COPOM DEFENDE 'PRUDÊNCIA' E LEVANTA CHANCE DE JURO MAIOR

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S&P VÊ PREJUÍZOS DE BANCOS POR HIPOTECAS SUPERANDO US$ 265 BI

A Standard & Poor's disse na quarta-feira (30/1) que as perdas totais para as instituições financeiras por conta dos problemas no mercado de hipotecas vão acabar chegando a mais de US$ 265 bilhões.
O comentário da agência de rating veio depois de ela dizer que cortou ou poderia cortar suas classificações para títulos com base em hipotecas no valor de US$ 270 bilhões e colocar US$ 264 bilhões em obrigações de dívidas colateralizadas em observação para uma possível redução.
"Os bancos estão se preparando para um novo capítulo na história que se desenrola sobre os seus problemas com o mercado de hipotecas", afirmou a Standard & Poor's.
A agência declarou que sua ação mais recente não deve trazer mais perdas significativas a mais de US$ 90 bilhões em prejuízos já reportados por grandes instituições financeiras, mas ponderou que os agentes menores podem ter de lidar com baixas contábeis.
A Standard & Poor's disse esperar uma revisão para cima das perdas de alguns bancos europeus e nos Estados Unidos ela espera que os prejuízos se movimentem para os bancos regionais, empresas de crédito e bancos de empréstimos imobiliários. Fonte: Reuters
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12h26
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GANHOS HISTÓRICOS EM 2007 PREMIAM ACIONISTA DE BANCO

O forte crescimento do crédito em 2007 antevê mais uma safra de lucros extraordinários para os bancos brasileiros. O Bradesco abriu na segunda-feira a temporada de balanços, com lucro líquido de R$ 8 bilhões em 2007, o maior resultado de um banco no País nos últimos 20 anos, segundo a Economática. Projeções da Austin Rating para os quatro maiores bancos de capital aberto - além do Bradesco, foram considerados Banco do Brasil, Itaú e Unibanco - indicam ganho conjunto de R$ 25,3 bilhões, que, se confirmado, representará uma alta de 28,7% em relação a 2006.
O Itaú, que divulgará o balanço no dia 12, deve fechar 2007 com lucro líquido de R$ 8,3 bilhões, segundo estimativa da Austin. Para o Banco do Brasil, cujo resultado sairá dia
Lucros recordes significam dividendos altos para os detentores de ações dos bancos. O Bradesco reservou R$ 2,8 bilhões para remunerar seus acionistas, cerca de 35% de seu lucro. Levando em conta o pago pelo Bradesco e as projeções de lucros da Austin, juntos, Bradesco, Itaú, BB e Unibanco devem distribuir mais de R$ 10 bilhões de lucro para os acionistas. Fonte: Gazeta Mercantil
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12h23
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LUCRO DO BICBANCO SOBE 37%, PARA R$ 50,4 MILHÕES, NO QUARTO TRIMESTRE

O Banco Industrial e Comercial (BicBanco), instituição voltada às pequenas e médias empresas, apresentou lucro líquido de R$ 50,4 milhões no quarto trimestre do ano passado, um crescimento de 37% sobre os R$ 36,6 milhões obtidos em igual período do ano passado.
No ano, a instituição embolsou R$ 181,9 milhões, montante 74,8% superior ao observado em 2006. Esse ganho inclui as despesas com a abertura de capital, que somaram R$ 19,9 milhões. Sem contar esse elemento, o lucro líquido teria sido de R$ 195,1 milhões, 87,4% acima dos R$ 104,1 milhões obtidos em 2006.
De acordo com banco, o crescimento obtido resulta do maior volume das operações de crédito, aliado à manutenção da qualidade da carteira e à disciplina na gestão das despesas operacionais, mesmo considerando a ampliação da rede de atendimento.
No trimestre, as receitas de intermediação financeira totalizaram R$ 365 milhões, crescimento de 64% no comparativo anual. No ano, a receita foi de R$ 1,27 bilhão, alta de 15% sobre 2006. Já a receita com prestação de serviço avançou 29,3%, fechando o trimestre em R$ 12,5 milhões. No ano, o crescimento foi de 26%, para R$ 42,9 milhões.
As operações de crédito avançaram 71,8% na comparação com o quarto trimestre de 2006, totalizando R$ 7,617 bilhões. Os ativos totais do banco somavam R$ 11,009 bilhões, alta de 50%.
No trimestre, o crédito corporativo representava 91,6% das operações de crédito do banco, compreendido por empresas de médio e grande portes. O crédito consignado correspondia a 6,3% e o crédito pessoal a 2,1% do total da carteira.
No encerramento do ano passado, as provisões para cobertura de créditos de liquidação duvidosa acumularam um montante de R$ 133,3 milhões, saldo 45,3% superior ao do quarto trimestre de
A companhia também destaca a abertura de capital, realizada em outubro do ano passado, que resultou em um aumento de capital de R$ 500 milhões. Fonte: Valor Online
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UNIÃO EUROPÉIA SUSPENDE COMPRA DE CARNE DO BRASIL

