PODER E AUTORIDADE, VÍDEO MOTIVACIONAL

 

 

“Quem exercer Poder, poderá ser muito duro em seus relacionamentos. Mas, quem exercer Autoridade, desenvolverá seguidores".

 

 

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h24
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ESTIGMA DE FRAUDE EM EMPRESAS PERSEGUE ATÉ EXECUTIVOS INOCENTES

 

 

Ter no currículo o nome de uma empresa envolvida em fraudes, sonegação e crimes traz problemas mesmo para aqueles executivos que não estavam envolvidos com atividades ilícitas. ''Os executivos da Cisco estão em uma situação muito delicada agora'', diz o diretor da Groupe BPI - consultoria francesa especializada em recolocação de executivos - no Brasil, Gilberto Guimarães. O esquema de fraudes e sonegação fiscal em que a empresa se envolveu deu um prejuízo de R$ 1,5 bilhão ao governo brasileiro. ''Os envolvidos não vão conseguir, aliás, nem devem tentar, se recolocar.''

 

Guimarães afirma que, caso o executivo perceba problemas na empresa onde trabalha, deve buscar um novo emprego rapidamente. ''Mas, caso sua área só tome conhecimento após a crise estourar, é melhor esperar para ver quais rumos a empresa vai tomar. ''

 

Ainda assim, diretores e gerentes que não tenham ligação com as fraudes vão viver situações difíceis. ''É como aquela frase: ''à mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta''. Esses executivos terão sempre de reforçar que não tiveram ligação com nenhuma atividade irregular. ''

 

O diretor de RH da rede de hotéis Accor, Luiz Edmundo Rosa, disse que, por várias vezes, foi questionado por ter em seu currículo uma passagem pelo Banco Nacional. Em 1995, o Nacional quebrou - documentos mostraram o lançamento de empréstimos fictícios em 652 contas correntes, que ampliavam o volume de créditos a receber pelo banco e permitiam a distribuição de comissões e lucros sobre operações fraudulentas.

 

''Eu era diretor de RH do Banco Nacional, e depois fiz parte da equipe de transição para o Unibanco, quando o Nacional foi comprado, em 1996'', diz Rosa. ''Mas, depois, quando fui buscar outras colocações, me perguntavam se eu sabia sobre o que houvera no banco.''

 

Ele diz, no entanto, que considera natural essa dúvida. ''No início ficava surpreso que pensassem que a minha área, o RH, pudesse estar ligada aos problemas. Mas depois percebi que as pessoas tinham o direito de ter essas dúvidas. Deixou de ser constrangedor, para ser algo a ser tratado com naturalidade.''

 

O gerente de finanças da consultoria Michael Page, Luiz Gustavo Mariano, afirma que essa é realmente a melhor maneira de lidar com perguntas sobre a passagem por empresas manchadas. ''Ele deve explicar objetivamente quais eram suas atividades na empresa. A maioria das empresas não vai descartar um bom profissional se ele não tiver ligação com as crises.''

 

Ele lembra, por exemplo, que a Michael Page fez a recolocação de vários executivos do Banco Santos em empresas de grande porte. ''Eram pessoas com um histórico excelente e cujas posições não estavam ligadas às atividades do Edemar Cid Ferreira (banqueiro condenado a 21 anos de prisão por desviar R$ 3 bilhões do Banco Santos).''

 

Mariano diz que nenhum headhunter elimina um executivo de sua lista de contatos só porque ele passou por uma Cisco ou por um Banco Santos, por exemplo. ''Em geral, headhunters conhecem o passado da pessoa e suas realizações. Se ela é honesta e traz resultado, após um primeiro período de dificuldades, será reconhecida pelo mercado.''

 

O que fazer:

 

Empatia: O executivo que saiu de uma empresa manchada deve entender que outras empresas e entrevistadores podem ter dúvidas sobre seu trabalho anterior. E provavelmente, farão perguntas sobre o assunto;

 

Transparência: Preparar-se para contar - diversas vezes - o que fazia na empresa e qual seu grau de ligação com pessoas acusadas. Esconder informações ou reagir de maneira rude são as piores atitudes;

 

Referências: Mostrar resultados é essencial em qualquer seleção. Nesse caso, falar sobre realizações em outras empresas e dar referências externas ajudam a mostrar credibilidade. Fonte: O Estado de São Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h23
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PROFISSIONALIZAÇÃO À MESA DE CASAS DE SHOWS E RESTAURANTES

 

 

Um passeio pela cidade, num fim de semana à noite, dá a idéia do quanto a indústria do entretenimento cresceu nos últimos anos, em que pese a violência. E — assim como o comércio ou a indústria — os donos de bares, restaurantes, casas noturnas e produtoras de shows ou filmes têm buscado a profissionalização para enfrentar os concorrentes e cativar, de vez, o público. No embalo dessa disputa pelo consumidor, surgem, no Rio, cursos de MBA voltados para o setor.

 

Um deles, o “MBA em engenharia de produção do entretenimento”, é oferecido pela Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Outro, batizado de “MBA em gestão em negócios da alimentação”, nasceu de uma associação entre o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio) e a Universidade Veiga de Almeida. Ambos estão iniciando suas primeiras turmas neste semestre.

 

Na grade curricular, cultura e empreendedorismo - A idéia do professor José Augusto Kamel, que coordena o curso da UFRJ, foi unir os conceitos de contabilidade e empreendedorismo aos de sociologia e comunicação, por exemplo. A idéia é mostrar tanto a visão de quem produz entretenimento quanto a de quem consome. Na tarefa, Kamel conta com professores de várias áreas da universidade, como Ivana Bentes, diretora da Escola de Comunicação (Eco), Heloísa Buarque de Hollanda (também Eco) e Fábio de Sá Earp (da Economia).

 

Uma das principais preocupações de Kamel é mostrar que os negócios em entretenimento dão certo se o empresário atende aos anseios do público:

 

“A eficiência está em oferecer o produto ou o serviço que o consumidor quer, e entender que papel aquele item representa na vida das pessoas. Se uma peça de teatro tem 15 pessoas na platéia, ela precisa ser repensada”. As aulas, acrescenta o professor, têm conceitos da indústria e de comportamento. “Nas últimas décadas, a engenharia de produção se adaptou muito ao setor de serviços”.

