MARAVILHA AZUL, MENSAGEM PARA O ANO NOVO

 

 

Que neste novo ano que se anuncia saibamos prosperar sem destruir, gerar renda e riqueza com sustentabilidade, protegendo o único planeta que podemos chamá-lo de LAR.

 

Que os líderes das nações ricas e em larga escala de desenvolvimento tenham a consciência de que crescer poluindo e devastando é a maior ignorância da história da humanidade. Que não façam com as gerações futuras o que os nossos antepassados fizeram com a nossa!

 

 

 

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h07
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BRASIL É 7º EM DESEMPENHO DO PIB NA AMÉRICA DO SUL

 

 

De acordo com o Banco Central, o PIB brasileiro crescerá 5,2% no ano de 2007. É um desempenho bem mais vistoso do que o registrado no ano passado: 3,7%. Mas, o crescimento econômico do Brasil ainda está abaixo da média da América do Sul (6%) e de toda a América Latina e o Caribe (5,6%).

 

Considerando-se a atuação de 12 países da América do Sul, o Brasil registrará, em termos percentuais, apenas o quinto melhor desempenho econômico. Crescerão bem mais a Argentina (8,6%), a Venezuela (8,5%), o Peru (8,2%), o Uruguai (7,5%) e a Colômbia (7%). O Paraguai (5,5%) vai cravar um índice ligeiramente superior. E o Chile (5,3%) terá crescimento semelhante.

 

O PIB brasileiro ficará percentualmente acima apenas de Suriname (5%), Guiana (4,5%), Bolívia (4%) e Equador (2,7%). Os dados foram extraídos de um estudo divulgado neste mês de dezembro pela Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), entidade vinculada à ONU.

 

O documento faz uma análise do desempenho econômico dos 34 países da América Latina e do Caribe. Nesse universo mais amplo, o Brasil ocupa a 17ª colocação. O que obteve melhor desempenho foi o Panamá (9,5%), mais bem-posto no ranking do que a Argentina (8,6%), segunda colocada; e a Venezuela (8,5%), na terceira posição.

 

Divulgado antes da manifestação oficial do Banco Central, o texto da Cepal estimara que o PIB brasileiro em 2007 havia crescido 5,3% -índice muito próximo dos 5,2% divulgados pelo BC. Entre os países de maior peso econômico da lista de 34 da Cepal, o Brasil vai superar apenas o México (crescimento de 3,3%), que em 2007, ficará equiparado ao Haiti (3,3%), um pouco acima da Nicarágua (3%) e do Equador (2,7%).

 

O estudo da Cepal anota que o “desempenho regional” só não será melhor em 2007 em função do “menor dinamismo do Brasil e do México, que representam cerca de dois terços do PIB” do continente. A despeito disso, a atual fase econômica da região, em crescimento contínuo desde 2003, só é comparável, diz o documento, aos “últimos anos da década de 70 e começo dos anos 80, período em que se registraram as maiores taxas de crescimento regionais.”

 

Para 2008, a Cepal é mais generosa com o Brasil do que o próprio Banco Central brasileiro. Prevê que o PIB brasileiro crescerá no próximo ano 5%, contra a estimativa de 4,5% divulgada pelo BC. A se confirmarem as previsões da Cepal, o Brasil ficará, de novo, acima do México (3,3% para 2008). Abaixo, porém, de países como Panamá (8,5%); Peru, Argentina e Uruguai, todos com 6,5%; e Venezuela (6%).

 

Segundo a análise da Cepal, a perspectiva de desempenho econômico do continente em 2008 está condicionada, “em grande medida, à evolução da economia mundial.” Anota que o “cenário mais provável é uma desaceleração da economia dos EUA e certa reativação posterior”.

 

Mas, sustenta que “não se pode descartar uma recessão [nos EUA], que teria impactos maiores em nível mundial.” Nesta hipótese, anota o documento da Cepal, “caberia esperar uma ligeira desaceleração da economia mundial, que poderia afetar de maneira limitada as economias emergentes.” Algo que levaria a uma diminuição do ritmo de crescimento da América Latina e do Caribe, que cairia dos 5,6% de 2007 para 4,9%.

 

Ao se deter especificamente sobre a análise do quadro econômico do Brasil, os técnicos da Cepal acrescentam uma segunda condicionante à manutenção do ritmo atual de crescimento. Além “da evolução dos mercados financeiros internacionais”, o comportamento do PIB brasileiro dependerá “da oferta e do custo da energia.”

 

Fez-se, porém, uma ressalva: “Diferentemente do que ocorreu em outros períodos, a economia brasileira reduziu sua vulnerabilidade à evolução desfavorável da economia internacional.” Há, de resto, algo que a Cepal deixou de levar em conta: a taxa de crescimento do otimismo de Lula. Como disse o presidente em rede nacional de rádio e TV, o Brasil será, em 2008, "um canteiro de obras". Fonte: Josias de Souza - Blogs da Folha de São Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h05
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APESAR DOS RISCOS, BRASIL É LUCRATIVO SEGUNDO CONSULTOR BRITÂNICO

 

 

Enfrentando problemas que vão de casos de fraude e corrupção a seqüestros e assaltos, o Brasil possui sua cota de obstáculos quando se trata de atrair investidores. Mas, em um dos mercados emergentes mais promissores do mundo, há lucros a serem auferidos se algumas precauções forem adotadas, afirmou um importante consultor de risco.

"Registramos um número recorde de consultas sobre os investimentos no Brasil, de avaliações sobre aquisição de empresas e sobre a expansão de outras", afirmou Geert Aalbers, diretor-gerente da Control Risks, em entrevista à Reuters.

A Control Risks, uma empresa de consultoria com sede em Londres, fornece aconselhamento e presta serviços para empresas a respeito do risco de investir em cerca de 130 países. Entre os serviços estão o fornecimento de dados sobre outras empresas e avaliações sobre a questão da segurança nos países em vista.

Apesar de a alta taxa de criminalidade no Brasil atrair clientes para tais empresas de consultoria, o aumento no número de consultas também reflete o fato de muitas empresas estarem hoje adotando medidas preventivas como parte de seu planejamento, disse Aalbers, que é responsável pelo Brasil e pelo Cone Sul.

"Percebemos que as empresas adotam políticas de gerenciamento de risco cada vez mais coerentes a fim de zelar por seus bens. E, obviamente, os funcionários representam seus bens mais valiosos."

"Somos instados a realizar hoje uma quantidade maior de atividades preventivas do que antes. A avaliar a segurança de fábricas e escritórios a fim de garantir que todas as medidas adequadas de redução de risco tenham sido adotadas, a traçar o perfil dos executivos, a identificar as rotinas da empresa e a garantir a segurança das informações".

Hoje, há maiores probabilidades de uma empresa manter uma equipe treinada a postos a fim de que entre em ação no caso de uma crise, já que ela saberia agir em uma situação do tipo, afirmou. "O custo de não adotar as medidas adequadas revela-se extremamente alto", acrescentou.

VIOLÊNCIA NO INTERIOR - No Rio de Janeiro, onde grupos criminosos controlam muitas das favelas, a violência aumentou nos últimos dois anos. No Estado de São Paulo, o principal centro econômico do Brasil, a capital vive uma situação de relativa estabilidade, mas as taxas de criminalidade aumentaram no interior, em parte porque hoje há mais empresas nessa região. O Estado assistiu a um boom do setor de etanol bem como à instalação de várias empresas de tecnologia de logística e de informação.