Por uma seqüência de negligências do governo brasileiro e confusão burocrática, a carne bovina nacional está suspensa do mercado europeu por tempo indeterminado. A União Européia (UE) não aceitou a lista de 2,6 mil fazendas apresentada pelo governo, que receberia o sinal verde para exportar carne ao principal mercado mundial. Uma nova missão da UE será enviada em 25 de fevereiro ao País, mas o Itamaraty já prevê a interrupção do comércio pelo menos por dois meses, mesmo que o problema não seja a qualidade da carne, e sim a incapacidade do País de seguir as recomendações dos importadores.
Depois de dois anos de debates e de várias oportunidades dadas pelos europeus para que o Brasil colocasse seu sistema de rastreamento de gado
Mas o governo, sem coordenar a lista entre os Estados, enviou em partes a relação com as 2,6 mil fazendas. Só o Estado de Minas Gerais preparou uma lista de 1,3 mil e encaminhou ao governo federal no último sábado. A Europa se recusou a publicar a lista em seu diário oficial, embora a Comissão admita que não se trata de uma ameaça à saúde dos consumidores e, sim, de uma suspensão técnica.
O governo já sabia há três dias que não havia garantias de que a exportação seria mantida. “Alertamos que, no momento, não há garantias de que a produção de carne fresca de bovinos, obtida de animais oriundos de fazendas constantes na referida lista, poderá ser exportada para aquele bloco econômico (UE)”, afirmou a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura em carta obtida pelo Estado. O documento, que circulou internamente no governo, é datado de 28 de janeiro e assinado por Ari Crespim dos Anjos, do Ministério da Agricultura.
Situação pode mudar - Irritada com a atitude do Brasil, a UE deixou claro ao governo, na noite de terça-feira,que a lista era inaceitável. Ontem, Bruxelas confirmou a suspensão em declaração à imprensa. O comissário de Saúde do bloco, Markos Kyprianou, que por meses apoiou os esforços do Brasil, perdeu a paciência. Diante da pressão de grupos privados europeus, principalmente da Irlanda, o comissário teve de ceder e aceitar a suspensão.
“Consideramos cerca de 300 propriedades como autorizadas a exportar para a UE, com base em inspeções prévias”, disse Kyprianou. “Agora, não há uma lista de propriedades autorizadas e, neste momento, não há propriedades brasileiras autorizadas a exportar para a UE.”
O comissário admite que a situação pode mudar “logo”. Mas deixou claro que, por enquanto, a suspensão está declarada. No Itamaraty, todo o discurso e reuniões no exterior para provar que a carne nacional era segura acabaram desacreditados pela falta de organização no Ministério da Agricultura e a confusão em torno das listas.
O governo alegou que enviou uma lista oito vezes maior que a pedida pelos europeus diante do fato de que todas as fazendas cumpriam as exigências e, portanto, não poderia escolher entre elas. Na prática, o Brasil tentou jogar a responsabilidade da escolha das fazendas de volta aos europeus.
Funcionários de alto escalão do governo ainda acreditavam que as ameaças da UE não passariam de blefe, já que o bloco precisaria da carne nacional para manter a inflação de alimentos em baixa. Ontem, a UE deixou claro que não ficará refém de nenhum fornecedor. Os brasileiros também não contavam que o produto poderá ser substituído por outros exportadores, como Uruguai e Austrália, além dos próprios europeus.
Em Bruxelas, autoridades européias não disfarçam a decepção em relação à atitude do Brasil. Ministros, veterinários e setor privado brasileiro fizeram várias viagens a Bruxelas para tentar convencer os europeus de que a carne estava dentro dos padrões. Kyprianou, quando esteve no Brasil, foi recebido com um enorme churrasco. O que os brasileiros não sabiam era que o comissário é vegetariano. Fonte: O Estado de S. Paulo
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DONO DA JET BLUE PRETENDE CRIAR EMPRESA DE AVIAÇÃO NO BRASIL

Segundo quatro fontes ouvidas por EXAME nos últimos dias, David Neeleman, fundador da companhia aérea americana JetBlue, pretende criar uma empresa de aviação no Brasil para competir com a Gol e a TAM. Desde o final do ano passado, o empresário analisou a compra de três companhias brasileiras do setor – nenhum dos acordos vingou, mas as tentativas demonstram o interesse de Neeleman pelo mercado brasileiro. A primeira foi a BRA. Em setembro de 2007, antes da empresa entrar em processo de recuperação judicial, Neeleman se encontrou com Humberto Folegatti, fundador da BRA, mas desistiu do negócio diante das dívidas da companhia. A segunda empresa estudada foi a TAF, que transporta passageiros e carga nas regiões Norte e Nordeste. Neeleman entrou em contato com executivos da empresa em novembro do ano passado, mas nem sequer marcou uma reunião com os controladores. A última tentativa teria acontecido há duas semanas. Um executivo próximo à Neeleman pediu informações para a Vasp, empresa
De acordo com um executivo familiarizado com a transação, Neeleman já tem disponíveis cerca de 250 milhões de dólares para investir no Brasil. Parte desse dinheiro teria sido levantado com fundos estrangeiros. O plano do empresário é criar uma companhia de baixo custo e baixa tarifa, aos moldes da JetBlue. A frota da nova empresa deve ser formada por aviões da Embraer. A Jet Blue espera receber uma encomenda de 71 aviões e ainda tem direito de compra de outras 100 aeronaves. O modelo escolhido foi o Embraer 190, com 100 lugares, bem menor que os aviões utilizados pela TAM e Gol.
Ex-missionário mórmon, David Neeleman nasceu no Brasil. Por isso, a legislação não o impede de possuir uma companhia aérea no país. Em 1999, ele fundou a JetBlue,
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GOVERNO JÁ ESTUDA FUSÃO ENTRE VIVO E TIM
A possibilidade de se permitir uma operação conjunta entre as empresas de telefonia celular Vivo e TIM pode ser considerada dentro de uma discussão maior em torno de uma reestruturação do setor de telefonia, admite um técnico do governo. Essa seria uma forma de atender à Telefónica, sócia da Vivo, dentro de um processo maior de mudança de regras no setor de telecomunicações no Brasil, partindo da fusão entre a Oi e a Brasil Telecom (BrT).
A medida seria uma espécie de compensação para a Telefónica, que se sentiria prejudicada com a união das outras duas grandes empresas de telefonia fixa local. A operação conjunta da Vivo e TIM foi vetada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em outubro do ano passado, quando o órgão deu sua decisão sobre a compra da empresa italiana Telecom Italia (dona da TIM), pelo grupo espanhol Telefónica. Os reflexos no Brasil da consolidação do mercado europeu ainda estão sendo analisados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Apesar de ter aprovado o negócio, a Anatel impôs 28 restrições para assegurar que as empresas dos dois grupos no Brasil - Vivo e TIM - mantenham administrações independentes. À época, a Anatel deu um prazo de seis meses para que Telefônica e Telecom Italia apresentem um novo acordo de acionistas que atenda às exigências da agência.
O problema maior é que Vivo e TIM têm, juntas, mais da metade dos 120 milhões de celulares
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BRASIL É PORTO SEGURO PARA INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS

A falta de "oxigênio" para varejistas norte-americanas e européias em seus mercados de origem deve levar a um aumento da presença internacional do varejo no Brasil. "Ou via franquias, ou por meio de associações ou mesmo de forma direta, elas vão aumentar participação no País e já devemos sentir isso este ano", acredita o diretor geral da consultoria Gouvêa de Souza & MD (GS&MD), Marcos Gouvêa de Souza.
Atualmente, é vasto o portifólio de empresas estrangeiras que atuam no País, como a norte-americana Wal-Mart, a holandesa C&A, além das diversas francesas como Leroy Merlin e Saint-Gobin (Telhanorte), que atuam no setor de materiais de construção e home center.
Recentemente, a rede de supermercados chilena Cencosud também decidiu entrar no País com a compra do GBarbosa, por R$ 420 milhões.
A tendência também ocorre no segmento de shopping centers. No ano passado, grupos estrangeiros como a Aliansce Shopping Centers, do General Growth Properties, uma das maiores administradoras do mundo; e o português Sonae Sierra (joint-venture com a americana Developers Diversified Realty) ampliaram seus investimentos no País.
Esse mercado vem experimentando quedas especialmente nos Estados Unidos, por isso, o interesse dos investidores pelo mercado brasileiros. "O setor cresceu 18,8% nos últimos cinco anos, nos Estados Unidos, enquanto o varejo norte-americano em geral, cresceu 30% no mesmo período", disse ontem, Marcos,
Lojas de departamento - O segmento de shopping centers não é o único que vem andando na contramão do varejo nos Estados Unidos. As lojas de departamento vêm perdendo o apelo para o consumidor norte-americano. Nos últimos cinco anos as vendas desse segmento registraram queda de 2,1%, segundo dados apresentados pela consultoria GS&MD.
"E esse desempenho acabou afetando a indústria de shopping centers já que formato dos shoppings nos Estados Unidos está baseado na presença forte desse tipo de lojas", diz Souza.
Na avaliação do consultor, essa tempestade nas lojas de departamento nos Estados Unidos deve continuar. E mais: se no médio e longo prazos não houver uma reinvenção do modelo, ele tende a desaparecer naquele mercado.
O Brasil, por outro lado, está a salvo dessa transformação, garante. É fato que o varejo do País teve que enfrentar na década de
O varejo de alimentos e bebidas e o de brinquedos, lazer, esportes e entretenimento, são outros dois segmentos que vêm apresentando queda no mercado norte-americano. Mas não por uma redução na demanda. O que acontece é uma migração do consumo dessas categorias de lojas especializadas para super centros e clubes de compra, como o Sam’s Club, do Wal-Mart.
Esse segmento cresceu 67% nos últimos cinco anos e tem se destacado em vendas nos períodos sazonais - seja por apelo de preço ou da conveniência , deixando para o varejo especialista, o consumo do restante do ano. "Isso impõe uma os especialistas uma necessidade de rever o modelo de negócios", avalia Souza. Fonte: Gazeta Mercantil
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12h03
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DECISÃO DO FED E CAUTELA DERRUBAM AS PRINCIPAIS BOLSAS MUNDIAIS

Bolsas asiáticas - quedas marcaram as operações na maioria das bolsas asiáticas nesta quarta-feira (30/1). Além da expectativa quanto ao resultado do encontro do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que hoje anuncia sua definição sobre a taxa de juro dos Estados Unidos, os agentes avaliaram o comportamento das ações do setor financeiro e de tecnologia.
A previsão de muitos economistas é de que o Fed realize novo corte no custo do dinheiro americano, menor do que o estipulado na semana passada, quando, de surpresa, a autoridade monetária dos Estados Unidos reduziu em 0,75 ponto percentual a taxa, para 3,5%.
Em Tóquio, o Nikkei 225 diminuiu 0,99%, para 13345,03 pontos. O Kospi, de Seul, recuou 2,98%, para 1589,06 pontos. Em Xangai, o indicador Shanghai Composite caiu 0,90%, ficando em 4417,84 pontos. Na praça de Hong Kong, o Hang Seng teve perda de 2,63%, para 23653,69 pontos.
Bolsas européias apreensivas - Os mercados europeus verificam perdas nesta manhã. Além da decisão do Federal Reserve, os agentes seguem notícias do setor bancário, especialmente depois de o UBS prever prejuízo para o último trimestre de 2007 e o BNP Paribas estimar lucro menor no mesmo período.
Em ambos casos, o desempenho foi associado com a turbulência financeira recente à luz dos problemas no mercado de hipotecas dos Estados Unidos.
Às 10H36, o FTSE-100, de Londres, cedia 0,69%, aos 5844,70 pontos. O CAC-40, de Paris, recuava 1,70%, aos 4857,43 pontos. Em Frankfurt, o indicador DAX diminuía 0,64%, ficando em 6848,63 pontos.
Bovespa cai - Bolsa de Valores de São Paulo acompanha o dia tenso e de cautela no mercado internacional à espera da decisão do Federal Reserve e opera em queda no início do pregão desta quarta-feira. Às 12h03, o Ibovespa registrava queda de 0,61 por cento aos 59.167 pontos. O volume financeiro negociado era de 537 milhões de reais.
"Os primeiros sinais do exterior apontam para um dia mais fraco e de muita cautela na expectativa do Fed", afirmou um operador que não quis ser identificado.
Nesta manhã, o governo divulgou um crescimento do Produto Interno Bruto dos EUA no quarto trimestre abaixo do que era esperado. O PIB avançou 0,6 por cento no quarto trimestre e 2,2 por cento no ano todo --menor taxa anual desde o crescimento de 1,6 por cento em 2002. Analistas ouvidos pela Reuters esperavam que o PIB crescesse 1,2 por cento no quarto trimestre.
Segundo o operador, o dado ruim sobre o crescimento da maior economia do mundo, no entanto, acaba funcionando como um "bom sinal" nesta quarta-feira, pois indica que o Fed realmente terá que fazer novo corte agressivo do juro.
"O mercado está olhando para frente e a perspectiva é que o corte de juros seja mesmo de 0,50 ponto. Isso dará novo fôlego ao mercado. Mas até a divulgação do resultado, no final do dia, o mercado manterá a cautela", afirmou um operador.
Para completar o cenário desta quarta-feira, o ex-chairman do Federal Reserve Alan Greenspan, disse a um jornal alemão que a chance dos Estados Unidos entrarem em recessão é de pelo menos 50 por cento.
A decisão do Fed será divulgada às 17h15 (horário de Brasília). Na semana passada, em uma decisão extraordinária, o Fed cortou a taxa básica em 0,75 ponto percentual para 3,50 por cento.
Entre as ações de maior peso no Ibovespa, as preferenciais da Petrobras registram queda de 0,8 por cento, a 80,15 reais. A Vale apresenta leve alta de 0,11 por cento, a 44,30 reais. Fonte: UOL
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12h58
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GOVERNO FRANCÊS VAI BARRAR OFERTA HOSTIL PELO SOCIÉTÉ