O ponto de partida do programa oferecido por SindRio e Universidade Veiga de Almeida, por sua vez, foi um curso que já existia no sindicato — mas de apenas 44 horas. A idéia de ampliá-lo partiu de Leonardo Filardi, sócio do coordenador do Núcleo de Empreendedorismo da Veiga, Celso Leonardo Barbosa, numa empresa do ramo de alimentos e bebidas. Filardi explica que sócios e gerentes de restaurantes como Mariu’s, Devassa e Fiammetta, que já tinham feito o curso do SindRio, pediram uma alternativa para dar continuidade aos estudos:

“Montamos uma grade curricular maior, que inclui estratégia, planejamento financeiro, empreendedorismo e gestão de pessoas. O cliente de entretenimento busca experiências. E elas têm de ser prazerosas. O detalhe faz toda a diferença”. Segundo Filardi, será dada ênfase à gestão de compras, estoques, processos de produção e saúde financeira da empresa. Somente este módulo terá grade curricular de 150 horas/aula:

“Esse bloco é o coração do negócio. Aí ocorrem as maiores falhas. Teremos também aulas sobre legislação, princípios sanitários e nutrição”.

O empresário Sérgio Machado, sócio de Carlinhos de Jesus no Lapa 40º Sinuca e Gafieira, acha que cursos assim ajudam a profissionalizar o setor:

“Cursos assim abarcam 40% do que se precisa saber para abrir um empreendimento que faça sucesso”. Fonte: O Globo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h21
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O DIREITO À APOSENTADORIA DOS EXPATRIADOS

 

 

O governo brasileiro está ampliando o número de países com os quais mantém parcerias para que o trabalhador brasileiro, mesmo expatriado, não perca anos de trabalho na hora de computar o tempo de serviço para se aposentar. "Existem acordos internacionais para proteger investimentos, empresas, governos, assim não há porque não incluir um acordo que proteja os seres humanos", diz o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer.

Atualmente, o Brasil mantém convênio com Argentina, Uruguai, Paraguai, Cabo Verde, Chile, Espanha, Grécia, Itália, Luxemburgo e Portugal. Está negociando acordos com Japão, Alemanha, Coréia, Reino Unido e Estados Unidos. Um novo acordo foi assinado durante a XVII Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, realizada há um mês em Santiago do Chile.

Segundo Schwarzer, um milhão de brasileiros podem ser beneficiados por esse acordo. Com ele o trabalhador poderá contar tempo de contribuição em diferentes países para efeito de aposentadoria. Por exemplo: um trabalhador com 20 anos de trabalho no Brasil e 15 anos em um dos países com o qual o Brasil tenha um acordo receberia uma aposentadoria correspondente a 20 anos de acordo com a legislação brasileira e a 15 de acordo cm a legislação previdenciária do país para o qual migrou. Para entrar em vigor, o acordo assinado em Santiago terá que ser ratificado pelo menos por sete países. A expectativa é que isto aconteça em 2008.

Previdência privada - A previdência privada é talvez a forma mais tradicional de se tentar melhorar o rendimento da previdência pública em todo mundo. E ela passa, no momento, por uma mudança que valoriza a participação conjunta do empregado e do empregador. Eduardo Jauregui, da consultoria Mercer no Brasil, diz que uma recente pesquisa mundial mostra que a maioria das empresas que oferece planos de aposentadoria complementar estão optando pelo sistema de "contribuição definida", em que há uma contrapartida financeira dos empregados ou, no máximo, para um sistema híbrido que inclua alguns itens do antigo sistema de "benefícios definidos", em que a empresa arcava com todos os custos.

A pesquisa foi usada para elaboração do novo guia global da Mercer, que contém informações sobre planos de aposentadoria, saúde e benefícios coletadas em empresas multinacionais e locais em 47 países. No quadro geral, o Brasil aparece em 18º lugar, com 75% de planos nesse perfil compartilhado. Segundo Jauregui um bom plano de aposentadoria deve significar, no final, um aporte mensal correspondente entre 50% e 60% do valor do último salário. Com o sistema compartilhado o valor pode ser maior porque o interessado pode fazer aportes de seu interesse. Fonte: Gazeta Mercantil

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h19
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BNDES ABRE LINHAS ESPECIAIS PARA CAPITAL DE GIRO E INVESTIMENTO

 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de lançar o Revitaliza — programa de crédito com linhas especiais para Investimento e Capital de Giro, voltado especialmente para os setores têxtil, confecção, calçados e artefatos de couro, beneficiamento de madeira/móveis de pedras ornamentais. As contratações, operadas via Banco do Brasil, têm prazo até 7 de dezembro e limitam-se a empresas com faturamento até R$ 300 milhões.

As empresas poderão entregar sua proposta nas agências do Banco ou, ainda, diretamente nas Salas de Crédito/Balcão de Atendimento operadas pelo Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi), da Fiesp, que vêm percorrendo as regiões do Estado. Nesta quinta-feira (29), o Balcão deverá atender empresários de Limeira, das 13 às 19 horas, na Escola Senai Luiz Varga (Rua Professor Antônio Queiroz, 72, Jardim Mercedes).

Taxas e carência - Lançado no último dia 23, o Revitaliza busca fortalecer os segmentos que perderam competitividade nos últimos meses, por conta do câmbio ou pela concorrência predatória dos asiáticos, casos específicos dos setores de calçados, têxteis e confecções.

A taxa para capital de giro é de 7% ao ano, com prazo de até 36 meses e carência de até 18 meses. Nas tomadas para investimento, os juros estão prefixados em 8,5% ao ano, além do bônus de adimplência de 20% sobre o valor dos juros. O prazo, neste caso, é de 96 meses para ressarcimento, com até 36 meses de carência. Fonte:
Agência Indusnet Fiesp

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h18
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CARTÃO DE CRÉDITO CHEGA A UM TERÇO DOS BRASILEIROS

 

O instituto Ibope Inteligência lançou nesta quinta-feira (29) uma pesquisa sobre o uso do cartão de crédito no Brasil. O levantamento mostra que 33% da população brasileira já usa o meio de pagamento no país, e os gastos com cartão no país chegam a R$ 5,4 bilhões por mês, informou o G1.

