BOVESPA SEGUE PIORA NO CENÁRIO EXTERNO E OPERA EM QUEDA

 

 

A série altas consecutivas da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) vai sendo quebrada nesta sexta-feira (29/2), com a piora nos mercados de ações do mundo. Já o dólar opera em alta depois de cair por nove dias seguidos.

Às 11h10, o Ibovespa, indicador de referência do mercado brasileiro de ações, caía 1,2%, a 64.768 pontos. Nos sete pregões anteriores, o índice fechou em alta, acumulando no período um ganho de 5,2%. A moeda americana subia 0,42%, a R$ 1,677 na venda. O dólar caiu em todas as sessões entre os dias 18 e 28 de fevereiro, desvalorizando-se 4,8%.

"(O dólar) já vinha em níveis muito baixos, estava pedindo uma realização (de lucros). Daí o mercado aproveitou essa deterioração nas Bolsas dos Estados Unidos", disse Rodrigo Ferreira, operador do Banco Alfa de Investimento. Ele avalia, no entanto, que a tendência no prazo não tão curto ainda é de queda.

Os índices futuros dos Estados Unidos (que indicam como tende a abrir o mercado acionário) operavam em baixa depois que a rede de televisão CNBC informou nesta sexta-feira que o plano de socorro à seguradora de títulos Ambac Financial encontrou obstáculos significativos. A notícia reforçou a preocupação do mercado com as perspectivas econômicas.

 

Bolsas Internacionais fecharam em queda - As bolsas americanas fecharam em queda ontem (28/2) à medida que investidores se preocupavam com renovados sinais de fraqueza no mercado de trabalho e com o alerta do chairman do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano), Ben Bernanke, sobre a possível falência de pequenos bancos devido à crise do setor imobiliário.

O índice Dow Jones teve baixa de 0,88%, a 12.582 pontos. O Standard & Poor 500 caiu 0,89%, a 1.367 pontos. O Nasdaq retrocedeu 0,94%, a 2.331 pontos.

As ações do setor financeiro lideraram as perdas após Bernanke, discursando pelo segundo dia diante de membros do Congresso americano, dizer que pequenos bancos que investiram pesadamente no estado real podem falir à medida que a crise do mercado imobiliário drene seu capital.

Dois lembretes do estado frágil da economia americana vieram mais cedo: os números de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos saltaram na última semana enquanto que a mais recente estimativa da atividade econômica, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB), confirmou que o crescimento foi muito fraco no último trimestre de 2007.

O mercado europeu terminou em queda, derrubada por ações do setor financeiro. O índice FTSEurofirst 300, que engloba os principais papéis do continente, caiu 1,8%, a 1.333 pontos, acumulando baixa de 11,5% no ano.

Em Londres, o índice Financial Times encerrou em queda de 1,82%, a 5.965 pontos. Em Frankfurt, recuo de 1,93%, para 6.862 pontos. Em Paris, queda de 2,08%, para 4.865 pontos. Em Milão, baixa de 1,22%, a 26.037 pontos. Em Madri, desvalorização de 1,35%, para 13.272 pontos. Em Lisboa, baixa de 1,4%, para 10.968 pontos. 
 

 

Bolsas Asiáticas - As bolsas asiáticas terminaram a sexta-feira (29/2) com perdas. O comportamento do dólar frente a outras divisas, como o iene e o euro, e o movimento dos papéis do setor financeiro guiaram em parte as atividades desta jornada.

A confirmação de um crescimento mais fraco da economia americana no último trimestre de 2007 também teve impacto nos negócios. Ontem, o governo americano mostrou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país expandiu-se a uma taxa anualizada de 0,6% entre outubro e dezembro do ano passado, menos do que o esperado por muitos economistas.

Em Tóquio, o Nikkei 225 caiu 2,32%, aos 13.603,02 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, cedeu 1,06%, para 24.331,67 pontos. Em Seul, o indicador Kospi baixou 1,41%, aos 1.711.62 pontos.