"Isso significa que há mais dinheiro na região, que se tornou um lugar mais interessante para a prática de crimes. Esse é o lado negativo do crescimento econômico", afirmou Aalbers. "Crimes antes típicos das cidades grandes, como os seqüestros relâmpagos, hoje começam a aparecer em cidades antes consideradas seguras", acrescentou.

Um risco importante hoje é representado pela forma como os assaltos e seqüestros, por exemplo, afetam os funcionários de uma empresa e os parentes deles, disse o gerente de operações Emil de Carvalho.

"Vimos isso acontecer com algumas empresas grandes que não contavam com uma estratégia de segurança antes da chegada de estrangeiros", afirmou Carvalho. "Esses funcionários e os parentes deles tornaram-se, então, vítimas dos crimes e isso provocou certo êxodo e uma relutância da parte de outros estrangeiros em virem para o Brasil. O que, de alguma forma, prejudica as operações da empresa."

Empresas dos setores farmacêutico e de fumo preocupam-se com o roubo de cargas e os produtos piratas. As de celulose e papel e as empresas do agronegócio estão em alerta para as invasões de terra. A proteção da propriedade intelectual chama a atenção de empresas de tecnologia e outras do tipo.

Muitas empresas se mudaram para fora da zona norte do Rio de Janeiro, uma tradicional área industrial. As que continuam lá se vêem cercadas por favelas e preocupam-se com a possibilidade de seqüestros e outros crimes violentos, o que fez algumas delas montarem estacionamentos fora dessas áreas, passando a transportar seus funcionários com microônibus.

VANTAGENS - A violência não é o único obstáculo enfrentado pelos interessados em investir no Brasil. A complicada legislação trabalhista, que dificulta a contratação e a demissão de pessoal, e uma carga tributária pesada também representam problemas.

As companhias brasileiras e estrangeiras passaram a buscar aconselhamento das empresas de consultoria de risco. Entre essas companhias, incluem-se as que estão se expandindo para fora do Brasil, inclusive para países que também oferecem riscos. Mas, gerenciar os riscos de forma adequada pode significar uma vantagem competitiva sobre empresas que não o fazem, disse Aalbers.

"Os investidores que cogitam seriamente a possibilidade de investir no Brasil deveriam avaliar, e na maioria dos casos o fazem, a questão da segurança. Isso vai além da segurança imediata para incluir uma política de risco, decisões sobre os riscos jurídicos envolvidos na operação e decisões sobre quão inconstante pode ser o governo em nível municipal, estadual ou federal".

Em virtude desses riscos, investir no Brasil significa arcar com custos adicionais. "Mas, os lucros justificarão os custos para mitigar os eventuais riscos existentes aqui. E acho que esse é um dos motivos pelos quais estamos assistindo tal expansão dos investimentos estrangeiros", afirmou Aalbers. Fonte: UOL Economia

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h04
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RECOMPRAR AÇÕES, A NOVA MODA DA BOVESPA

 

 

Se é verdade que o ano de 2007 marcou a Bovespa pelo número recorde de empresas que decidiram abrir o capital (foram 66 ofertas iniciais de ações), também é cada vez mais expressivo o número de companhias que optam por recomprar os próprios papéis que circulam no mercado. Segundo levantamento da Bovespa e do Portal EXAME, apenas neste mês anunciaram que recomprarão parte de suas ações dez empresas: CSN, Datasul, Embraer, Energias do Brasil, JBS-Friboi, Localiza, Metisa, Providência, Triunfo e Unipar. O número é bastante representantivo quando comparado, por exemplo, aos 11 meses anteriores, quando 26 companhias aprovaram programas de aquisição dos próprios papéis.

Segundo analistas ouvidos pelo Portal EXAME, ao anunciar a recompra dos próprios papéis essas empresas estão sinalizando ao mercado que acreditam que o preço de suas ações não reflete com justiça seus balanços e fundamentos econômicos. A empresa compra seus papéis na expectativa de lucrar quando os investidores perceberem seu valor no futuro.

Com exceção da siderúrgica CSN, que tem o melhor desempenho do Ibovespa neste ano, essa explicação vale para as outras nove empresas que anunciaram recompras neste mês. Todas apresentaram desempenhos negativos ou inferiores ao Ibovespa neste ano. Nos próprios fatos relevantes em que anunciaram a recompra, empresas como a Datasul e a Localiza questionaram o valor dado pelos investidores a seus papéis.

A vida começou a ficar difícil para essas companhias durante a crise das hipotecas nos Estados Unidos, deflagrada em julho. Passado o susto, os investidores voltaram a apostar na Bovespa, mas principalmente nas chamadas "blue chips". Algumas das maiores empresas da bolsa, como Vale, Petrobras e CSN, tiveram fortes valorizações desde então, enquanto a maioria das pequenas nunca conseguiram recuperar as perdas da turbulência. Alguns dos casos emblemáticos são do frigorífico JBS-Friboi e da fabricante de não-tecidos Providência, que registram perdas de mais de 30% desde as ofertas iniciais de suas ações.

O estrategista da Unibanco Corretora, Vladimir Pinto, explica o movimento de alta das grandes com a liquidez oferecida pelos papéis. "Se a crise se agravar nos Estados Unidos, o investidor estrangeiro pode desmontar uma posição de dezenas de milhões de reais em papéis da Petrobras ou da Vale rapidamente. Mas, com um papel de uma empresa pequena, o investidor terá de aceitar um grande desconto para se desfazer do ativo." Ele afirma ainda que programas de recompra tendem a reduzir perdas em situação de estresse, uma vez que a própria companhia será a primeira a garantir a demanda pelo papel sempre que os preços estiverem atraentes.

O mercado reagiu muito bem quando empresas como a Localiza e a Energias do Brasil, por exemplo, anunciaram seus programas de recompra. Nem sempre, entretanto, esse tipo de medida é suficiente para garantir a valorização imediata dos papéis. Segundo Tomás Awad, estrategista da Corretora Itaú, a recompra tende a ajudar no preço das ações, mas no longo prazo também pode diminuir a quantidade de papéis em circulação no mercado, o que pode ter efeitos negativos sobre a liquidez. "E ninguém espera que essas empresas, que recentemente fizeram ofertas de ações e levantaram recursos para investir, agora gastem todo o caixa com a recompra dos próprios papéis. Isso não faria muito sentido", afirma.

Vladimir Pinto, do Unibanco, diz que essa tendência de recompra de ações pode continuar a ser observada em 2008 desde que as empresas continuem altamente capitalizadas como estão atualmente e que o preço das ações de empresas pequenas permaneça baixo. Ele acredita, entretanto, que se o consumo das famílias evitar uma recessão grave nos Estados Unidos – como espera o mercado - e caso as dúvidas sobre o sistema financeiro americano se dissipem, os investidores deverão gradativamente voltar a apostar nas "small caps", o que reduziria os benefícios das empresas com a recompra. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h03
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MAIS 40 AVIÕES BOEING PARA A GOL

 

 

A Gol, segunda maior companhia aérea brasileira, anunciou ontem (27/12) que assinou um novo contrato com a fabricante americana de aeronaves Boeing para a compra de mais 40 jatos 737-800. A empresa não informa o valor do contrato, mas considerando o preço unitário de lista do avião (70 milhões de dólares), a Boeing receberia um total de 2,8 bilhões de dólares.

A Gol também decidiu exercer as opções de compra de outros 34 Boeing 737-800, completando o contrato de aquisição de 121 aviões fechado em outubro de 2006.

Segundo Fernando Rockert de Magalhães, vice-presidente técnico da Gol, a estratégia é manter a frota da empresa renovada e, com isso, economizar em despesas com combustíveis e manter suas tarifas competitivas.