O governo francês não vai permitir que o banco Société Générale (SocGen) seja alvo de uma oferta hostil (não solicitada) de compra, alertou ontem (29/1) o primeiro-ministro François Fillon. "O governo está muito atento para qualquer risco de desestabilização do Société Générale e não vai permitir que a instituição seja alvo de investidas hostis de outros bancos", disse ele.
Ao mesmo tempo, o governo francês aumentou a pressão sobre o presidente do banco, Daniel Bouton, com relação às transações de 50 bilhões de euros não autorizadas feitas pelo operador Jérôme Kerviel no mercado de contratos futuros, que resultaram em uma perda de 4,9 bilhões de euros (cerca de US$ 7 bilhões ou R$ 12,8 bilhões) para a instituição.
A ministra das Finanças e da Economia da França, Christine Lagarde, disse que o conselho terá de decidir o destino do executivo do SocGen, depois que o presidente Nicolas Sarkozy sugeriu que gostaria de ver Bouton fora do banco.
O Société Générale, e Bouton em particular, tem sido fortemente criticado por sua atuação no caso de fraude bilionária atribuída à Jérôme Kerviel, um operador júnior que está sendo investigado por quebra de confiança, mas não por acusações mais sérias de fraude que o banco gostaria. "Está nas mãos dos diretores tomar uma decisão", afirmou Lagarde à rede de televisão LCI.
"Os diretores terão de assumir suas responsabilidades tendo em vista duas coisas: a situação atual e o futuro da instituição que hoje é um grande banco francês - que emprega mais de 120 mil pessoas e tem milhões de clientes", disse a ministra.
Responsabilidade - A ministra da Justiça, Rachida Dati, declarou em entrevista à radio francesa Info que a responsabilidade de Bouton "poderia ser colocada
Anteontem (28/1), o presidente francês fez seu próprio ataque, dizendo: "Estamos em um sistema onde, quando você tem um grande salário - que sem dúvida é legítimo - e há um grande problema você não pode fugir das suas responsabilidades."
Reunião - O executivo Daniel Bouton deve enfrentar dificuldade em se manter no cargo durante a reunião de diretoria do SocGen que será realizada amanhã, depois que a reputação do banco foi afetada com as perdas de US$ 7 bilhões. A oferta inicial de Bouton de renunciar foi recusada pela diretoria depois que o banco descobriu a fraude de Kerviel. No entanto, o indulto de Bouton pode ter sido temporário.
A diretoria do SocGen se reúne amanhã e vai levar em consideração as últimas revelações do procurador francês Jean-Claude Marin, que informou ontem que Kerviel fazia apostas não autorizadas desde 2005 e que a Eurex havia alertado em novembro sobre algumas das operações. Queixas preliminares de quebra de confiança de atividades não autorizadas foram trazidas contra Kerviel na noite de ontem, mas até agora ele não enfrenta a acusação mais séria de fraude, que era o que o banco desejava. O operador foi libertado da cadeia ontem sob fiança.
Cyril Meilland, analista do Lehman Brothers, afirmou que a capacidade da direção do banco de manter seus executivos pode determinar as chances de uma oferta de aquisição do SocGen. Se Bouton e outros diretores forem forçados a renunciar, o banco ficará em uma posição ainda mais fraca, abrindo potencialmente a porta para um acordo, disse Meilland. Diversos bancos europeus foram citados como possíveis licitantes pelo Société Générale, incluindo o concorrente francês BNP Paribas, o inglês Barclays e o italiano Unicredit. As informações são da Dow Jones e de agências internacionais.
Funcionários acionistas acionam a justiça - A associação de funcionários acionistas do banco francês Société Générale decidiu apresentar uma ação judicial em decorrência do prejuízo recorde de 4,82 bilhões de euros que a instituição anunciou semana passada, atribuído a operações dolosas de um único corretor.
A associação considera que é seu dever contribuir para esclarecer as recentes perdas das quais foram vítimas todos os acionistas do Société Générale, em especial os funcionários e ex-funcionários.
“Os funcionários e ex-funcionários do Société Générale são os principais acionistas do grupo e representam quase 10% do capital e mais de 10% dos direitos de voto", lembrou o presidente da associação, Patrice Leclerc. Fonte: Agência Estado e UOL
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FBI INVESTIGA 14 EMPRESAS SOBRE FRAUDES EM HIPOTECAS

A polícia federal americana (FBI) abriu inquéritos contra 14 companhias para investigar possíveis fraudes contábeis, transações com informações privilegiadas e securitização de empréstimos relacionados a hipotecas de segunda linha (subprime). Em mais um sinal dos efeitos resultantes da crise do setor hipotecário, a ação do FBI ocorre após a regulação leve da indústria - principalmente, das corretoras de hipotecas - ser apontada como uma das culpadas por vendas enganosas e abuso de produtos hipotecários.
O porta-voz do FBI, Bill Carter, afirmou que a agência está trabalhando "em proximidade" com o órgão regulador do mercado de valores mobiliários norte-americano (a Securities & Exchange Commission, SEC), mas algumas das investigações estão ocorrendo em paralelo. O porta-voz recusou-se a citar as companhias envolvidas, mas o FBI informou que está olhando supostas fraudes em vários estágios do processo hipotecário, de companhias que empacotaram os empréstimos em novos produtos até bancos que terminaram por deter esses produtos.
O número de casos de fraude hipotecária abertos pelo FBI subiu de 436, em 2003, para 1.210 no ano fiscal em 2007, de acordo com informações do FBI. "Nós estávamos discutindo esse assunto desde 2004", afirmou Carter. "Nós consideramos a fraude hipotecária como um problema criminal significativo e em crescimento e uma área de preocupação. O combate a esse problema é uma prioridade diante do impacto do setor imobiliário na economia mais ampla".
Como já foi divulgado anteriormente, os procuradores federais do Brooklyn, Nova York e da SEC estão avaliando o colapso de dois fundos de proteção (hedge) do banco de investimento Bear Stearns. A SEC e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos também estão investigando o fornecimento de informações privilegiadas para a venda de ações e a contabilidade da New Century Financial, uma empresa de concessão de hipotecas que está em processo de falência.
Ontem (29/1), os bancos americanos Morgan Stanley e o Goldman Sachs apresentaram documentos regulatórios informando que receberam requerimentos de informações do governo e de agências regulatórias relacionadas a empréstimos subprime, mas as duas empresas não identificaram as agências que pediram a documentação. Também evitaram comentar o assunto.
O FBI informou que as investigações estão em um estágio inicial, observando ainda que as provas são complicadas, diante dos veículos financeiros sofisticados usados para estimular o boom dos negócios hipotecários nos últimos anos. O chefe da divisão de investigações criminais da seção de crimes financeiros do FBI, Sharon Ormsby, afirmou, em entrevista, que o empacotamento de empréstimos ruins com bons em um único ativo torna qualquer eventual fraude difícil de desamarrar. "O empacotamento desses empréstimos são tão amplos, que é difícil para nós separar cada um dos lotes e afirmar: OK, este é o empréstimo ruim que levou a um fracasso do processo de securitização", disse.
Parte das investigações da SEC está relacionada ao potencial uso de informações privilegiadas, com foco nas baixas contábeis mais amplas do que as projetadas e reveladas recentemente pelos bancos de Wall Street. A forma como as agências de avaliação de risco conferiram notas a esses ativos formados pelo empacotamento de hipotecas também faz parte do esforço, segundo o jornal norte-americano Financial Times. As informações são com os jornais Wall Street Journal e Financial Times. Fonte: Agência Estado
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GRENDENE TENTA REVERTER IMAGEM RUIM JUNTO AOS INVESTIDORES