O Shanghai Composite, de Xangai, exceção, aumentou 1,14%, somando 4.348,54 pontos.

 

Bolsa de Buenos Aires - O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires abriu hoje (29/2) em queda de 0,12%, para 2.196,40 pontos.

Às 12h08 (11h08 de Brasília), tinham sido negociados os títulos de 13 empresas, com um balanço de cinco em alta, quatro em queda e quatro estáveis, em operações no valor de 697.897 pesos (US$ 220.156).

No mercado cambial, o dólar abriu estável a 3,14 pesos para compra e 3,17 pesos para venda.

Bolsas Européias hoje - O desempenho das ações do setor financeiro, preocupações com a situação econômica dos Estados Unidos e o encarecimento do petróleo são alguns dos elementos sob análise pelos investidores e operadores na Europa nesta manhã.

A saúde da economia americana segue em foco, em meio à persistente inquietação com os problemas no ambiente de crédito e no setor imobiliário. Ontem, o governo americano confirmou um crescimento tímido do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no trimestre final de 2007.

Em Londres às 10H31 (29/2), o FTSE-100 perdia 0,94%, aos 5.909,60 pontos. O CAC-40, de Paris, recuava 1,28%, ficando em 4.802,73 pontos. O indicador DAX, da praça de Frankfurt, declinava 1,60%, aos 6.752,96 pontos. Fonte:
UOL

 

Você pode acompanhar a situação do mercado financeiro mundial, em tempo real, através da seção Placar Eletrônico da Casa, na coluna ao lado.

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h04
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VALE BATEU RECORDE DE LUCRO PELO 5º ANO CONSECUTIVO

 

 

A Vale contabilizou em 2007 o quinto ano consecutivo de lucro recorde. O resultado líquido da mineradora foi de R$ 20,006 bilhões, um aumento de quase 49% em relação ao registrado no ano anterior.

Em seu balanço, a companhia explica que o bom desempenho se deve ao aumento de 45,9% do lucro operacional, motivado pela consolidação da canadense Inco, comprada no final do ano de 2006. A contribuição da Vale Inco no resultado foi de R$ 11,723 bilhões. O lucro operacional foi influenciado pelo incremento de R$ 19,472 bilhões na receita líquida, o que compensou o aumento dos custos operacionais e das despesas com vendas e administrativas.

A empresa fechou 2007 com um investimento recorde de US$ 7,625 bilhões, valor 58% superior ao destinado no ano anterior. Do total, a Vale destinou US$ 5,423 bilhões a projetos de crescimento orgânico e US$ 2,202 bilhões na sustentação das operações existentes. No período, foram concluídos dois projetos da mina de bauxita de Paragominas, que terá capacidade inicial de produção de 5,4 milhões de toneladas, e da usina hidrelétrica de Capim Branco II, em Minas Gerais, com potencial de geração de 210 megawatts (MW).

Aquisição da Xstrata beira ao fracasso - A tentativa da Vale de comprar a mineradora anglo-suíça Xstrata estava nesta quarta (27/2) perto de fracassar, de acordo com informações do jornal britânico Financial Times. De acordo com o jornal, a Glencore, principal acionista da Xstrata, com cerca de 35% das ações, se recusa a concordar com os termos da proposta feita pela empresa brasileira. A Glencore, uma das maiores negociadoras de matérias-primas (commodities) do mundo, quer uma extensão dos direitos de venda de alguns produtos, como carvão e níquel.

Segundo fontes próximas às negociações, a Vale não aceita essa condição. De acordo com o jornal, as conversas entre a Vale e a Xstrata começaram no ano passado, e a oferta mais recente feita pela Vale, há cerca de 10 dias, seria de cerca de 45 libras esterlinas por ação da Xstrata, o que dá à mineradora um valor de cerca de US$ 85 bilhões. As negociações só pararam anteontem à noite (27/2), quando as duas partes não conseguiram chegar a um acordo em relação à mudança nos termos da proposta. A oferta da Vale está estruturada como uma aquisição direta da Xstrata, deixando apenas uma companhia listada na Bolsa brasileira (Bovespa).