A Companhia opera hoje 99 aviões Boeing 737, incluindo os modelos 300, 700 NG e 800 NG. A empresa planeja substituir gradativamente os 737-300 por 737-700 ou 737-800, que têm maior capacidade de transporte e autonomia de vôo. Em 2014, a frota da Gol deverá ser de 151 aeronaves. Quase todos os aviões (137) serão do modelo 737-800 NG.

Com a frota maior e mais nova, a Gol espera implementar tantos os planos de crescimento próprio quanto os da Varig, companhia adquirida no começo deste ano. A Gol voa hoje para 60 destinos no Brasil e na América do Sul, Já a Varig opera em 14 cidades brasileira e 14 no exterior.

A Gol informa que os novos aviões que serão adicionados à sua frota obedecem a todas as exigências de segurança das autoridades de vôo do Brasil e dos Estados Unidos. Dentro de dois anos a idade média da frota da empresa terá recuado para 5,5 anos e então deve se manter nesse patamar. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h02
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METALFRIO FECHA ACORDO PARA COMPRA DE GRUPO TURCO

 

 

A Metalfrio fechou ontem um acordo para a compra do controle da companhia turca Senocak Holding. A empresa brasileira - que havia informado em outubro sua intenção de comprar a Senocak - vai pagar 32,66 milhões de euros por 71% da companhia. O acordo dá ainda à Metalfrio a opção de compra dos 29% restantes da empresa.

 

Essa opção poderá ser exercida dentro de três anos.Apesar de acertada, a operação depende ainda do aval das autoridades de defesa da concorrência da Turquia. A previsão da Metalfrio é que a aquisição seja fechada no primeiro trimestre de 2008.Segundo nota da Metalfrio, a Senocak atua no mercado de fabricação de equipamentos de refrigeração comercial e no varejo de equipamentos de refrigeração comercial na Turquia. Também atua no varejo de equipamentos de refrigeração comercial na Ucrânia e na Rússia, além de ter outros investimentos na Turquia. Fonte: O Estado de São Paulo

 

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ANATEL ARRECADA R$ 111,8 MI COM DUAS LICENÇAS EM SP

 

 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) arrecadou hoje R$ 111,8 milhões com o leilão de duas licenças à iniciativa privada de prestação de serviços de telefonia celular no interior de São Paulo. Esse valor representa um ágio de R$ 156,79% em relação a soma dos preços mínimos das licenças, que era de R$ 43,540 milhões. As duas licenças foram arrematadas pela operadora Oi, que as disputou com a empresa Unicel.

O superintendente de Serviços Privados da Anatel, Jarbas Valente, disse, em entrevista após o leilão, que a agência já esperava que a disputa seria acirrada, porque as duas empresas precisavam dessas licenças para poderem operar em todo o Estado, já que ambas tinham licença prestar o serviço só na Grande São Paulo.

As duas licenças leiloadas hoje fazem parte das chamadas "sobras de freqüência", para as quais não havia aparecido empresas interessadas em leilões anteriores. Essas freqüências são para prestação de serviço de telefonia celular convencional, menos moderna que a de terceira geração (3G), leiloada na semana passada. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h01
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FITTIPALDI E A PROMOÇÃO DO ETANOL NA FÓRMULA INDY

 

 

Quinze anos depois de vencer pela última vez a corrida mais conhecida da Formula Indy, a das 500 Milhas de Indianapolis, o piloto brasileiro Emerson Fittipaldi voltará a dirigir um carro no circuito, na prova a ser realizada em maio de 2008, mas dessa vez como "garoto-propaganda" do etanol.

Fittipaldi estará ao volante de um Corvette Z06 E85, um dos dois carros-madrinhas, como são chamados os veículos que definem o ritmo das voltas de apresentação - aquelas que antecedem a corrida e servem para pôr os carros em movimento para a competição.

Assim como o outro carro-madrinha, uma réplica comemorativa do primeiro Corvette a cumprir essa função em Indianápolis, há trinta anos, o automóvel que o brasileiro dirigirá foi produzido em edição limitada, especialmente para a corrida. Ele é movido a uma mistura chamada de E85, composta por 15% de gasolina e 85% de etanol, por sua vez derivado de "uma variedade de matérias-primas cultivadas nos Estados Unidos", como informam os organizadores da corrida, sem especificar de que tipo de produto agrícola virá o combustível.

Segundo a fabricante do carro, a montadora Chevrolet, levar ao circuito um carro adaptado ao uso de etanol serve de estratégia para mostrar um exemplo de veículo que alia alta performance a uso de energia alternativa aos derivados de petróleo.

A escolha de Fittipaldi, por sua vez, está ligada ao fato de o piloto ter participação em diversas empresas de exploração do etanol, no Brasil, e ser um defensor desse tipo de combustível no exterior, de acordo com os organizadores de Indianapolis.

Os carros da Fórmula Indy já usam etanol nas corridas, mas o lance é uma tentativa de ajudar a divulgar o produto, bastante criticado nos Estados Unidos porque o cultivo de sua matéria-prima - a mais comum no país é o milho, e não a cana-de-açúcar, como no Brasil - supostamente rouba espaço de outras culturas.

"No Brasil, a maioria dos carros usa etanol produzido a partir de plantações locais, por isso, eu entendo como um combustivel renovável desenvolvido domesticamente pode ser útil para um país", afirmou Fittipaldi ao site dos organizadores da corrida de Indianapolis.

A Chevrolet oferecerá no mercado americano, em 2008, sete modelos de carros comerciais movidos à mistura de E85. A concorrente General Motors é líder na venda de modelos adaptados a essa composição de combustível e já vendeu mais de 2,5 milhões de caminhonetes, picapes e carros movidos à mistura de etanol e gasolina. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h00
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GOVERNO LIBERARÁ R$ 1 BI PARA DRAGAGEM DE 15 PORTOS

 

 

O governo federal vai liberar R$ 1 bilhão para obras de dragagem em 15 portos brasileiros entre 2008 e 2009, afirmou hoje o secretário especial de Portos, ministro Pedro Brito. A meta é preparar os terminais para atracação de navios com capacidade de até 12 mil contêineres. Hoje, o limite é de 5.500 contêineres. A empresa que oferecer o menor preço será responsável pela obra e pela manutenção da dragagem por um prazo de seis anos. Como forma de baratear o processo, empresas internacionais poderão participar da licitação.

De acordo com ele, o edital para as obras no Porto de Rio Grande será lançado em janeiro do próximo ano. O edital para dragagem no Porto de Santos será divulgado em maio. Em Santos, disse o secretário, a meta é aprofundar o calado, ou seja, a profundidade, de 12 para 15 metros. O canal será alargado de 220 para 250 metros. O aprofundamento exigirá retirada de 12,6 milhões de metros cúbicos de resíduos do local. Para manter o calado, será preciso retirar quatro milhões de metros cúbicos anualmente.