Nos últimos três meses, o executivo gaúcho Francisco Olinto Velo Schmitt cumpriu uma rotina extenuante. Entre setembro e dezembro ele visitou mais de 50 bancos, corretoras e gestoras de recursos independentes do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde se apresenta como o novo diretor da área de relações com os investidores da Grendene -- função antes ocupada interinamente pelo presidente e principal acionista da empresa, Alexandre Grendene. Munido de um notebook, Schmitt mostrou aos gestores e analistas uma exibição em MS PowerPoint dos números da companhia gaúcha -- crescimento de 10% nas vendas entre janeiro e setembro de 2007, aumento de 22% na receita com exportações e antecipação de pagamento de dividendos a acionistas. O périplo do executivo da Grendene é uma tentativa de reverter o desinteresse do mercado pelos papéis da empresa. Desde a estréia na bolsa de valores, em outubro de 2004, as ações da Grendene nunca mais voltaram ao valor inicial, de 30 reais, e hoje estão em cerca de 20 reais. No mesmo período, o Ibovespa valorizou-se 160%. Levando-se em conta o desempenho das empresas que abriram o capital nos últimos quatro anos, a Grendene tem o segundo pior resultado, à frente apenas da CSU CardSystem.
A peregrinação de Schmitt, por enquanto, não teve nenhum efeito nas cotações. "Foi um esforço incomum, louvável, mas a empresa ainda precisa mostrar mais para apagar a imagem ruim que tem no mercado", diz Denílson Duarte, gestor de renda variável da Máxima Asset Management, uma das instituições visitadas. A imagem ruim a que Duarte se refere começou a se formar a partir dos maus resultados que a empresa teve logo depois da abertura de capital e ganhou volume após a desastrosa forma como a Grendene passou a se comunicar com o mercado. Na estréia na bolsa, assim como outras empresas que abriram o capital na mesma época, a Grendene foi bem -- as ações subiram 11% no primeiro dia. A lua-de-mel, no entanto, durou pouco. Castigada pela valorização do câmbio -- a empresa exporta 15% do que produz -- e por uma coleção de calçados que não caiu no gosto dos consumidores, a empresa não conseguiu cumprir a promessa de crescimento anual de 20%, que vinha sustentando entre 2001 e 2004. As vendas caíram 12% em 2005, enquanto concorrentes como a São Paulo Alpargatas mantiveram o pique. Nos contatos com analistas durante o período de crise, a Grendene optou por não admitir os problemas, mantendo o compromisso de expansão -- que simplesmente não se concretizou. Os investidores não perdoaram: rejeitaram os papéis da empresa e, em maio de 2005, as ações caíram 60% em relação ao valor inicial.
A chegada de Schmitt à Grendene -- o quarto diretor de relações com os investidores em três anos -- coincide com a recuperação da empresa. O portfólio de novos produtos tem sido bem aceito e a Grendene é considerada bem posicionada no mercado, com uma estratégia de marketing azeitada. No entanto, o estigma sobre a companhia prevalece. "A falta de transparência nas comunicações iniciais não foi esquecida pelos investidores", diz Paolo Mason, sócio da corretora Alpes. A troca constante de profissionais responsáveis pelo contato com o mercado reflete o tom da conflituosa relação da Grendene com o mercado. Inconformados com o desabamento das cotações no primeiro ano, alguns investidores voltaram-se até mesmo contra o banco Pactual, coordenador da oferta de ações. "O mercado se convenceu de que o Pactual havia estipulado um preço alto demais na estréia e cobrou uma atitude do banco", diz um profissional que trabalhou no IPO da empresa. O Pactual decidiu indicar um dos executivos que participaram do lançamento, Marcus Peixoto, para o cargo de diretor de relações com os investidores. A partir desse momento, a empresa passou a dar previsões até mais conservadoras do que as que corriam no mercado e a detalhar melhor os números. Resultado: a comunicação melhorou sensivelmente. Foi quando as ações saíram do patamar de 12 para 22 reais. Peixoto, no entanto, entrou em rota de colisão com o dono da empresa e deixou o cargo um ano depois. Fonte: Portal Exame
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AMERICAN BANKNOTE COMPRA A CONCORRENTE INTERPRINT

A fornecedora de cartões, sistemas de identificação e serviços gráficos American Banknote (ABnote) fechou a última segunda-feira (28/1) com uma valorização de 8,83% em suas ações na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), após divulgar a aquisição de três empresas brasileiras do setor, ligadas ao grupo sueco Bonnier – a Interprint, uma subsidiária desta primeira, chamada Tecnoformas Indústria Gráfica, e 50% de outra subsidiária, a Incard do Brasil. A cotação dos papéis da companhia chegou a subir mais de 11,5%, nas horas imediatamente depois do anúncio.
O negócio também reforçou a sugestão de compra das ações da American Banknote, por parte dos analistas. Em relatório divulgado na tarde desta terça-feira (29/1), a Brascan Corretora manteve a recomendação de outperform (indicada para papéis com viés de aumento de preço), diante de uma expectativa de valorização de até 87,92%.
Responsáveis por um faturamento conjunto de 260 milhões de reais, as empresas adquiridas pela ABnote atuam em segmentos semelhantes aos da compradora. A Interprint, por exemplo, fornece a empresas de telefonia cartões para celulares pré-pagos, além de talões de cheque para bancos, carteiras de identidade e habilitação para governos estaduais e soluções de biometria, controles por rádio-freqüência e impressão eletrônica para clientes de outros setores.
Pelo pacote de empresas, a Abnote pagará em torno de 193,2 milhões de reais. O valor exato da aquisição dependerá das variações de dívida líquida e capital de giro, uma vez que esses valores determinarão a quantia a ser paga em dinheiro, num limite de 165 milhões de reais. O restante será pago em ações da própria ABnote, com a emissão para os sócios da Interprint de 1.500.000 ações, ao preço médio de R$18,80 por papel.
Para assegurar a parte em moeda, por sua vez, a compradora emitirá debêntures simples e não conversíveis. A conclusão do negócio ainda precisa passar pela aprovação dos acionistas da ABnote e deve ocorrer após no mínimo 60 dias do anúncio da compra.
Embora já ofereça os mesmo tipos de serviço que as empresas adquiridas, a operação interessa à American Banknote por trazer ganhos de escala significativos, segundo o fato relevante divulgado pela própria empresa. Fonte: Portal Exame
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CLIENTES MASTERCARD PODERÃO SACAR DINHEIRO EM LOJAS

