, fechou os três primeiros meses do ano com lucro líquido de R$ 12,16 milhões, montante mais de duas vezes superior aos R$ 5,53 milhões registrados nos três primeiros meses de 2007. Sem a amortização de ágio, o lucro ajustado sobe para R$ 15 milhões.
A receita líquida da Lopes totalizou R$ 55,3 milhões no período, 164% acima dos R$ 20,9 milhões alcançados entre janeiro e março de
As vendas contratadas totalizaram R$ 2,336 bilhões, um aumento de 225% em relação a igual período do ano passado. São Paulo representou R$ 1,218 bilhão, Rio de Janeiro R$ 527,78 milhões e outros mercados R$ 589,63 milhões.
Segundo a companhia, o crescimento da receita líquida (164%) foi inferior ao crescimento apresentado em vendas contratadas (225%) devido ao efeito combinado das devoluções e cancelamentos e das vendas que ocorreram nos mercados fora de São Paulo (48% do total), nos quais a comissão líquida é inferior à do mercado paulistano.
A Lopes comercializou 8.583 unidades no período, montante 266% superior ao vendido nos três primeiros meses de 2007. Tal crescimento, segundo a empresa, decorre da expansão geográfica, do crescimento orgânico das unidades do mercado de São Paulo e da maior participação do segmento econômico no total de unidades. Em relação ao primeiro trimestre de 2007, houve um aumento de 314% no número de corretores, totalizando 5.954 corretores. As despesas operacionais cresceram mais de três vezes, saindo de R$ 9,5 milhões no começo de 2007, para R$ 24,57 milhões entre janeiro e março de 2008. Fonte: Valor Online
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Multiplan encerra trimestre com lucro 28% maior

A administradora de shoppings Multiplan fechou o primeiro trimestre de 2008 com lucro líquido 28,2% maior, de R$ 13,280 milhões, ante os R$ 10,356 milhões somados um ano atrás. Ajustado, o lucro líquido expandiu-se 30,8%, para R$ 50,419 milhões.
Na base operacional, o ganho da empresa de shoppings centers foi de R$ 19,905 milhões, superior aos R$ 11,817 milhões somados nos três primeiros meses de 2007.
"O ano começou de maneira mais intensa do que prevíamos, o que nos fez acelerar investimentos e ampliar nossas expectativas em relação ao mesmo. Somente neste primeiro trimestre, dedicamos R$ 150 milhões para o desenvolvimento de quatro novos shoppings, sete expansões e aquisições de terrenos", comentou em nota distribuída ontem.
A companhia, que possui o MorumbiShopping, em São Paulo, e BarraShopping, no Rio, informou ainda que o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 51,228 milhões, excedendo em 1,3% os R$ 50,547 milhões somados no primeiro trimestre de 2007. Entre janeiro e março, a receita bruta ampliou-se 15,9% e alcançou R$ 89,339 milhões. A receita líquida subiu de R$ 70,364 milhões para R$ 80,892 milhões (+14,9%). Fonte: Valor Online
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