A Vale, que conta com duas classes de ações, quer que a Glencore aceite na negociação ações preferenciais (PN), que têm menos direitos que as ordinárias (ON), para completar o negócio, segundo uma fonte. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h03
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NATURA VAI INVESTIR PARA REVERTER RESULTADOS FRACOS

 

 

A Natura apresentou um plano de reação para reduzir custos, tornar a operação mais ágil e voltar a ganhar a participação de mercado perdida no último ano, considerado o pior da sua história recente. Para colocar o projeto em prática, a companhia pretende investir R$ 400 milhões no Brasil nos próximos três anos. Boa parte dos recursos será usada em ações de marketing, num claro contra-ataque à sua rival Avon, que entre 2005 e 2007 aumentou em 270% sua verba de marketing, segundo relatório recente do banco Credit Suisse.

 

Para ganhar eficiência, a companhia pretende reduzir níveis hierárquicos, aumentar o número de centros de distribuição fora de São Paulo (estão previstos três ou quatro) para encurtar o tempo de entrega e diminuir o portfólio de produtos dos atuais 930 para 780 itens até 2010.

 

“Vamos racionalizar nosso modelo e nos concentrar em quatro ou cinco grandes lançamentos realmente inovadores”, afirma o presidente da Natura, Alessandro Carlucci. “A inovação é também a forma como a nossa consultora chega até a cliente.

 

Segundo o analista do banco Espírito Santo, Luiz Cesta, essa é uma forma de estimular a consultora a vender mais produtos Natura em vez de um concorrente. Isso porque as consultoras não são exclusivas de uma marca. O plano da companhia inclui a recuperação da produtividade delas, atualmente em queda. Segundo Carlucci, a Natura dará mais treinamento e autonomia às consultoras. Ele espera também que a inauguração de 30 Casas Natura até 2010 também ajude a encurtar a distância entre a companhia com as consultoras.

Resultado fraco - A fabricante e distribuidora de cosméticos registrou lucro líquido consolidado de R$ 462,255 milhões em 2007. Em relação a 2006, o lucro cresceu 0,32%. O lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações (Ebitda) ficou em R$ 702 milhões, com evolução de 7,3%. A margem Ebitda caiu de 23,7% para 22,8%. A receita líquida da Natura cresceu 11,46% no ano passado e somou R$ 3,072 bilhões. O lucro bruto no ano atingiu R$ 2,080 bilhões e foi 11,52% maior do que no exercício anterior. O lucro operacional cresceu 1,37%, para R$ 617,262 milhões. Fonte: O Estado de S. Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h02
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LUCRO DA AMBEV FICA EM R$ 2,8 BILHÕES EM 2007

 

 

A fabricante de bebidas AmBev registrou lucro líquido consolidado de R$ 2,816 bilhões em 2007, mostrando crescimento de apenas 0,36% sobre 2006. A receita líquida aumentou 11,55% e totalizou R$ 19,648 bilhões. O lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações (Ebitda) avançou 16,41% e ficou em R$ 8,666 bilhões. A margem Ebitda subiu de 42,3% para 44,1%.O lucro bruto subiu 12,31% para R$ 13,012 bilhões. O lucro operacional de 2007 somou R$ 4,485 bilhões e foi 3,43% maior do que o contabilizado no exercício anterior.

 

Isoladamente no quarto trimestre de 2007, a empresa registrou lucro de R$ 1,132 bilhão, com recuo de 4,1%. O Ebitda foi de R$ 2,795 bilhões, com crescimento de 20,2%. A margem Ebitda ficou em 48%, contra 44,1% do quatro trimestre de 2006. A receita líquida aumentou 10,6% e totalizou R$ 5,826 bilhões.