O gasto com cartões de crédito, porém, ainda é bastante restrito às principais metrópoles do país. As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro concentram, de acordo com o Ibope, 58% dos gastos com cartão de crédito no país.

 

De acordo com Laure Castelnau, diretora executiva do Ibope Inteligência, a inadimplência no setor pode ser considerada baixa. O levantamento do Ibope considera que todas as pessoas que não pagaram qualquer valor da fatura do último mês são consideradas inadimplentes - e a média de não-pagamento ficou em 5%.

 

A taxa de inadimplência, de acordo com o Ibope, cresce de acordo com a classe social: é de 3% nas classes A e B, de 6% na C e de 8% na D e E. Entre os envidividados no cartão - pessoas que não pagaram o valor integral da fatura -, o índice é de 15% na camada mais rica da população e de 23% na mais pobre. Fonte: PEGN

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h16
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BARIONI QUER MELHORAR O SERVIÇO E A OPERAÇÃO DA TAM

 

 

O novo presidente da TAM, comandante David Barioni Neto, afirmou ontem que sua gestão será pautada por três objetivos: ampliar a excelência de serviços, ampliar a excelência operacional e ampliar a excelência de gestão da companhia. "A estratégia não muda, ela se amplifica”, disse o executivo, que até três meses atrás era vice-presidente de operações da concorrente Gol, empresa que ajudou a fundar em 2001.

 

Com a naturalidade de quem parece estar simplesmente trocando uma gravata laranja por uma vermelha, Barioni defendeu o atual modelo de negócios da TAM, ainda que tenha reconhecido que a qualidade do serviço da empresa já não é mais a mesma. "A companhia cresceu 35% nos últimos quatro anos. É bastante difícil conseguir manter o serviço intocado”, disse o executivo, em sua primeira entrevista após assumir o cargo, na quarta-feira (28/11).

 

Em um claro recado a analistas de mercado que possam, eventualmente, ter algum receio de ver um piloto, e não um executivo tradicional, à frente de uma companhia aérea, Barioni garantiu que fará uma gestão de resultados. "A gestão tem de ser eficiente, temos de dar resultado. Isso não conflita de forma alguma com o objetivo de manter e ampliar a qualidade do serviço e a eficiência operacional. Fonte: O Estado de São Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h15
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AÇÕES DA LOPES REGISTRAM FORTE ALTA APÓS AQUISIÇÃO DA PATRIMÓVEL

 

 

Os investidores responderam positivamente à aquisição da corretora de imóveis carioca Patrimóvel pela Lopes Consultoria de Imóveis. A transação foi anunciada ontem. Na abertura da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), nesta quinta-feira (29/11), os papéis da Lopes saltaram 9,57% nos primeiros minutos, negociados a 28,50 reais. Às 13h05, a alta continuava forte e as ações eram cotadas a 28 reais – um incremento de 7,65%. No mesmo momento o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 0,37% a 61.940 pontos.

Maior empresa de intermediação imobiliária do Brasil, a Lopes vai pagar até 250 milhões de reais pela Patrimóvel. Esta é a maior aquisição realizada pela empresa deste a sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), em dezembro do ano passado. A cifra envolve o desembolso de 175 milhões de reais em dinheiro, mais 35 milhões de reais em ações da empresa (LPSB3). Em março de 2009, está previsto um pagamento de até 20 milhões de reais aos ex-controladores da companhia carioca. O valor está condicionado a uma receita bruta da Patrimóvel, em 2008, superior a 47,8 milhões de reais. Outros 20 milhões de reais poderão ser pagos em março de 2010, desde que a nova controlada fature mais de 55,4 milhões de reais em 2009.

Presente em 11 estados brasileiros, a Lopes detinha 20% do mercado de consultorias e intermediações imobiliárias do estado do Rio de Janeiro. Com a Patrimóvel, a companhia elevará essa fatia para 70%. Em vendas contratadas, a Patrimóvel é três vezes maior que a Lopes no Rio. A empresa estima fechar 2007 com vendas contratadas de 1,5 bilhão de reais, ante os 500 milhões de sua nova controladora. Para 2008, a expectativa é de que o montante total suba para 2,5 bilhões de reais, sendo 1,8 bilhão gerados pela Patrimóvel.

A empresa continuará atuando com a mesma marca. Seu atual presidente, Rubem Vasconcelos, também deve permanecer no cargo. A Lopes espera gerar ganhos de sinergia de 30 milhões de reais com a transação.

Avanço rápido - Esta é a segunda grande aquisição anunciada pela Lopes nesta semana. Na terça-feira (27/11), a empresa informou ao mercado que comprou 51% da Royal, maior imobiliária do Distrito Federal, por um valor base de 60 milhões de reais.

Neste ano, a atuação da Lopes foi marcada por uma sucessão de aquisições e abertura de escritórios em estados onde não operava. Foram realizadas seis aquisições até o momento, que totalizam um valor base de 357,6 milhões de reais. Como o pagamento é parcelado – alguns acordos incluem parcelas até 2010 -, nem todos esses recursos foram efetivamente desembolsados pela companhia até aqui.

A Lopes realizou sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em dezembro de 2006. Na operação, captou 475 milhões de dólares, por um preço de colocação de 20 reais por ação. Em sua estréia no pregão da bolsa, em 18 de dezembro, os papéis abriram a 20,75 reais, e fecharam a 23,15. As ações chegaram ao pico de 29,30 reais em 12 de julho, mas apresentaram forte volatilidade nos meses posteriores. Na quinta-feira (28/11), os papéis fecharam a 26,01 reais.

Estratégia acelerada - O ritmo de expansão da Lopes neste ano:

- maio: aquisição de 75% da Dirani, sediada em Porto Alegre, por 15,1 milhões de reais. A empresa será a base da expansão da Lopes no Sul do país.

- julho: aquisição de 60% da Actual, sediada em Vitória (ES), por 14,4 milhões de reais.

- julho: início das operações na Bahia.

- agosto: aquisição de 60% da Sérgio Miranda, de Recife, por 9,1 milhões de reais.