No caso de Rio Grande, a idéia é ampliar o calado de 13 para 16,2 metros. "Com a ampliação do canal do Panamá, precisamos estar preparados para receber navios grandes", afirmou o ministro. Brito disse que a idéia do governo é definir portos concentradores, ou seja, aqueles que poderão receber navios grandes e, posteriormente, redistribuir as cargas para navios menores. O governo definiu que os portos de Santos e do Rio Grande terão essa função, mas outros portos serão escolhidos em parceria com a iniciativa privada. Fonte: Agência Estado

 

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O DAY-AFTER DO LEILÃO DA 3G

 

 

A Claro foi operadora de telefonia celular que mais se comprometeu com o leilão de licenças de terceira geração (3G). Arrematou nove licenças, garantindo cobertura nacional, com o compromisso de desembolsar 1,4 bilhão de reais. Como esse pagamento será feito, se sairá do caixa da Claro, subsidiária da mexicana América Móvil, ou se virá de captação, ainda não está definido, segundo o presidente João Cox. O executivo admitiu que o ágio médio pago pela empresa, de 103 por cento, ficou acima do esperado. Ele evitou divulgar a previsão de ágio com que a Claro trabalhava antes do leilão, mas reconheceu que "foi uma surpresa" a ousadia da Nextel, operadora de serviços corporativos.

 

"Foi um leilão tenso, com ágio médio que não era esperado no setor", reconheceu Cox. Assegurando que a Claro fará os investimentos necessários, ele acrescentou que é cedo para afirmar se os gastos elevados com as licenças terão impacto sobre o ritmo de contratação da rede.

 

Cox observou que o modelo de 3G prevê o compartilhamento de rede entre as operadoras, um fator que tende a reduzir custos, mas as incógnitas ainda são muitas nesse campo --por exemplo, sobre quem terá o controle dos clientes. O elevado ágio médio --quase 90 por cento-- em um leilão com quatro licenças para cada uma das 11 áreas, que poderiam ter sido arrematadas basicamente pelas quatro maiores operadoras do país, levou o mercado de capitais a questionar a viabilidade do negócio.

 

"Destacamos que ainda existem diversas dúvidas se os investimentos que as operadoras terão que realizar para a implantação da rede 3G, tendo em vista inclusive as obrigações de cobertura que as empresas terão que realizar, serão compensados por uma maior receita no horizonte de curto prazo, em função de preços mais elevados dessa tecnologia e menor poder aquisitivo da população brasileira", comentaram os analistas Felipe Cunha e Beatriz Battelli, da corretora Brascan.

 

Nextel ainda quer 3G - A aposta na tecnologia conhecida por "terceira geração" --que permite, entre outros, videoconferência pelo celular-- continua valendo também para a Nextel, segundo executivos da empresa. Embora tenha ficado sem qualquer licença no leilão de três dias realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a operadora que tem 1,2 milhão de clientes mira agora na quinta subfaixa de 3G que o órgão regulador ofertará, em 2008.

 

O vice-presidente de Marketing da Nextel, Mario Carotti, informou que a expectativa é complementar os serviços atuais de radiocomunicação pela plataforma iDEN, da Motorola, com oferta de conexão rápida à Internet que a 3G permite. Explicando a ofensiva inesperada no leilão desta semana, o vice-presidente jurídico e regulatório da Nextel, Alfredo Ferrari, afirmou que a empresa tinha um "business case" que justificava a agressividade no primeiro dia, quando o ágio recorde chegou a 274 por cento.

 

Sem sucesso na disputa por licenças da região que englobava Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe, o "business case" se alterou, segundo Ferrari. "Decidimos então mudar de estratégia e não sermos mais tão agressivos", disse. O executivo negou que a fabricante Motorola estivesse na retaguarda dos lances feitos pela Nextel no leilão, como chegou a ser noticiado. "Estávamos atuando isoladamente", disse.

 

A Nextel brasileira, subsidiária da norte-americana NII Holdings, descartou ser alvo de fusão ou aquisição neste momento, de acordo com Ferrari. Para os analistas Vera Rossi e Davis Bell, do Morgan Stanley, é negativo para a NII o fato de a Nextel Brasil não ter adquirido licença 3G para os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, mercados importantes no segmento corporativo. "Se o órgão regulador não oferecer subfaixa adicional, a NII vai ficar atrasada em relação à concorrência em termos tecnológicos", afirmaram em relatório. Fonte: Reuters

Vivo pode migrar freqüência para 3G - O anúncio foi feito pelo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg. Isso aumentaria o valor obtido pelo governo de R$ 5,338 bilhões para quase R$ 6 bilhões.

Atualmente, a Vivo opera na Banda L, com freqüência próxima aos 15 megahertz arrematados pela empresa na Banda J, faixa usada pela tecnologia 3G. A companhia teria apenas de comprar a licença relativa ao Amazonas na Banda L, que está em posse de outra concorrente, para passar a ter duas faixas.

 

Segundo o superintendente de Serviços Privados da Anatel, Jarbas Valente, a operadora pode decidir a compra da licença livremente e dobrar a capacidade de trabalho. "Tecnicamente isso é viável porque a Vivo trabalha na banda atual em freqüência próxima aos 15 megahertz arrematados pela empresa na banda J", explicou.

 

Sardenberg informou ainda que a licitação das freqüências extras para a tecnologia 3G ocorrerá até meados de 2008. Ele afirmou que a entrada de mais operadoras será um fator positivo para reduzir os preços das tarifas dos celulares.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse que previa uma arrecadação em torno de R$ 4 bilhões com o leilão das bandas de 3G e que ficou surpreso com o ágio pago , que ficou na média de 86% sobre os preços mínimos propostos pela Anatel.

 

Para o ministro, os preços do uso do telefone celular deverão cair em conseqüência do leilão. “As empresas já têm condições de baratear o serviço desde já, pois têm alto faturamento”, ressaltou.

 

Na avaliação de Costa, as empresas deveriam concentrar os esforços em baratear as ligações pré-pagas, que envolve cerca de 80% do serviço das empresas. Além de cumprirem um papel social em favor das camadas mais pobres baixando os preços, as operadoras, segundo o ministro, estimulariam o governo a reduzir os encargos tributários sobre os serviços de telefonia móvel. Fonte: Agência Brasil

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h18
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AS PREVISÕES PARA OS MERCADOS DE AÇÕES MUNDIAIS

 

 

Entre recordes e preocupações, 2007 termina com muita instabilidade no setor financeiro, mas, com a dissipação da crise do crédito nos Estados Unidos, as Bolsas de Valores mundiais têm chances de recuperar o equilíbrio no próximo ano, segundo analistas.

“Depois de um ano de 2006 eufórico, 2007 não foi tão forte (no mundo), mas os mercados avançaram bem", comentou John Silvia, economista da Wachovia, apesar do peso da crise dos empréstimos imobiliários de alto risco (subprime) no segundo semestre.

A três semanas do fim do ano, o índice Standard & Poor's (S&P) Global 1200, composto pelos principais valores das 29 Bolsas do planeta, avançou aproximadamente 11%, contra uma alta de 19% em 2006. O índice Dow Jones, de Wall Street, que ultrapassou em menos de três meses - entre abril e julho passado - os 13.000 e, depois, os 14.000 pontos, subiu 9%.

Nos principais mercados europeus, a tendência foi mais moderada, com exceção de Frankfurt (que registrou alta de 21%). Apesar de um período de recordes na primavera, Paris e Londres subiram 3% e 5%. As Bolsas asiáticas concentraram assim o entusiasmo dos investidores (alta de 98% em Xangai, de 44% em Hong Kong), apesar do recuo de 7% do Nikkei em Tóquio.

"Os mercados se movimentaram, em alguns casos violentamente", escreveu Abby Cohen, da Goldman Sachs, lembrando do primeiro golpe no fim de fevereiro, o risco de explosão de uma bolha especulativa na China.

Mas, segundo Silvia, este retorno à volatilidade é "provavelmente uma boa coisa", porque nos anos anteriores os investidores não tinham consciência dos fatores de risco. Para Christophe Donay, da Landsbanki Kepler, 2007 marca o fim do crescimento dos lucros das empresas a um ritmo de dois dígitos.