A AmBev é a maior cervejaria da América Latina. A companhia foi criada em 1º de julho de 1999, com a associação das cervejarias Brahma e Antarctica. Líder no mercado brasileiro de cervejas, a AmBev está presente em 14 países. Com a aliança global firmada com a InBev, em março de 2004, a companhia passou a ter operações na América do Norte com a incorporação da canadense Labatt. Além de cervejas, a AmBev produz refrigerantes, chás e outras bebidas gaseificadas. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h01
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QUALCOMM VIRA SÓCIA DA TECTOY

 

 

Famosa por criar os videogames que foram sucesso na década passada no Brasil, a Tectoy surpreendeu o mercado na quarta-feira (27/2) ao anunciar uma parceria com a Qualcomm, gigante americana que criou a tecnologia para celular CDMA (concorrente da GSM). O anúncio da associação fez as ações da companhia brasileira dispararem ontem (28/2) na Bovespa, onde são negociadas no Novo Mercado.

 

Segundo o presidente da Tectoy, Fernando Fischer, a Qualcomm entrou como acionista na Tec Toy of America, braço da companhia criado em agosto de 2007 em San Diego, California, para desenvolver uma nova tecnologia na área de entretenimento digital.

 

"Eles serão um parceiro financeiro importante e fornecerão recursos na área de pesquisa e desenvolvimento que dispensa apresentações", diz Fischer, sem dar detalhes sobre o valor do investimento da companhia americana.

 

A parceria da Qualcomm com a companhia que lançou o Mega Drive e o Master System ocorrerá apenas nesse novo projeto, totalmente desenvolvido nos Estados Unidos. O produto ainda não tem previsão de lançamento, mas será comercializado pela Tectoy no Brasil e no exterior.

"A aquisição é estratégica no projeto de sermos uma empresa multinacional de entretenimento digital", diz Fischer, ex-executivo da Philips que chegou à empresa no ano passado. Ele afirma que a participação da norte-americana não afetará os resultados da empresa a curto prazo, já que a Qualcomm não colocou dinheiro no caixa da empresa, mas apenas entrou com "cérebros" e "capacidade de criar tecnologia". Fonte: O Estado de S. Paulo

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h00
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SADIA INVESTIRÁ R$ 133 MI PARA EXPANDIR FÁBRICA DE UBERLÂNDIA

 

 

A Sadia anunciou hoje (29/2) que investirá mais R$ 133 milhões em sua unidade instalada em Uberlândia (MG) ao longo de 2008. Os dois principais projetos para o ano, informou o presidente do Conselho de Administração da companhia, Walter Fontana Filho, são a construção de uma nova fábrica de embutidos e a ampliação da linha de produção de margarinas. Os recursos fazem parte do pacote de investimentos de R$ 1,6 bilhão previstos pela companhia para 2008. 

Os novos projetos de Uberlândia devem entrar em operação já no segundo semestre de 2008. Até dezembro, acrescenta Fontana Filho, o número de funcionários da unidade deverá passar dos atuais 6.928 para 8.400.

A fábrica de embutidos receberá investimentos totais de R$ 121,2 milhões, dos quais R$ 100,5 milhões em 2008 e o restante em 2009. Ela deverá iniciar a produção já no segundo semestre, com uma capacidade inicial de 15,3 mil toneladas anuais. Já no ano que vem, essa capacidade deverá passar para 51 mil toneladas, chegando a 53 mil toneladas até 2011. A fábrica – que vai produzir presuntos, mortadelas e frios da linha light – reúne o que há de mais moderno no mundo em tecnologia e grande parte do processo passará a ser feita de forma totalmente automatizada.

Em relação a margarinas, o investimento total será de R$ 13,7 milhões. A nova linha entrará em operação no segundo semestre de 2008 e já no ano que vem permitirá à Sadia dobrar a sua capacidade de produção.