- outubro: aquisição de 60% da Cappucci & Bauer, de Campinas (SP), por 9 milhões de reais.

- setembro: início das operações em Santa Catarina.

- novembro: aquisição de 51% da Royal, de Brasília, por 60 milhões de reais.

- novembro: aquisição de 100% da Patrimóvel, do Rio de Janeiro, por 250 milhões de reais.

- dezembro: início previsto das operações em Minas Gerais.

- janeiro de 2008: início previsto das operações no Pará. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h14
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NOVOS PRODUTOS JÁ UNEM INTERNET, TELEFONE E TV

 

 

O brasileiro começa a experimentar na prática a convergência tecnológica. Até pouco tempo atrás a integração da telecomunicação com a computação e a internet na captura e difusão de informações em qualquer lugar do planeta só constava no discurso das companhias em operação aqui. Só ontem, por exemplo, quatro empresas deram passos importantes na direção da convergência tecnológica.

A Vivo, operadora líder no mercado de telefonia celular no País, fechou uma parceria com a Positivo, que detém um terço do mercado de computadores. A partir de agora, tanto os computadores de mesa da companhia como os notebooks sairão da fábrica com um software embutido que permite ao comprador optar pelo acesso à internet por meio da rede de celular da Vivo. O acesso não é de graça.

Também ontem a Philips do Brasil, tradicional fabricante de aparelhos de imagem e som, anunciou que vai produzir notebooks no País, uma experiência inédita da corporação mundialmente. "Até 2010 queremos ter 10% do mercado brasileiro de notebooks, que deverá atingir entre 5 e 6 milhões de unidades”, afirmou o gerente geral de Desenvolvimento de Novos Negócios Philips, Caio Catto.

No mesmo dia em que a Philips anunciou a entrada no segmento de informática, a gigante japonesa Sony informou que vai produzir no Brasil dois modelos de notebooks. Segundo Bob Ishida, presidente mundial da Vaio, a marca de notebooks da companhia, os equipamentos terão tecnologia “Full HD”. Isso significa que esses computadores podem exibir vídeos de alta definição, com a mesma qualidade de imagem da TV digital aberta. Fonte: O Estado de São Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h13
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QUANDO VOCÊ ACREDITA, VÍDEO MOTIVACIONAL

 

 

When You Believe?, por Mariah Carrey & Whitney Houston, Oscar@ de melhor canção ao filme O Príncipe do Egito (The Prince of Egypt, USA, 1998), da DreamWork A. SKG Pictures, uma das melhores, mais emocionantes e mais caras animações da história do cinema.

 

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h37
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ANIMAÇÃO É UM PROMISSOR MERCADO DE FANTASIAS

 

Se antigamente os desenhos animados já mexiam com a imaginação das crianças, hoje as animações transportam os pequenos para um mundo de fantasia e encantam até mesmo os adultos, abusando de histórias fabulosas que muitas vezes se passam em cenários muito fiéis ao mundo real.

Além de invadir as telas do cinema e encher nossos olhos durante os intervalos comerciais da televisão, a animação virou uma questão acadêmica. Muitas instituições no Brasil já oferecem formação de qualidade para quem quer trabalhar na área - o que não ocorria há algum tempo.

 

 

“As escolas daqui já melhoraram muito. Antes não tínhamos essas coisas. Hoje, várias escolas já estão oferecendo cursos similares aos estrangeiros", conta Marcelo Ortiz, professor da Melies, formado em Design Gráfico pelo Centro Universitário Belas Artes, de São Paulo, e no curso de Animação 3D e Efeitos Especiais pela Vancouver Film School, no Canadá. Ele diz que precisou fazer sua especialização fora, pois não havia cursos do gênero no Brasil na época.

Ainda que os cursos sejam equivalentes, o mercado de animação brasileiro está longe de ser tão rentável quanto o internacional. Mesmo assim, o crescimento é expressivo: dos US$ 30 milhões gerados em negócios internacionais de produção independente para a TV, US$ 13 milhões são compostos só por produções de animação.

"O mercado no Brasil está crescendo, existem várias empresas pequenas pegando bons trabalhos e tornando-se grandes por conta disso. A demanda pelo trabalho está aumentando e mais gente está trabalhando", afirma Ortiz.

A questão é que, no Brasil, a produção de vídeos de animação é muito voltada para o mercado publicitário. "Antigamente, você fazia uma animação e só passava na TV. Hoje podemos vê-la na TV, na Internet, no celular... A necessidade de conteúdo para todos esses meios é maior", explica Ortiz.

 

A Oca Filmes, produtora de animações em 2D, 3D e CGI, também vem conquistando seu espaço no mercado brasileiro. Um dos seus maiores trabalhos até o momento foi a reformulação da programação visual do Canal Rural, um projeto idealizado pelo Nizan Guanaes. "Foi uma grande surpresa, fomos apresentar nosso repertório e já saímos contratados, demorou um pouco para entendermos isso, foi engraçado!", revela Eduardo Schaal, diretor de arte da produtora.

Vale destacar que o futuro promissor com a crescente utilização da animação por diversos meios de comunicação não é motivo suficiente para entrar de cabeça nessa profissão. Ortiz aconselha: "Você precisa ter certeza de que quer trabalhar com isso, porque é uma atividade que dá muito trabalho e precisa de uma série de estudos, como qualquer outra profissão. Exige um esforço criativo e intelectual. Você tem de ter essa vocação." Fonte:
Carreira & Sucesso.

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h35
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CONFIANÇA É A BASE DO SUCESSO EMPRESARIAL

 

 

A confiança é a base positiva de todos os relacionamentos, permitindo-nos acreditar no outro e na empresa, em suas intenções e em seu processo de tomada de decisão. Uma empresa, não importa o setor ou tamanho, que possui a confiança dos funcionários, parceiros e clientes, está no caminho da prosperidade. Já aquela que impede suas características, ou permite que ela se deteriore, dificilmente poderá crescer e até mesmo se manter. Confiança é ter fé na probidade moral do outro, na sinceridade afetiva, nas qualidades profissionais, etc. É não imaginar que o outro possa cometer uma traição, uma demonstração de desleixo, uma intenção negativa.