Portadores dos cerca de 90 milhões de cartões de débito da bandeira Mastercard terão a possibilidade de sacar dinheiro em lojas que não possuem caixas automáticos a partir do segundo trimestre. Ao realizar uma compra de no mínimo 20 reais e pagar a fatura com o cartão de débito, o consumidor poderá sacar até 100 reais no mesmo estabelecimento. Não haverá nenhum custo para o consumidor nem para o lojista.
O programa Compre & Saque, da Redecard, empresa que processa as transações com plásticos Mastercard Maestro e Redeshop, tem como objetivo aumentar a utilização do cartão de débito para compras. Segundo o diretor-executivo de Marketing da empresa, Ronaldo Varela, 70% dos clientes usam o cartão de débito apenas para transações bancárias. “Queremos mostrar que esse cartão não serve só para sacar dinheiro no banco”, disse.
Para o consumidor, a vantagem será a de não precisar dirigir-se a um caixa eletrônico para sacar dinheiro e ter mais comodidade em cidades ou regiões em que o banco não possui está ausente. “O cheque já exerce essa função em alguns locais em que o lojista aceita dar um troco para o consumidor. Nós queremos que o cartão também ocupe esse espaço”, afirma Varela.
Para os lojistas, o benefício será a fidelização do cliente. O comerciante poderá atender a um desejo do consumidor sem nenhum custo e motivá-lo a voltar no futuro. O dinheiro que sair do caixa da loja será depositado no dia seguinte na conta do comerciante pelo banco em que o sacador tiver conta. Se a loja costuma ter pouco dinheiro em caixa, permitir esse tipo de transação pode levá-la a ter problemas de troco. “Mas no caso dos comerciantes que precisam fazer várias viagens ao dia para depositar cédulas em uma agência bancária para não ficarem expostos a um assalto, há um ganho de segurança com a transação sendo feita eletronicamente”, afirma Varela.
Unibanco e Itaú, dois dos três bancos que controlam a Redecard, já aderiram ao programa e oferecerão essa possibilidade a seus clientes. O banco paulista Nossa Caixa também estará presente. A expectativa da Redecard é de que todas as 26 instituições financeiras que emitem cartões de débito Mastercard – ou seja, todos os grandes bancos de varejo – acertem sua adesão em breve. Para os bancos, afirma Varela, a vantagem será a de oferecer a seus clientes mais pontos para o saque de dinheiro. Além disso, se o programa tiver uma expansão significativa, o banco poderá reduzir o número de viagens para o abastecimento com cédulas de seus caixas eletrônicos. A instituição poderá ainda economizar com a manutenção dessas máquinas, que funcionarão menos e darão menos defeito.
A Redecard começou a testar o programa Compre & Saque no ano passado, nas lojas da rede farmácias Drogaverde
A empresa afirma que também não terá custos adicionais com o programa, já que a transação será feita em conjunto com a compra. A única despesa da Redecard foi com o desenvolvimento do programa. Varela afirmou, entretanto, que essa despesa pode ser considerada “marginal”, uma vez que as próprias equipes de desenvolvimento, tecnologia e vendas da empresa são responsáveis pelos testes e pela futura implementação em escala do projeto.
Principal concorrente da Mastercard, a Visa divulgou no ano passado o início da fase de testes de programa semelhante ao da Redecard para seus cartões de débito, batizado de Visa Electron Troco Fácil. Procurada, a empresa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comentaria em que fase está o projeto. Fonte: Portal Exame
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PETROBRAS LIDERA RANKING DE EXPORTADORES BRASILEIROS

A Petrobras, empresa estatal fabricante de petróleo e gás, manteve a posição de maior exportadora entre as companhias brasileiras em 2007, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
As exportações da companhia contabilizaram US$ 13,6 bilhões no último ano, um aumento de 22,9% em relação a 2006, e somou 8,4% do total das exportações do Brasil.
Entretanto, o resultado foi ultrapassado por suas importações em 2007, que registraram US$ 15,3 bilhões, representando 12,7% do total de importações do país no último ano e subiu 46% em relação a 2006.
A Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, ficou em segundo lugar no ranking de maiores exportadoras, com US$ 7,9 bilhões, um aumento de 31,9% em relação ao ano anterior. Já nas importações, a empresa obteve US$ 395 milhões, garantindo a 45ª posição no ranking de importadores em 2007.
Em terceiro lugar ficou a fabricante de aeronaves Embraer, que exportou US$ 4,7 bilhões no último ano, um aumento de 44,4% em relação a 2006.
Outras sete companhias apareceram nas dez primeiras posições da lista de grandes exportadores: a empresa de agronegócio e alimentos Bunge, a montadora Volkswagen, as empresas de alimentos Sadia e Cargill e as montadoras GM do Brasil, Ford e Daimler-Chrysler. Fonte: JB Online
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BUSH RECONHECE PERÍODO DE INCERTEZA NA ECONOMIA

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, reconheceu em seu discurso sobre o Estado da União que há uma preocupação sobre a economia de seu país e solicitou ao Congresso para que aprove rapidamente um pacote de estímulo.
"A economia está em um período de incerteza", afirmou Bush, em um momento no qual os EUA se aproximam de uma recessão. Apesar disso, o presidente quis acalmar a nação, após dizer que "a longo prazo, os norte-americanos podem estar confiantes no crescimento econômico, mas a curto prazo todos podem ver que o crescimento está diminuindo".
Com o intuito de evitar a possível recessão, o presidente pediu ao Congresso que aprove o quanto antes um plano de estímulo estipulado na semana passada entre a Casa Branca e os líderes democratas da Câmara Baixa no valor de US$ 150 bilhões.
O pacote consiste em rebaixamentos tributários entre US$ 300 e US$ 600 para a grande maioria dos norte-americanos, assim como um corte de impostos de um montante total de US$ 50 bilhões para as empresas, com o objetivo de incentivar o investimento.
Porém, membros do Senado propuseram incluir no plano outras medidas, como a extensão do seguro desemprego e os subsídios à alimentação para os indigentes, transferências aos estados e investimentos em infra-estrutura.
Bush também solicitou que o Congresso aprove em definitivo as reduções tributárias temporárias aprovadas durante seu mandato. O presidente assegurou que vetará qualquer projeto de lei que aumente os impostos. Fonte: JB Online
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A ECONOMIA BRASILEIRA CONTINUA FORTE