A evolução das Bolsas, que repousa sobre os lucros das empresas, vai depender no ano que vem da saúde da economia americana, afetada pela crise financeira, segundo analistas. Apostando em grande parte num forte desaquecimento econômico nos Estados Unidos no primeiro semestre e uma retomada no segundo, eles acreditam que a capacidade de crescimento dos lucros das empresas vai ser afetada. No total, os preços das ações devem aumentar em média de 5% a 10% em 2008 nos mercados ocidentais, segundo as diferentes estimativas dos analistas.

Na Europa, o aumento do lucro das empresas será de entre 0% e 5%, afirmou Donay. Os valores financeiros e os valores do setor da distribuição vão continuar vulneráveis aos efeitos latentes da explosão da bolha imobiliária, apesar de sua dissolução em meados de 2008, acrescentou Robert Keiser, da Thomson Financial.

Wall Street deve voltar à calma no segundo semestre depois da tempestade do subprime, segundo o Goldman Sachs, e pode ter uma alta de 13% das ações no fim de 2008, devido à retomada econômica e do dólar fraco que deve certamente ser favorável aos títulos voltados para a exportação. Em contrapartida, a fragilidade da demanda interna japonesa requer certa prudência, segundo o Deutsche Bank.

As Bolsas asiáticas e as dos países emergentes devem continuar subindo em razão de sua fraca dependência da conjuntura americana, mas "a desaceleração do crescimento econômico mundial deve provocar correções nos mercados em superaquecimento", advertiu Donay. Fonte:
UOL Economia

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h17
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EM ANO RUIM PARA O DÓLAR, REAL SAI VITORIOSO

 

 

Uma reportagem do diário econômico El Cronista Comercial destaca que o real saiu "vitorioso" em relação ao dólar em 2007: foi a moeda que mais se valorizou ao longo do ano.

"Em um ano negro para o dólar, o real foi a moeda que mais saiu fortalecida", diz o jornal argentino, afirmando que a moeda brasileira ganhou 20,58% em relação à americana nos últimos 12 meses.

De acordo com a reportagem, o real encabeça uma lista de moedas de países que se beneficiaram dos altos preços de commodities e do fluxo de recursos nos mercados internacionais. Neste ano, o preço do petróleo subiu 50%, da soja, 65%, e do ouro, 30%, informou o Cronista.

Depois do real, as moedas que mais subiram em relação ao dólar americano foram o dólar canadense (18,43%), a coroa norueguesa (12,71%), o dólar australiano (10,82%) e o euro (9,90%), afirmou o jornal.

Um analista ouvido pela reportagem afirmou: "A demanda global por commodities vai continuar, e isto dará força a essas economias e, por conseqüência, às suas moedas. O dólar pode fazer uma pausa, mas deve continuar caindo". BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. Fonte: O Estado de S.Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h16
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CRÉDITO CHEGA A 36% DO PIB, MAIOR NÍVEL DESDE 1995

 

 

Embalado pelo aquecimento da economia, por juros menores e pela corrida dos consumidores às compras de Natal, o volume de crédito na economia deve se aproximar neste fim de ano da cifra de R$ 1 trilhão, cerca de 36% do Produto Interno Bruto (PIB), o mais alto índice desde o auge do Plano Real, em 1995. De acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados ontem, em novembro, o crédito já havia atingido R$ 909 bilhões e, em apenas 11 dias de dezembro, cresceu mais 3%.

Em 2007, a expansão do crédito está sendo puxada principalmente pelas pessoas físicas, ou seja, o consumidor comum, que obteve do sistema financeiro 31,3% a mais de recursos do que em 2006. A modalidade que mais cresce é a do financiamento imobiliário (70,3% no ano), seguida do crédito consignado (32,8%), aquela em que o trabalhador toma o dinheiro emprestado no banco e tem a prestação descontada automaticamente do seu salário no fim do mês. Já são R$ 63,9 bilhões emprestados por trabalhadores do setor público e privado, em muitos casos para cobrir dívidas mais caras do cheque especial ou do cartão de crédito.

“A busca do crédito consignado tem se dado muito por mobilidade, para trocar dívidas mais caras por mais baratas”, disse o diretor do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.

Outro setor que está em expansão é o crédito para aquisição de veículos, que bateu em R$ 79,5 bilhões em novembro, uma expansão de 25,3% desde o ano passado. Com a aproximação do Natal, as compras com cartão de crédito também subiram, atingindo R$ 17,6 bilhões em novembro, 3,5% a mais do que em outubro e 31,2% a mais do que no mesmo mês de 2006.

A boa notícia de fim de ano, segundo o BC, é que, em geral, o dinheiro está chegando ao bolso do consumidor a um custo cada vez mais baixo. A taxa de juros cobrada da pessoa física caiu de 52,1% ao ano no fim de 2006 para 44,8% em novembro, a menor desde o início do Plano Real. No último mês, por exemplo, a queda dessa taxa chegou a um ponto porcentual e, em dezembro, já acumula queda de 0,7 ponto porcentual em menos de duas semanas.

“Desde agosto de 2005, quando a taxa Selic começou a cair, a taxa do tomador final já caiu 12,7 pontos porcentuais”, observou Altamir Lopes. Esse custo continuou caindo nos últimos meses, apesar de o BC ter interrompido a queda da Selic. A explicação para isso é que o spread cobrado pelos bancos, que corresponde ao prêmio de risco pela eventual inadimplência do devedor, já caiu para o menor nível da história no caso das pessoas físicas.

Dos 44,8% de juros ao ano que o tomador de empréstimo paga ao banco, em média, 33,3% se referem a esse spread - valor três vezes mais alto do que o custo de captação do dinheiro. “Ainda temos muito espaço para a queda do spread, que continua sendo muito alto para as pessoas físicas”, disse Altamir.

Além da maior concorrência entre os bancos, segundo Altamir Lopes, a própria expansão do crédito está possibilitando a redução do spread, já que as instituições financeiras possuem equipes que, ao mesmo custo, podem fazer uma avaliação de risco sobre maior número de operações de crédito - o chamado ganho de escala.

Além do crédito para consumo, o crédito à produção está crescendo em quase todos os setores. Na indústria, por exemplo, já são R$ 205,2 bilhões em operações, 24,7% a mais do que em 2006. Na construção civil, a expansão é de 24,4%, e no comércio, 21,7%. Fonte: O Estado de S.Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h15
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OPERAÇÕES DE CRÉDITO AVANÇAM E BENEFICIAM BANCOS MÉDIOS

 

 

As operações de crédito, que em novembro chegaram a 34,3% do PIB, ainda têm espaço para crescer sustentadas por fatores como expansão da renda, do emprego e queda dos juros. A expectativa da consultoria Austin Rating é que, no ano que vem, as operações de crédito ultrapassem R$ 1,050 trilhão, um crescimento de 20% sobre 2007. Em 12 meses encerrados em novembro deste ano, segundo dados do Banco Central divulgados ontem, o volume de crédito total no Brasil cresceu 26,7%, para R$ 908,8 bilhões.

Para a Austin Rating, a expansão significativa do crédito deve contribuir para que o setor bancário registre, em 2007, um dos melhores desempenhos financeiros desde a adoção do Plano Real, em 1994. Entre janeiro de 2004 e novembro deste ano, o volume das operações de crédito mais que dobrou de tamanho, passando de R$ 417,7 bilhões para os atuais R$ 908,8 bilhões, alta de 117,6% no período. "O destaque entre as modalidades de empréstimo devem continuar sendo as operações de crédito pessoal, seguido pelo crédito imobiliário, mesmo diante das elevadas taxas de juros e das incertezas relacionadas a 2008", avalia a Austin em relatório.