Quando alguém confia em nós é como se tivéssemos uma grande quantidade de crédito, diretamente proporcional a esta confiança. Confiança está diretamente relacionada à fidelidade, a um profundo sentimento de pertencer a algo que é comum a todos. O seu oposto é o medo. Ele gera atitudes defensivas nas pessoas. E medo chama por mais desconfiança, em um ciclo autoperpetuador. Infelizmente, podemos notar um crescimento do medo nas pessoas, o que é comprovado por alguns estudos feitos regularmente em diversos países. No Brasil, percebemos que a confiança não anda em alta. Um dos indicadores é o crescimento do número de processos e reclamações sobre prestadores de serviço.

Uma empresa só pode oferecer o que tem. Isso significa que a confiança começa dentro de casa, gerando relações positivas com os colaboradores, que darão o melhor de si, e com os clientes, positivamente "contaminados" pelos prestadores. Um estudo feito por Watson Wyatt em 2002 mostra que o retorno para os acionistas é três vezes maior em empresas com alto nível de confiança em relação às de baixo nível.

A confiança é o mesmo que ter credibilidade. As bases dela são: 1) Integridade (pensar, falar e fazer a mesma coisa); 2) Intenção (transparente e positiva); 3) Capacidades (habilidades e competência para cumprir as promessas); 4) Resultados (entregar todas as promessas). Confiança não significa não errar, mas aprender a partir do erro. A confiança envolve, além da dimensão racional e lógica, uma dimensão emocional, algo que não pode ser descrito em palavras, mas que nos move a fazermos o nosso melhor. Fonte: Gazeta Mercantil

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h35
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QUASE METADE DAS EMPRESAS DE 1997 FECHOU EM 2005

 

 

Quase metade das empresas brasileiras criadas em 1997 deixou de existir oito anos depois, de acordo com estudo sobre demografia empresarial realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado nesta quinta-feira.

Segundo o estudo, elaborado a partir de informações do Cempre 2005 (Cadastro Central de Empresas), que engloba registro de pessoas jurídicas inscritas no CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), do total das empresas criadas em 1997, observou-se que, no primeiro ano de vida, cerca de 20% não sobreviveram. Após dois anos de criação, 27,2% delas já estavam com as portas fechadas e, depois de oito anos, apenas 51,6% ainda continuam ativas.

Em 2005, 42% das empresas brasileiras tinham menos de cinco anos de existência, enquanto apenas 3% apresentavam 30 anos ou mais. Já em relação ao pessoal ocupado, a participação destas empresas com 30 anos ou mais de idade representava 20% do total dos trabalhadores.

As maiores taxas de entrada (criação) e saída (extinção) de empresas no mercado foram observadas nas empresas com até quatro pessoas ocupadas (18,6% e 13,1%, respectivamente). Já as menores taxas, ocorreram na faixa de empresas com 100 e mais pessoas ocupadas (1,6% e 1,2%, respectivamente).

A análise regional mostrou que cerca de 51% das unidades criadas, em 1997, nas regiões Nordeste e Sudeste ainda existiam em 2005. Na região Norte o percentual de sobrevivência foi de 46,5%, na Centro-Oeste foi de 47,8% e o Sul foi o que apresentou maior taxa, 53,8%. Fonte:
UOL Economia

 

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h34
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PEQUENO INVESTIDOR FICA COM SÓ R$ 1.820 EM AÇÕES DA BMF

 

 

A Bolsa de Mercadorias & Futuros de São Paulo (BM&F) divulgou que cada investidor pessoa física que reservou ações em sua oferta inicial (IPO) terá direito a apenas 91 papéis, ou o equivalente a 1.820 reais levando em considerado o preço fixado de 20 reais por papel. Esse montante pode ser considerado muito baixo por dois motivos: o valor mínimo de reserva de ações havia sido fixado em 5 mil reais (ou seja, mais de 150% maior que o que realmente será comprado) e o volume total da oferta alcançou quase 6 bilhões de reais.

Ainda não é conhecido o número de investidores que tiveram seus pedidos atendidos. Mas ficou evidente que o sucesso do IPO da Bovespa, que teve suas ações valorizadas em 52% no primeiro dia de negociações no mês passado, provocou uma corrida às corretoras. Além das quase 300 mil pessoas que já tinha contas cadastradas para comprar e vender ações, os bancos receberam nas últimas semanas vários pedidos de interessados em começar a operar na Bovespa. Com isso, o número de reservas pode ultrapassar 100 mil.

A BM&F também utilizou o filtro para a exclusão de investidores considerados "especuladores". Quem participou dos IPOs da Bovespa, Helbor, Amil e Laep e vendeu mais de 80% das ações no primeiro dia de negócios em duas ou mais dessas operações não ficou com nenhum papel no rateio.

No IPO, a BM&F havia informado que destinaria entre 10% e 20% de suas ações para os investidores não-institucionais. O percentual definido ainda não foi divulgado, mas é provável que o volume de ações reservado às pessoas físicas tenha ficado mais próximo do piso de 10%. Isso aconteceu no IPO da Bovespa, que teve mais de 60 mil investidores pessoas físicas. No entanto, na Bovespa cada um conseguiu até R$ 12.098.

Além das pessoas físicas, a BM&F também havia se comprometido a destinar até 1% das ações a funcionários de corretoras. Cada empregado teve seu pedido integralmente atendido em até 5 mil reais ou 250 ações. Acima desse valor os pedidos foram atendidos em 40,347% do valor reservado. Assim como para as demais pessoas físicas, apenas os investidores considerados prioritários puderam reservas os papéis.

As ações da BM&F começam a ser negociadas nesta sexta-feira (30/11) na Bovespa sob o código BMEF3. O dinheiro será debitado da conta dos compradores no próximo dia 4.

O valor de 20 reais definido por papel ficou no teto do intervalo de preços definido (entre 18 e 20 reais). Essa faixa já havia sido ampliada. Inicialmente o piso era de 14,50 reais e o teto, de 16,50 reais. Fonte: Portal Exame

 

FUSÃO À VISTA? - A abertura de capital da Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&F) deve levar à fusão deste mercado com a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), afirma nesta quinta-feira uma reportagem do diário americano "The Wall Street Journal". O texto afirma que mercados financeiros no mundo inteiro estão passando por fusões, e que a América Latina é uma "nova fronteira" para este processo.