Apesar da crise que assola os mercados da Ásia, Europa e Estados Unidos, os fundamentos da economia brasileira, apontados em pesquisa realizada nesta segunda-feira (28/1) pela Gerin (Gerência de Relacionamentos com Investidores), do Banco Central, mostra um contexto macroeconômico ‘robusto’ entre 2008 e 2011.
Os indicadores de desempenho do Produto Interno Bruto total e setorial, por exemplo, continuam espelhando um cenário de crescimento contínuo. Para este ano, por exemplo, o PIB aponta para alta de 4,5% com o setor agropecuário sendo o carro-chefe da economia, projetando elevação de 4,80%. A indústria está em linha com o PIB total, de 4,5%, com o comércio e o setor prestador de serviços estimando desempenho positivo de 4,25%.
É evidente que o desenho da crise externa está se solidificando e ainda é cedo se prever problemas com as commodities, por exemplo, um indicador que afetaria os prognósticos do setor agropecuário como um todo.
O mesmo é válido para o setor industrial, que teve no setor agropecuário um dos principais clientes no ano passado e assim sucessivamente com o comércio e a prestação de serviços.
Mas até 2011, os números continuam extremamente positivos, denotando controle da inflação na casa dos 4% a 4,5% anuais em todos os indexadores, juros cadente, porém ainda muito alto e uma taxa de câmbio que não mudará em nada o perfil e a linha adotada pelo governo Lula para a economia.
Pelo contrário, os setores exportadores continuarão tendo ganhos em cima do aumento da quantidade de itens a serem vendidos lá fora, concomitantemente a um aumento substancial das importações.
Menos dólares - Um dado, no entanto, mostra substancial deterioração no conjunto de indicadores macroeconômicos desenhados pelo Banco Central. O de conta corrente, que representa o saldo final entre as entradas e saídas de dólares do País. Neste ano, essa conta será negativa em US$ 6 bilhões, dobrando de tamanho no último ano do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2010, para US$ 12 bilhões.
Curto prazo - Nesta segunda-feira (28/1), na divulgação dos indicadores de curto prazo, os bancos revisaram para cima todas as projeções de inflação para este ano. O IPCA, por exemplo, passou de 4,37% para 4,45% – ainda dentro da meta de 4,5% para a inflação em 2008, mas exibindo um ganho real frente à Selic de 11,25% de 6,5%. Fonte: Diário Online
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GOLDMAN SACHS RI À TOA COM A CRISE DO SUBPRIME

Lloyd Blankfein, presidente do banco americano Goldman Sachs, está rindo sozinho. Enquanto seus concorrentes não param de anunciar perdas bilionárias causadas pela crise do setor imobiliário nos Estados Unidos, o Goldman teve um lucro recorde de 11,6 bilhões de dólares nos 12 meses terminados em 30 de novembro. Até 2006, o banco nova-iorquino estava na mesma posição da maioria das grandes instituições financeiras que operavam no segmento das hipotecas do mercado americano com as menores chances de ser pagas -- o hoje famoso subprime. Embalado pela bolha imobiliária, o Goldman seguia a manada e investia pesadamente em ativos lastreados nesse tipo de empréstimo. A situação começou a mudar no fim de 2006, quando uma área secundária e pouco conhecida dentro do próprio Goldman decidiu apostar no colapso do subprime. A crise imobiliária, de fato, se materializou em 2007 e, em um ano, os executivos Dan Sparks, Michael Swenson e Josh Birnbaum, todos com idade entre 35 e 40 anos, ganharam 4 bilhões de dólares para o banco. Quase anônimos até para a maioria dos colegas de andar, Sparks, o chefe, Swenson e Birnbaum ganharam fama e entraram para o grupo dos maiores operadores do mercado financeiro.
O caminho do trio rumo ao sucesso foi uma pedreira. No início, em dezembro de 2006, o objetivo das operações era apenas reduzir o risco a que o Goldman estava exposto por investir em subprimes. Como ninguém os queria, esses papéis eram baratos e, por terem um volume de transação baixo, os operadores demoraram mais de um mês até conseguir acumular a quantidade necessária para proteger a exposição do banco. Nesse meio tempo, Sparks foi chamado várias vezes à sala do presidente Blankfein, que acompanhava com atenção -- e apreensão -- os investimentos do trio. Também o vice-presidente responsável pela gestão de risco passou a ser uma presença constante no andar de Sparks, Swenson e Birnbaum. O temor da cúpula era que, em caso de exagero, os três poderiam fazer o banco perder muito dinheiro. É que, embora muitos em Wall Street desconfiassem do mercado subprime -- a dúvida não era tanto se a bolha um dia estouraria, mas quando --, uma saída prematura resultaria num enorme prejuízo. "Em momentos de incerteza, a tendência da maioria é sempre achar que as coisas vão continuar dando certo por mais tempo", diz Alexandre Povoa, sócio da Modal Asset Management. Já no começo de 2007 estava claro para os três operadores que a derrocada estava prestes a acontecer e, por isso, era hora de o Goldman aumentar sua aposta contra o subprime. A direção do banco, por sua vez, continuava reticente.
No final de fevereiro, a tensão subiu quando Birnbaum bateu o telefone na cara do colega destacado para comunicá-lo que era preciso tirar o pé do acelerador
Em julho, quando os fundos do banco Bear Stearns já tinham quebrado e os comentários sobre as perdas do Merrill Lynch circulavam, o Goldman estava no azul. No final do ano, enquanto os concorrentes tentavam recolher os pedaços do naufrágio do subprime, Sparks, um conhecido doador da Universidade do Texas, Birnbaum e Swenson faziam as contas sobre quanto seriam seus bônus -- o mercado estima que tenham embolsado algo em torno de 10 milhões de dólares. "Se você confia na sua posição, tem de ter estômago para ver todo o resto da boiada indo na direção contrária. É muito difícil manter o sangue-frio, e eles conseguiram. Essa é a grandeza desses caras", diz um brasileiro que trabalha em um banco concorrente do Goldman
Casos como o de Sparks, Swenson e Birnbaum são mais comuns em fundos de hedge -- empresas mais propensas ao risco do que bancos. George Soros, por exemplo, ficou famoso em 1992 por ter apostado na desvalorização da libra esterlina e embolsado 1 bilhão de dólares. Na atual crise das hipotecas subprime, estima-se que o desconhecido fundo Paulson & Co., de Dallas, ganhou cerca de 15 bilhões de dólares. O sucesso foi tão expressivo que chamou a atenção de Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve, o banco central americano. Greenspan tem uma cadeira no conselho do Paulson & Co., empresa que certamente não teve nenhum problema de caixa para contratá-lo. Em meio à choradeira e ao medo generalizado, alguns poucos estão rindo à toa -- o trio do Goldman Sachs está entre eles. Fonte: Portal Exame
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CRISE DOS EUA AFETA CRESCIMENTO DO MCDONALD’S