Entre os fatores citados pela consultoria como impulsionadores das operações de crédito nos últimos anos estão recuperação da renda e do emprego no País, queda doa juros, desenvolvimento de novas modalidades de crédito com menor risco de "calote", realização de parcerias com empresas do setor varejista e farta liquidez internacional.

"Houve também o alongamento dos prazos de financiamento, flexibilização de normas por parte da autoridade monetária na concessão de crédito para todos os segmentos e o forte avanço do crescimento econômico traduzido numa maior disponibilidade de recursos para o financiamento de bens duráveis, como automóveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos", diz o relatório.

Entre janeiro de 2004 e novembro de 2007, as operações realizadas pelas pessoas físicas foram as impulsionadoras no aumento do volume de crédito. No período analisado, as operações realizadas pelas pessoas físicas cresceram 209,4%, passando para R$ 312,5 bilhões em novembro último. Em relação a novembro do ano passado, a expansão foi de 2,4% e em 12 meses chegou a 32,6%. Na nota de crédito, o BC considera o aumento das operações "compatível com o dinamismo da atividade econômica e impulsionado também pelo aumento das transações empresariais típicas deste período do ano". Fonte: Gazeta Mercantil

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h14
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NEM CRISE NOS EUA DEVERÁ AFETAR RENDA AGRÍCOLA BRASILEIRA

 

 

A perspectiva de uma recessão econômica nos Estados Unidos ou uma eventual diminuição significativa no crescimento da economia daquele país poderá mudar as projeções para os preços das commodities, incluindo as agrícolas. Na média, segundo estimativas da RC Consultores, as cotações das commodities agrícolas cairiam 5% no ano que vem. Com o novo cenário, o ajuste pode ser de 10% a 15% - considerando todas as commodities.

Mesmo assim, segundo o economista Fábio Silveira, da RC Consultores, a receita da lavoura brasileira não deverá ser afetada significativamente, mesmo se o desaquecimento da economia dos Estados Unidos se confirmar, como efeito da crise no mercado imobiliário. Para Silveira, o valor da produção deverá alcançar R$ 152 bilhões. Neste prognóstico foram incluídos grãos e culturas perenes, como café, cana-de-açúcar e fumo. "Não sabemos, por exemplo, como ficará a taxa de câmbio", afirma. Pelas projeções iniciais realizadas da consultoria, a receita agrícola no próxima ano será 23% superior à de 2007.

Efeito menor - Apesar de acreditar que o cenário mundial para 2008 possa ficar mais negativo que o deste ano, Silveira acredita que as commodities agrícolas tenderiam a ter os preços reduzidos com menor velocidade que as cotações de outros produtos (como metais). Uma das razões desse descompasso é que os preços agrícolas subiram menos em 2007.

Além de um desaquecimento da demanda mundial, o economista lembra a questão financeira, que poderá levar: muitos investidores a sair das bolsas, reduzindo os valores das commodities. "Mas, apesar de um possível esfriamento da economia dos Estados Unidos, os produtos agrícolas, especialmente os grãos seguem em patamares acima das médias históricas", afirma o economista.

Pelas projeções otimistas da RC Consultores, a soja teria uma valorização de 13% em 2008, enquanto o milho subiria 2%, enquanto a carne de frango teria aumento de 2% e o açúcar, 4%. "Vários países estão plantando milho, por causa dos atuais níveis de preço, e isso provocará um arrefecimento nas cotações", avalia. Historicamente, o grão é cotado a 250 centavos de dólar por bushel e, em 2008, a previsão - sem crise nos Estados Unidos - é de 380 centavos de dólar por bushel. Em 2007, a média dos preços do produto foi de 372 centavos de dólar por bushel.

No cenário sem revisão, a soja ficará a US$ 9,8 por bushel - em 2007 a média foi de US$ 8,6 o bushel. A carne de frango, a US$ 1,42 o quilo, e o açúcar, a 10,3 centavos de dólar a libra-peso. "Mesmo em um cenário negativo a soja deve ter valorização porque houve um encolhimento da área em função do milho", afirma.

"Os preços internacionais, que estão em patamares elevados, podem encolher além do desejado", afirma Silveira. Segundo ele, talvez a economia dos Estados Unidos não cresça o que se esperava: 1,5% de aumento do Produto Interno Bruto (PIB). O economista acredita que, somente nas próximas semanas ficará mais claro se isso poderá ocorrer. Silveira afirma que a queda nos preços das commodities ocorrerá por uma menor demanda mundial. "Diminui o volume do comércio mundial, e a demanda chinesa também", diz. De acordo com ele, isso pode fazer com que a China deixe de ser uma "consumidora voraz". Fonte: Gazeta Mercantil

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 14h12
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O LADO SOMBRIO DA BOVESPA

 

 

Por pouco mais de dois anos, os donos da Gol, da Natura e da Cosan viveram uma espécie de lua-de-mel com a bolsa de valores. Nessa fase, as três empresas se tornaram símbolos de um novo momento do capitalismo brasileiro: suas ações foram as estrelas do mercado local e os empresários Luiz Seabra, Pedro Passos e Guilherme Leal (da Natura), Rubens Ometto (da Cosan) e os quatro irmãos Constantino (da Gol) entraram na lista dos homens mais ricos do mundo. Nos últimos 12 meses, porém, essa sensação de que nada pode dar errado foi se esvaindo. Até o início de dezembro, as ações das três empresas tiveram os piores desempenhos entre aquelas que compõem o Índice Bovespa. Na Natura, a queda foi de aproximadamente 35%. As ações da Cosan caíram mais de 50% e as da Gol quase 23%. Gol, Natura e Cosan são agora símbolos dos efeitos do lado menos glamuroso da bolsa, aquele que pune sem dó empresas que não entregam os resultados esperados pelos investidores. "O mercado pode ser muito cruel", afirma Jay W. Lorsch, professor de administração da Harvard Business School, uma das mais conceituadas do mundo. "As empresas vão do céu ao inferno em questão de meses."

Para tentar estancar a queda no valor das ações, as companhias têm adotado diferentes expedientes. A solução mais radical vem sendo elaborada pelos donos da Gol. Depois de ver seu patrimônio dilacerado na bolsa -- o valor de mercado da Gol caiu de 15 bilhões de reais em 2006 para menos de 10 bilhões de reais neste ano --, os irmãos Constantino começaram a estudar o fechamento do capital da empresa. Um dos motivos para a decisão é puramente financeiro: eles julgam baixo o preço atual das ações. Recomprando a Gol agora, a família poderia voltar a abrir seu capital num momento mais favorável, quando a crise aérea estiver contornada e a complicada absorção da Varig concluída. Com isso, ganharia uma bolada comprando na baixa e vendendo na alta. O outro motivo é estratégico. Entre os controladores da Gol, ganhou força a percepção de que sua abertura de capital acabou facilitando o trabalho da rival TAM em seu projeto de copiar as características que fizeram da Gol uma das companhias aéreas mais rentáveis do mundo. Afinal, todos os seus números e projetos de expansão de capacidade têm de ser revelados ao mercado. De acordo com esse raciocínio, fechar o capital seria a melhor forma de competir num sistema de duopólio -- assim, o ônus de abrir o jogo para o inimigo recairia apenas sobre a TAM, deixando a Gol numa posição competitiva vantajosa.