"Combinar as duas Bolsas criaria um monopólio no acelerado mercado brasileiro, e possibilitaria o aproveitamento de recursos através da fusão das plataformas de negociação", diz o "WSJ". Os papéis da BM&F estréiam na Bovespa na sexta-feira e devem caracterizar o que o jornal britânico "Financial Times" chama de "mais um sinal do grande interesse dos investidores pelo Brasil".

Segundo o "FT", espera-se que as operações na BM&F "se expandam rapidamente se, como analistas prevêem, o Brasil receber recomendação de investimento (de agências de risco) no ano que vem". Fonte:
UOL Economia

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h33
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MARCAS PRÓPRIAS SÃO MAIS COMPRADAS EM SP E NO SUL

 

 

Consumidores da Grande São Paulo e da região Sul do País são os maiores consumidores de produtos de marcas próprias no País, revela o levantamento 'Hábitos e comportamento do consumidor de marca própria', da LatinPanel, que tem como base a pesquisa semanal realizada em todo o país para acompanhar o comportamento de compra das famílias brasileiras.

 

De acordo com o estudo, divulgado recentemente, 14% dos entrevistados da GSP afirmam sempre comprar MP e 36% admitem adquirir o produto esporadicamente. No sul do País, 14% também disseram que sempre consomem MP e 38% confirmaram que optam pelo produto de vez em quando. O Centro-Oeste é onde há menor penetração de MP. Somente 5% dos consumidores afirmam adquirir com freqüência o produto.

 

Os consumidores de São Paulo também fizeram uma avaliação positiva das marcas próprias em termos de qualidade. Pelo levantamento, 9% acham que o produto é muito bom e 64% afirmam que marcas próprias são um bom produto. O nível de satisfação dos sulistas também foi elevado nesse quesito. Na região, 16% consideram muito bom e 65%, bom. O preço também agrada em ambas as regiões. No sul, 67% acham o valor do produto bom. Já em São Paulo esse número atinge 59%.

 

A pesquisa da LatinPanel demonstrou, de modo geral, uma tendência do consumidor brasileiro, que cada vez mais opta pelos produtos de marca própria. Houve um aumento - de 58%, em 2005, para 67%, em 2007 - do número de domicílios em que os moradores manifestaram ter comprado mercadorias com o nome do próprio estabelecimento ou de uma marca mantida pelo varejista. O aumento de nove pontos porcentuais em apenas dois anos significa que, nesse período, 3,8 milhões de famílias passaram a consumir marca própria em algum momento, alcançando 29,4 milhões de lares.

 

Para Neide Montesano, presidente da Abmapro - Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização - (www.abmapro.com.br), essa elevação do consumo é um reflexo do empenho dos fabricantes e varejistas com o compromisso centrado no consumidor. 'As empresas estão focadas em cada vez mais atender às necessidades dos consumidores com produtos de qualidade. Este crescimento está intimamente ligado a esse esforço e os resultados começam a aparecer, com importantes centros consumidores avaliando positivamente os produtos de marcas próprias', analisa a presidente da Abmapro.

 

O estudo da LatinPanel revelou outros dados interessantes sobre o comportamento dos consumidores de marca própria e seus perfis. Por exemplo, quem adquire produtos de marca própria nos supermercados chega a gastar 16% a mais do que os que disseram não comprar esse tipo de produto. Na comparação entre as faixas etárias, quem mais compra são as donas de casa com mais de 50 anos, com um porcentual de 36%. Já entre as mais jovens, até 29 anos, 16%.

 

Quanto à classe social, em comparação ao total da população brasileira das classes A e B, observa-se uma maior concentração de compradores de marca própria nesse nicho, com 30%. Apesar das classes D e E serem as que menos consomem mercadorias de marca própria são as que as consideram importante em maior número (23%), mas não a compram por não encontrar (51%). Fonte: PEGN

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h32
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PHILIPS E SONY VÃO PRODUZIR NOTEBOOKS NO BRASIL

 

 

Aproveitando um momento de fortes vendas de notebooks no Brasil, duas das maiores empresas de tecnologia do mundo, Philips e Sony, anunciaram nesta quarta-feira planos para a produção de computadores portáteis no país, informou a Agência Reuters.

 

A holandesa Philips, que até agora não fabricava computadores no mundo, segundo a sua filial brasileira, anunciou que vai começar a vender notebooks importados com sua marca no país a partir de dezembro, e que no final do primeiro trimestre de 2008 passará a produzir as máquinas no país.

 

Enquanto isso, a Sony do Brasil começou a fabricar notebooks da sofisticada linha Vaio sob contrato de terceirização com a Foxconn, em Jundiaí, interior de São Paulo, após um período em que distribuía os aparelhos apenas importados.

 

Segundo a empresa de pesquisa de mercado IDC, as vendas de computadores portáteis no país no quarto trimestre devem saltar 150 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado, para 500 mil unidades, fechando o ano em cerca de 1,4 milhão de máquinas vendidas. Esse volume corresponde a um salto de 140 por cento sobre 2006, que por sua vez registrou volume 120 por cento maior sobre 2005.

 

"Mercado que cresceu mais de 100 por cento nos últimos dois anos não é coisa de amador (...) Acho difícil acreditar que uma Sony e uma Philips fariam investimentos para fabricar num país como o nosso sem ter um respaldo de movimento do mercado de longo prazo", disse o analista sênior de PCs da IDC no Brasil Reinaldo Sakis.

 

No mês passado, a Intel anunciou decisão de fabricar no Brasil placas-mãe de computadores em parceria com a brasileira Digitron. Enquanto isso, a Dell --outra gigante norte-americana de tecnologia-- inaugurou este ano fábrica de computadores em Hortolândia, interior de São Paulo.

 

O presidente da Intel no Brasil, Oscar Clarke, afirmou na época do anúncio da parceria com a Digitron que o país "deve estar entre os três maiores do mundo até 2010" em consumo de produtos de tecnologia da informação. Fonte: PEGN

 

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h30
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GOOGLE INVESTE EM NOVAS FONTES DE ENERGIA

 

 

O Google gastará milhões de dólares nos próximos anos em uma nova tentativa de encorajar o uso de eletricidade renovável barata.