O desaquecimento da economia nos Estados Unidos começa a afetar um dos maiores símbolos do Capitalismo americano, o McDonald’s. Maior rede de restaurantes do mundo, a empresa divulgou nesta segunda-feira (28/01) um aumento de 2,6% nos lucros do quarto trimestre de 2007, mas, ainda assim, as ações da companhia despencaram quase 7% na Bolsa de Nova York, na mesma manhã do anúncio.
O motivo da queda foi o fato de o aumento de ganhos só ter ocorrido por causa de benefícios fiscais e do desempenho da rede na Europa e na Ásia. Esses mercados acabaram por compensar a estagnação nos EUA, onde o crescimento de vendas em dezembro, levando-se em conta as lojas abertas há mais de um ano, foi próximo a zero. O número marca a taxa de expansão do faturamento como a menor em quase cinco anos.
Esse desânimo no consumo é um resultado direto da crise que começou no mercado imobiliário e espalhou-se pela economia produtiva do país. Em nota, o McDonald’s atribui o desempenho à redução de atividade do consumidor e até ao “inverno rigoroso” no hemisfério norte. Também pesa para a diminuição do volume de compras o preço elevado do combustível, nos últimos meses, o que faz sobrar menos dinheiro no bolso dos americanos.
O efeito da crise macroeconômica sobre a cadeia de lanchonetes representa uma brecha na idéia de que a companhia é blindada a crises, como chegaram a dizer analistas que cobrem o setor, diante da elevação contínua de vendas que o McDonald’s vinha apresentando, há mais de um ano. O baque também aponta para o fato de nem mesmo as estratégias responsáveis pelo avanço da empresa, nos trimestres mais recentes, terem feito diferença no resultado de dezembro.
Entre as apostas bem-sucedidas do McDonald’s está o lançamento de cafés feitos a partir de grãos Premium, com sabor mais forte, além da aposta em ambientes mais semelhantes a cafeterias e a divulgação do cheeseburger de 1 dólar, estrela do cardápio econômico da rede. Fonte: Portal Exame
Lucro cai 32,4% em 2007 - O McDonald's terminou o ano de 2007 com um lucro 32,4% menor do que no ano anterior. No exercício de
O McDonald's terminou o quarto trimestre de 2007 com lucro líquido de US$ 1,273 bilhão, maior do que o US$ 1,241 bilhão somado em período equivalente de 2006. As receitas, nessa comparação trimestral, passaram de US$ 5,445 bilhões para US$ 5,753 bilhões.
"Continuamos comprometidos em manter a disciplina fiscal e aumentar o valor ao acionistas", destacou o executivo-chefe da rede de lanches rápidos, Jim Skinner. Para este calendário, ele disse estar otimista com as perspectivas para o McDonald's em 2008. Fonte: UOL
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GOL ANUNCIA RECOMPRA DE 5 MILHÕES DE AÇÕES

Devido a sua forte desvalorização após o início da crise aérea, a Gol anunciou hoje (29/1) que vai recomprar 5 milhões de ações preferenciais (sem direito a voto). Considerando o preço de fechamento dos papéis ontem (33,36 reais), a operação custaria ao caixa da Gol cerca de 167 milhões de reais.
A empresa chegou a cogitar no ano passado recomprar todas as suas ações em circulação e voltar a ser uma companhia fechada. Com a má repercussão da operação, entretanto, informou neste mês ao mercado que desistiria dessa possibilidade.
A desistência acentuou ainda mais o movimento de queda livre das ações da Gol negociadas na Bovespa. Os papéis preferenciais da empresa, que chegaram a ultrapassar 80 reais em maio de 2006, iniciaram movimento de forte desvalorização após o acidente de aéreo de setembro de 2006 e o início das paralisações dos controladores de vôo. No início de 2008, quando as ações finalmente começavam a se estabilizar em patamares acima de 40 reais, vieram os temores de recessão nos Estados Unidos e novamente acentuaram o movimento de venda dos investidores.
No comunicado divulgado hoje, a Gol afirma que seu conselho de administração autorizou a recompra de 8,8% de suas ações preferenciais “considerando o atual nível de preço” dos papéis. Programas de recompra costumam gerar algum impacto positivo nas cotações, principalmente no curto prazo. Apesar de reduzirem a liquidez no longo prazo, devido ao menor volume de papéis em circulação, o investidor ganha com o programa a certeza de que haverá alguma demanda pela ação em caso de estresse no mercado. Além disso, a empresa sinaliza aos investidores que acredita que os próprios papéis vão se valorizar no futuro.
As ações recompradas deverão ser mantidas em tesouraria para posterior cancelamento ou revenda, sem prejuízo aos atuais investidores. Como é praxe no mercado, o período de recompra deve durar 365 dias, contados a partir de hoje.
A empresa também decidiu fixar o valor de seus dividendos trimestrais em R$ 0,18 por ação ordinária ou preferencial. Se esse valor não alcançar 25% do lucro líquido da empresa, deverá ser elevado. Fonte: Portal Exame
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BRADESCO DIZ QUE VALE ESTÁ AUTORIZADA A AVALIAR XSTRATA
O presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro de Mello Brandão, disse que a Vale foi autorizada por seu conselho a avaliar a compra da mineradora anglo-suíça Xstrata. "Atualmente, a Vale só estuda a aquisição, para ver se é factível ou não. A decisão dependerá das condições gerais", disse Lázaro Brandão, em referência não só ao momento de turbulência nos mercados internacionais como também em relação às características próprias do negócio, como preço.
Questionado sobre o valor do eventual negócio, noticiado pela imprensa, na casa de US$ 90 bilhões, Brandão disse que ainda é cedo para comentar o assunto. Em relação à hipótese de um possível veto do governo federal à operação, o executivo lembrou que a análise do negócio já foi aprovada pelo conselho - do qual a União participa -, e qualquer outra manifestação dependerá de uma outra avaliação.
O governo tem poder ou influência na Vale com os votos do BNDESpar (o braço de participações do BNDES) e da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, o maior acionista individual da Vale). A Bradespar (Bradesco) também é um dos sócios majoritários da Vale. Fonte: Agência Estado
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MERRILL LYNCH PREVÊ OUTRO ANO FORTE PARA BOLSAS LATINAS

O banco de investimentos Merrill Lynch continua otimista com as perspectivas para as ações da América Latina em 2008. Em relatório, os estrategistas para mercados latino-americanos Pedro Martins Jr. e Fanny Orenga afirmam que as ações da região devem dar retorno de 26% em moeda local neste ano. "O crescimento nos lucros na América Latina de 19% em dólares em 2008 deve comandar o retorno das ações na região", afirmam. Eles destacam que o valor dos papéis latino-americanos continua baixo, com desconto estimado de 9% sobre os mercados emergentes em geral.
A liderança do Brasil e das matérias-primas (commodities) deve continuar no primeiro semestre deste ano, afirmam. Por isso, eles mantêm recomendação overweight (acima da média do mercado) para Brasil, neutra para México e Chile e underweight (abaixo da média) para Argentina. Mais à frente, em meados do ano, a liderança das commodities deve ser desafiada, ao mesmo tempo em que o apetite por bancos globais será renovado, no segundo trimestre de 2008, e o foco nas small caps será restabelecido, no segundo semestre do ano, prevêem os estrategistas.
Sobre o ambiente global, eles vêem a predominância da queda no crescimento combinada com o aumento da liquidez. No entanto, o baixo endividamento público e corporativo na América Latina fornecem um colchão para as mudanças no crédito global e dão resistência contra o ciclo de atividades nos EUA, afirmam. Entre os fatores positivos para a região eles citam os preços elevados das commodities, a demanda doméstica e o crescimento do investimento acima do desempenho do PIB em 2008. Fonte: Agência Estado
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