O processo já se encontra em fase avançada de negociação. Para coordenar a operação, a Gol contratou o banco de investimento Morgan Stanley e obteve a garantia de recursos do fundo de private equity AIG Capital. Os cerca de 2 bilhões de dólares em empréstimos necessários para viabilizar a operação já estão praticamente garantidos com três grandes bancos (Itaú, Santander e Unibanco), segundo um alto executivo do setor. A saída encontrada pelos Constantino, porém, pode apresentar sérias dificuldades. Primeiro, endividar a companhia nesse nível -- equivalente a cinco vezes seu fluxo de caixa -- é uma manobra extremamente arriscada. Qualquer soluço no mercado nacional de aviação pode tornar a dívida impagável e colocar em risco sua sobrevivência. Além disso, é possível que a proposta enfrente fortes resistências dos acionistas minoritários. Caso o prêmio oferecido não seja considerado bom o bastante, a operação pode simplesmente fracassar, como tem acontecido com as propostas de reestruturação societária da Oi, e, pior, resultar numa onda de processos judiciais contra a companhia. Recentemente, nos Estados Unidos, a família Dolan (dona de um conglomerado que inclui empresas de TV a cabo e ginásios esportivos) sofreu uma humilhante derrota na tentativa de fechar o capital da Cablevision. Sua oferta de 22 bilhões de dólares foi recusada pelos minoritários e a companhia continua listada em bolsa.

A Natura, empresa que inaugurou a onda de aberturas de capital que vem transformando o capitalismo brasileiro nos últimos três anos, enfrenta desafios igualmente complexos. Inicialmente saudada como exemplo máximo das qualidades da boa governança corporativa, a Natura e o mercado de capitais terminaram por ficar de mal um com o outro. Segundo analistas, a antes tão elogiada cultura da empresa, resumida pelo lema "Bem estar bem", tem se mostrado incompatível com a dinâmica do mercado de capitais, cada vez mais sedento por resultados de curto prazo. Na visão dos analistas, a Natura tem demonstrado pouco apetite para cortar custos. Resultado: o mercado acaba punindo suas ações, que não param de cair desde o início do ano. "A Natura cresce muito aquém de seu potencial", afirma o analista de um grande banco americano. "Seus custos são cerca de 15% maiores que os de seus concorrentes, e eles resistem fortemente a abrir mão de sua cultura em nome da melhoria nos resultados." Além disso, o avanço de concorrentes como a Avon acendeu uma luz amarela entre os investidores. Nos últimos meses, o mercado começou a especular se os donos da Natura não seguiriam os passos da Gol em sua tentativa de fechar o capital. "Se fosse uma empresa americana, essa situação seria a senha para chamar um fundo de investimento, deixar a bolsa e reestruturar a companhia", afirma John Cofee, especialista em fechamento de capital da Universidade Columbia. A Natura nega veementemente que esteja estudando fechar o capital. Para tentar recuperar o valor dos papéis, os três controladores anunciaram que estavam comprando ações da companhia no mercado.

O que os controladores de Natura, Gol e outras empresas que foram à bolsa nos últimos anos estão sentindo é que, quando abrem o capital, deixam a confortável posição de monarcas absolutistas. Enquanto as coisas estão indo bem, esse aspecto é mitigado pela fortuna feita na bolsa. Quando a maré vira, o ressentimento surge com força total. Suas decisões passam a ser criticadas publicamente por analistas, que têm o poder de punir as ações e diminuir-lhes o patrimônio. É nessa hora que se percebe se o empresário tem ou não vocação para a vida de empresa aberta. O paulista Rubens Ometto deu demonstrações recentes de que se encaixa no segundo grupo. Para manter o controle total da Cosan, lançou mão de uma reestruturação acionária que tirou poder e dinheiro dos minoritários num nível considerado incompatível por especialistas. "O Ometto pegou os investidores de surpresa", afirma Marcelo Brisac, analista de agronegócio da Itaú Corretora. A punição não demorou a vir. Apenas nos dois dias seguintes ao anúncio da reestruturação, a Cosan perdeu 800 milhões de reais em valor de mercado. A ação da companhia teve o pior desempenho do ano no pregão brasileiro.

Nos Estados Unidos, onde já ocorreram diversos ciclos de abertura e posterior fechamento de capital, a discussão em torno das vantagens e desvantagens da vida de empresa aberta é, embora antiga, atualíssima. Um dos principais pontos de debate é o conflito de interesses entre executivos e acionistas, especialmente de empresas com controle pulverizado: o presidente da companhia quer se manter empregado e ganhar status entre seus pares, e para isso pode tomar decisões que não são do interesse dos acionistas -- aquisições tresloucadas são a atitude mais comum. Em empresas abertas que sofrem com esse conflito, as ações correm sério risco de manter-se aquém de seu potencial de valorização. Essa é uma das explicações para o crescimento dos fundos de private equity, que, ao fechar o capital de uma empresa, juntam os interesses de executivos e acionistas e, assim, turbinam seu desempenho. A americana Cargill se mantém fechada há décadas, sem que isso a impeça de ser líder mundial do agronegócio. "Nós jamais faríamos uma aquisição por pressão do mercado", diz Sérgio Rial, presidente da Cargill no Brasil. O espetacular desempenho da bolsa brasileira levou muitos empresários a crer que a vida de empresa aberta só traria vantagens e seria o modelo óbvio a ser seguido. Mas, os problemas enfrentados pelos bilionários de Gol, Natura e Cosan trataram de provar que a bolsa, aqui como lá, também tem seu lado sombrio. Fonte: Portal Exame

 

O mercado não perdoa
Nos últimos meses, as ações da Gol e da Natura têm apresentado forte desvalorização, como mostra o quadro abaixo:
AÇÕES DA GOL (em reais)
25/4 2006 72,76
23/9 2006 77,29
23/2 2007 62,56
25/6 2007 63,10
7/12 2007 47,94
Por que caíram
- Crise no setor aéreo: A queda na demanda e o aumento dos custos de combustível tiveram impacto direto nos resultados da empresa. No último trimestre, o lucro líquido da Gol caiu quase 79% em relação ao ano passado.
- O peso da Varig: A compra da Varig, antes vista como algo positivo pelo mercado, aparece como um risco a mais para os investidores. A companhia deveria começar a operar no azul já neste ano, mas teve sua reestruturação prorrogada até meados de 2008.
AÇÕES DA NATURA (em reais)
25/4 2006 22,88
24/11 2006 29,05
25/6 2007 27,17
7/12 2007 18,86
Por que caíram
- Baixo crescimento da empresa: Os últimos resultados da Natura ficaram aquém do esperado pelo mercado. A empresa tem crescido em média 15% ao ano — bem atrás dos 33% previstos por analistas e investidores.
- Aumento da concorrência: A Avon, principal concorrente da Natura, tem avançado fortemente sobre o mercado de cosméticos. No último trimestre, as vendas da Avon cresceram 21% na América Latina, a maior parte delas registrada pelo Brasil.
Fonte: Economática

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 13h51
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AÇÃO DA CESP DISPARA 14% COM RETOMADA DE PRIVATIZAÇÃO

 

 

As ações da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) disparam hoje (26/12) na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), reforçando movimento de alta iniciado no último pregão no mercado local, na sexta-feira (dia 21). Naquele dia, o mercado trabalhava com a informação de que o Conselho Diretor do Programa de Desestatização(PED) se reuniria para aprovar a retomada do processo de venda da empresa - a expectativa é que o processo se conclua no primeiro trimestre de 2008.