Para o projeto, conhecido como Energia Renovável Mais Barata do que Carvão (Renewable Energy Cheaper Than Coal), estão sendo contratados engenheiros e especialistas para trabalhar no desenvolvimento de energia solar avançada, energia eólica, melhoramento de sistemas geotérmicos e outras novas tecnologias, afirmou a empresa norte-americana.

O Google está, desta forma, tirando vantagem de sua crescente disponibilidade de recursos, reconhecimento global da marca e explosiva capitalização de mercado para fazer campanha pelo uso de energia alternativa.

Os líderes da companhia argumentam que a hora é propícia para investimentos em pesquisa inovadora, a fim de cortar custos de energia.

"Nossa meta é produzir um gigawatt de capacidade de energia renovável que é mais barata que carvão. Estamos otimistas que isso pode ser feito em anos, não em décadas", disse Larry Page, co-fundador do Google e presidente de produtos da companhia, em um comunicado.

Um gigawatt de energia é o suficiente para abastecer uma cidade do tamanho de São  Francisco, nos Estados Unidos.

Trabalhando junto a seu grupo filantrópico google.org, a companhia relatou que planeja gastar dezenas de milhões de dólares em 2008 em pesquisa e desenvolvimento de energias renováveis, e, eventualmente, ampliará o orçamento para a realização de projetos para gerar "retornos positivos". Fonte: INFO Online

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h29
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INFRA-ESTRUTURA PARA COPA DE 2014 É DEBATIDA EM SÃO PAULO

 

 

Os desafios para a realização da Copa do Mundo de Futebol em 2014 no Brasil estão em debate hoje (29/11) e amanhã no 8º Encontro Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Enaenco), que reúne autoridades governamentais e lideranças empresariais do setor de infra-estrutura, na capital paulista.

Na avaliação do presidente nacional do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), José Roberto Bernasconi, os desafios vão muito além da Copa do Mundo e é preciso aproveitar o interesse em torno deste evento na mobilização de toda a sociedade para o desenvolvimento do País depois de 2014. "Temos que criar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Copa", defendeu Bernasconi.

A Copa do Mundo de 2014 no Brasil foi confirmada pela Fifa no dia 30 de outubro deste ano. Depois do anúncio, o País registrou um dos piores acidentes em um estádio brasileiro, quando parte da arquibancada da Fonte Nova, em Salvador, desabou, resultando na morte de sete torcedores, no domingo passado.

Estudo recente divulgado pelo Sinaenco indica que 80% dos principais estádios brasileiros, candidatos a sediarem a Copa de 2014, necessitam de reformas estruturais, já que a maioria foi construída entre as décadas de 50 e 70.

Infra-estrutura - O evento que está sendo realizado na capital paulista discute também as metas estabelecidas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que prevê investimentos em áreas fundamentais para o sucesso da Copa no Brasil. Sinaenco destaca áreas de infra-estrutura energética, infra-estrutura social e urbana e infra-estrutura de logística.

Bernasconi adverte que a formação de pessoal qualificado no setor de projetos exige, no mínimo, cinco anos, o que indica a necessidade de planejamento e desembolso de recursos para os investimentos. Ele avalia, ainda, que o Brasil precisa dar continuidade aos investimentos para que a Copa do Mundo possa ser realizada no Brasil sem transtornos. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h28
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MUDE, VÍDEO MOTIVACIONAL

 

 

“A direção é mais importante à velocidade”.

 

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h15
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CONHEÇA AS 20 EMPRESAS QUE SÃO MODELO DE SUSTENTABILIDADE

 

 

As 20 empresas brasileiras com as melhores práticas de sustentabilidade deste ano foram premiadas pela Revista Exame na noite desta terça-feira (27/11), durante uma cerimônia no Teatro Alfa, em São Paulo. As companhias foram selecionadas pelo Guia EXAME de Sustentabilidade 2007, levando em consideração três aspectos: econômico-financeiro, ambiental e social.

“Do total de companhias analisadas, 63% contam com um comitê de sustentabilidade, 83% têm uma política corporativa ambiental e 81% utilizam critérios sociais para a escolha de seus fornecedores. Cerca de um terço dessas empresas também vincula a remuneração variável de seus executivos a metas ambientais e sociais. São números notáveis, sem dúvida”, afirmou Roberto Civita, presidente da Editora Abril. O empresário observou, porém, que "quando o assunto é sustentabilidade dos negócios, é difícil dizer que seja suficiente."

Ao todo, foram realizadas 206 inscrições de companhias de diferentes portes, setores e regiões do Brasil. A análise para a escolha das melhores é feita em duas etapas. Na primeira, elas respondem a um extenso questionário desenvolvido pela FVG. Na segunda, as 32 empresas com melhor pontuação nos questionários são analisadas por um conselho formado por oito especialistas, sob a coordenação de Mario Monzoni, do GVces.  O Guia Exame de Sustentabilidade circula em todo o país a partir 29/11. Fonte: Portal Exame

 

As 20 premiadas por EXAME
Empresa Boas práticas
Accor No primeiro dia de trabalho, os funcionários aprendem que ações relacionadas à sustentabilidade precisam ser incorporadas ao dia-a-dia de suas atividades
Acesita A empresa investe em programa de empresa júnior para estudantes do ensino médio. O desafio é melhorar a qualificação de sua própria mão-de-obra
Amanco Reduzir o consumo de água e de outros insumos é uma obrigação que afeta diretamente o bolso de seus executivos
Aracruz Destaque no mercado financeiro mundial por suas políticas de sustentabilidade, é a única empresa florestal no mundo a figurar no Índice Dow Jones de Sustentabilidade da bolsa de Nova Yokr
Arcelor Investe 270 milhões de reais em programas de gestão ambiental e reduz o uso de insumos não renováveis na produção de aço
Basf Redesenhou toda a sua estrutura de produção e acabou se tornando uma pioneira em seu setor
Braskem A companhia colocou a sustentabilidade no centro de sua estratégia de expansão dos negócios
Caterpillar Instalada em Piracicaba há três décadas, a empresa liderou a criação de uma agenda de crescimento sustentável para o município
CPFL Ao aumentar a produtividade de suas usinas, a empresa está conseguindo acumular créditos de carbono para financiar seus projetos ambientais
Elektro Com o projeto Energia Comunitária, a empresa colabora para a reurbanização de áreas pobres e melhora a qualidade de vida de milhares de pessoas nas cidades onde atua
IBM Incentiva o uso da capacidade ociosa de computadores em pesquisas voltadas para a saúde e o meio ambiente
Itaú Lançou o primeiro fundo de investimento que permite ao correntista contribuir para neutralizar os gases que destroem a camada de ozônio
Mapfre O projeto de segurança viária da empresa atinge 2,5 milhões de alunos da rede pública estadual paulista e vira referência em educação de trânsito
Natura Pioneira em sustentabilidade no Brasil, a empresa possui um dos programas de neutralização de carbono mais eficazes
Philips Para ganhar mercado, a subsidiária brasileira aposta em equipamentos que consomem menos energia
Promon A empresa dissemina o conceito de "edifício verde" e exige que seus fornecedores também adotem práticas sustentáveis nos negócios
Real O banco transforma seus funcionários em agentes multiplicadores de práticas sustentáveis. A remuneração dos executivos está vinculada ao desempenho da instituição também nas dimensões social e ambiental.
Serasa Incentiva o engajamento dos funcionários e troca o modelo de simples doações por consultorias completas em gestão de instituições beneficientes
Suzano Ao adotar o conceito de sustentabilidade, a Suzano conseguiu expandir a produção e valorizar suas ações na Bovespa
Unilever Ao mudar o formato das embalagens de seus produtos, a subsidiária brasileira diminuiu em quase 305 o consumo de papel

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h11
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VOLKS E FORD ANUNCIAM NOVAS CONTRATAÇÕES

 

 

O forte aumento da demanda por carros tem levado o setor automobilístico a ampliar o quadro de funcionários da produção. A Volkswagen, por exemplo, começou a selecionar ontem 490 novos funcionários para atender à expansão da fábrica de Anchieta, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A Ford também vai contratar 100 novos funcionários para a sua fábrica em São Bernardo.Segundo a Volks, o crescimento de 34% nas vendas este ano e as perspectivas favoráveis do mercado brasileiro para o próximo ano motivaram as contratações.Na Ford, as 100 novas contratações serão feitas no mês que vem, por meio de indicações feitas pelos próprios funcionários.

 

As novas vagas são por período de um ano, com possibilidade de prorrogação por mais seis meses e de efetivação no quadro de funcionários da montadora. Hoje, a fábrica de São Bernardo emprega 2,6 mil trabalhadores na produção do Ka e das picapes Courier e F-250, além de caminhões leves, médios e pesados das Linhas F e Cargo.A Ford informou que o objetivo das contratações é ampliar a produção de veículos, para atender à crescente demanda, principalmente com vistas ao novo carro, conhecido como modelo B 402, que será lançado para o mercado da América do Sul no início de 2008. Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

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COMO VENDER PARA A BAIXA RENDA PELA INTERNET

 

 

O aumento do poder aquisitivo da população de baixa renda na última década tem provocado um fenômeno que se propaga em forma de ondas. Em um primeiro momento, houve uma guinada na indústria de produtos de consumo, que passou a desenvolver todo tipo de mercadoria voltada para esse público -- de biscoitos recheados a geladeiras. Depois, foi a vez de as grandes redes de varejo mudarem para atrair e atender melhor os novos clientes. O movimento seguiu reverberando ainda por áreas tão diversas como a de serviços financeiros e o setor imobiliário. Agora, a base da pirâmide começa a entrar no foco das empresas especializadas em vendas pela internet. Entusiasmados com as vendas de computadores de baixo custo -- estima-se que em 2007 sejam vendidos cerca de 10 milhões de máquinas, 80% com preço em torno de 1 500 reais -- e o crescimento de conexões de internet, os varejistas online já exploram a nova fronteira do setor, com lojas virtuais voltadas especificamente para clientes com renda familiar inferior a dez salários mínimos. "Esse é um público que não pode mais ser ignorado", diz Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico que acompanha o mercado nacional desde 2001.

As estatísticas compiladas pela e-bit apontam que pelo menos 45% das compras nos principais sites são realizadas por consumidores com renda familiar de até 3 000 reais. Em 2001, esse índice era de 38%. É um avanço tão significativo que a Casas Bahia, maior rede de varejo de móveis e eletroeletrônicos do país -- e até agora refratária a qualquer iniciativa que fosse além de suas lojas físicas --, finalmente se prepara para tirar do papel um projeto de loja online no ano que vem. É quando a rede deve atingir a marca de 4 milhões de cartões de crédito emitidos em parceria com o Bradesco e a bandeira Visa. O cartão será o principal mecanismo de pagamento e financiamento das compras online. "Assim que atingirmos o número base de cartões, começaremos na internet", diz Michael Klein, diretor executivo da rede. Atualmente, a Casas Bahia conta com cerca de 3,4 milhões de cartões já emitidos. Segundo Klein, o objetivo da operação online é aumentar o alcance da rede e oferecer mais opções aos consumidores que já são clientes das lojas físicas. "Produtos que o consumidor não achar na loja, ele vai encontrar na internet", diz.

De maneira geral, os varejistas têm procurado manter algumas diferenças entre seus modelos de operação física e online -- principalmente no que diz respeito ao perfil dos produtos à venda. No ano passado, a rede de lojas Marabraz criou um site de vendas em parceria com o site Submarino, pioneiro em comércio eletrônico e hoje parte da empresa B2W, do grupo Lojas Americanas. Especializada em móveis baratos vendidos em até 36 prestações, a Marabraz oferece na loja online um cardápio alternativo de produtos (como CDs, telefones celulares e artigos de moda). Essa diferença faz sentido, uma vez que esse é o tipo de mercadoria que os consumidores de baixa renda mais compram pelo computador. A loja virtual da Marabraz segue o modelo de financiamento do Submarino -- pagamentos em até dez vezes com cartão de crédito ou à vista com cartão