A empresa será vendida inteira em bloco único, incluindo as ações ordinárias (ON) e preferenciais classe B (PNB), todas de titularidade da Fazenda do Estado de São Paulo, por meio de leilão na Bovespa. O preço mínimo deve ficar na casa de R$ 45 por ação, o que significaria R$ 14 bilhões pela companhia. Mas, segundo fontes do jornal O Estado de S. Paulo, o valor unitário poderia chegar a R$ 60, elevando o preço total para mais de R$ 20 bilhões.

O vice-governador de São Paulo, Alberto Goldman, afirmou à Agência Estado que o preço definitivo ainda não está fechado. "Não há valor definido ainda, essa é uma primeira avaliação", disse. "Agora, nós vamos fazer a nossa avaliação, levando em conta vários dados que não são esses que estão colocados hoje em cima da mesa."

Segundo ele, a definição do valor da Cesp será "o último passo do processo". "Vamos analisar tudo aquilo que existe e também nossa concepção do valor da empresas", afirmou. "(O preço final) dificilmente ficará abaixo desse e possivelmente ficará acima."

Depois de ficar em leilão por cerca de 20 minutos, as ações PNB da Cesp subiam 14,10%, cotadas a R$ 42,15, às 11h43, e tinham o maior giro do dia até o momento, de R$ 121,959 milhões. Petrobras PN tem o segundo maior giro, co R$ 80,318 milhões e Vale PNA movimenta R$ 27,4 milhões. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 13h47
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ITAÚ COMPRA PRIVATE BANKING DO BBVA NA AMÉRICA LATINA

 

 

O Banco Itaú deve anunciar nos próximos dias a compra da área de private banking (voltada a clientes de alta renda) para América Latina do banco espanhol BBVA, localizada em Miami. O valor do negócio é estimado em US$ 1 bilhão. Antes de ser divulgada oficialmente, a transação terá de ser aprovada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

No relatório anual relativo ao exercício 2006, o BBVA informa que a área de private banking está dividida em duas sedes: Miami e Suíça (sem especificar a cidade). Em 31 de dezembro do ano passado, o total de recursos administrados pela divisão chegava a 6,2 bilhões de euros. No exercício 2006, a instituição disse que conseguiu captar 126 milhões de euros em novos recursos. O BBVA é o segundo maior banco da Espanha, atrás apenas do Santander (que no Brasil comprou o Banespa no ano 2000 e, mais recentemente, o ABN Amro Real). O BBVA teve uma passagem malsucedida pelo mercado brasileiro. Em 1998, gastou cerca de US$ 1 bilhão para comprar o Excel Econômico, que na época passava por grandes dificuldades.

Segundo fontes que acompanharam o negócio, o Itaú enfrentava a concorrência do Santander. O Itaú é o banco privado brasileiro que tem demonstrado mais interesse em expandir-se além das fronteiras do País. Na Argentina, por exemplo, a instituição comanda, desde 1998, o Banco Itaú del Buen Ayre. À época, a aquisição custou cerca de US$ 400 milhões. Nem mesmo a grave crise econômica argentina, a partir de 2001, desencorajou o banco das famílias Villela e Setubal a sair daquele país. O Itaú também comprou em 2006 as operações do BankBoston no Chile e no Uruguai, além da unidade brasileira, que, sozinha, custou R$ 4,5 bilhões. Fonte: O Estado de S.Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 13h47
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NET FECHA AQUISIÇÃO DA BIG TV

 

 

A NET Serviços, empresa multisserviços via cabo, fechou a aquisição da BIG TV, operadora de TV por assinatura e banda larga, que atua nas cidades de Guarulhos (SP), Valinhos (SP), Botucatu (SP), Jaú (SP), Sertãozinho (SP), Marília (SP), Ponta Grossa (PR), Cascavel (PR), Cianorte (PR), Guarapuava (PR), Maceió (AL) e João Pessoa (PB).

A BIG TV tem como sócias as empresas Alusa – Companhia Técnica de Engenharia Elétrica - e Coax Telecomunicações Ltda, além de outros acionistas e quotistas. Possui cerca de 107 mil assinantes de TV por assinatura e 56 mil assinantes de internet banda larga, com uma rede de 3 mil Km que cobre 409 mil de domicílios. A receita líquida anualizada da BIG TV totalizou R$ 102 milhões, com uma margem de 40%.

Com a aquisição, a NET passa a deter 48% do mercado de TV por assinatura e 18% do mercado de internet banda larga. Além disso, a amplia sua atuação de 79 para 91 cidades brasileiras.

“O objetivo é fortalecer a presença no mercado, ampliando a área de atuação nas regiões da Grande São Paulo, interior do Paraná e Nordeste. A rede adquirida é totalmente complementar, o que nos permitirá oferecer produtos para mais cidades e levar concorrência em telefonia fixa para onde antes não havia”, diz Francisco Valim, presidente da NET.

A aquisição depende de aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel. Uma vez aprovada pela Anatel, a aquisição será submetida à aprovação dos acionistas da NET. Fonte: Canal Executivo

 

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CHRYSLER ESTÁ OPERACIONALMENTE FALIDA, ADMITE SEU PRESIDENTE

 

 

O presidente da montadora americana Chrysler, Robert Nardelli, admitiu ao The Wall Street Journal que a empresa enfrenta sérias dificuldades financeiras. "Se alguém me perguntar se estamos falidos, tecnicamente não estamos, mas operacionalmente, sim", afirmou o executivo a funcionários da montadora, em um encontro no início de dezembro. Procurado pelo WSJ, Nardelli confirmou a declaração. "A única coisa que nos mantém longe da falência são os 10 bilhões de dólares que os investidores aportaram", disse.

Há apenas quatro meses, a companhia foi vendida pela alemã Daimler ao fundo de participações americano Cerberus Capital Management. Na prática, os alemães pagaram para que o fundo assumisse a empresa, que sofreu um prejuízo de 1,5 bilhão de dólares no ano passado, decorrentes, em grande medida, dos pacotes de benefícios pagos a aposentados e funcionários sindicalizados.

Para fazer caixa e manter as operações, a Chrysler está tentando vender alguns ativos, como terrenos e fábricas velhas. O total dos bens ofertados alcança 1 bilhão de dólares, embora haja a possibilidade de serem contabilizados por um valor menor nas demonstrações financeiras.

Neste ano, a empresa espera perdas de 1,6 bilhão de dólares. Com o agravamento da situação, Nardelli limita-se a dizer que espera "melhorias significativas" para o próximo ano. Inicialmente, o executivo supunha poder gerar algum lucro já em 2008.

A venda de ativos é a alternativa mais viável para a montadora neste momento. As grandes instituições financeiras estão mais seletivas para liberar crédito, porque continuam sofrendo os efeitos negativos da crise das hipotecas americanas. A Cerberus, sua nova controladora, também pode ajudar pouco agora. O fundo de private equity enfrenta graves perdas causadas pelo subprime, oriundas da GMAC Financial Services, braço financeiro comprado da General Motors por 12 bilhões de dólares. Fonte: Portal Exame

 

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SPRINGER CARRIER VENCE CONCORRÊNCIA CHINESA

 

 

Poucas empresas instaladas no Brasil sentiram tanto o impacto da concorrência chinesa como a Springer Carrier, maior fabricante de aparelhos de ar-condicionado do mundo e líder nacional do setor. Em apenas dois anos, entre 2004 e 2006, sua participação de mercado caiu de 31% para 25%. As desvantagens competitivas da Springer eram enormes. Os produtos fabricados na China d