Ainda em 2008, a Sadia investirá outros R$ 19 milhões em ampliações, melhorias e adequações de processos. Dentro deste valor, um dos maiores projetos é a ampliação do volume de produção de perus.

A Sadia encerrou 2007 empregando cerca de 52 mil funcionários e mantém atualmente parceria com mais de 10 mil granjas integradas de aves e de suínos. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 10h59
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TIME WARNER UNE ESTÚDIOS WARNER BROS E NEW LINE

 

 

O grupo de mídia americano Time Warner anunciou que unirá seus estúdios de cinema Warner Bros. e New Line Cinema. O New Line, que conservará certa autonomia, passará a funcionar como uma unidade da Warner Bros., destaca o comunicado do grupo.

Após a apresentação dos resultados anuais da Time Warner, no início de fevereiro, o novo presidente do grupo, Jeffrey Bewkes, anunciou uma reestruturação da atividade do cinema.

Desde o início de sua gestão, em 1º de janeiro, Bewkes se comprometeu a tomar medidas para tornar mais rentável o negócio, no momento em que os resultados do grupo estão em baixa.

"New Line constituiu um fundo de comércio sólido e podemos aumentar seu valor o unindo a Warner Bros".

"Diante da tendência de redução do número de estréias cinematográficas, New Line e Warner Bros. terão, a partir de agora, um programa de lançamentos mais complementar", disse Bewkes.

Devido à decisão, os presidentes da New Line, Robert Shaye e Michale Lynne, decidiram entregar o cargo, destacou a Time Warner.

Fundado em 1967 por Robert Shaye, New Line foi o protótipo de estúdio independente, antes de ser comprado pela Turner Broadcasting System, em 1993. A Time Warner absorveu o TBS em 1996. Fonte: Folha Online

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 10h59
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BRASIL ASSUME O POSTO DE MAIOR MERCADO ACIONÁRIO EMERGENTE DO MUNDO

 

 

Após superar simultaneamente os mercados de China e Coréia, o Brasil assumiu o posto de maior mercado acionário emergente do mundo, com participação de 14,95% no índice MSCI GEMs, benchmark para os emergentes calculado pelo Morgan Stanley Capital International.

Esta foi a primeira vez que o mercado brasileiro ultrapassou o de China e Coréia, destacam os analistas do Citigroup em relatório. Com 69 empresas listadas no índice MSCI, o valor de mercado do mercado brasileiro soma US$ 509,1 bilhões. A China, que ocupa o segundo lugar, tem capitalização US$ 481,8 bilhões, aponta relatório do banco norte-americano.

 

 

 

MSCI GEMs Index

Posição Mercado Valor de Mercado (US$ Bilhões) Peso Empresas listadas
1 Brasil US$ 509,1 14,95% 69
2 China US$ 481,8 14,15% 112
3 Coréia US$ 466 13,69% 113
4 Taiwan US$ 363,5 10,68% 123
5 Russia US$ 337 9,90% 32
8 México US$ 169,6 4,98% 28
Total 25 US$ 3.405 100% 927
Fonte: Citigroup

 

 

 

Além de ganhar o topo do índice entre os emergentes, o mercado brasileiro também conquistou posições no ranking global: passou a décimo maior mercado acionário do mundo, com participação no MSCI World de 1,71%, tendo ultrapassado países como Itália e Hong Kong. Os ganhos de participação, porém, não devem parar por aí.

De acordo com o Citi, a Espanha é a próxima na "linha de fogo". O mercado acionário espanhol tem capitalização de US$ 511,3 bilhões, apenas US$ 2,2 bilhões a mais que o mercado brasileiro. Já o oitavo colocado no ranking, a Austrália, está mais distante, com capitalização de mercado US$ 836,6 bilhões.

 

 

MSCI World Index

Posição Mercado Valor de Mercado (US$ Bilhões) Peso Empresas listadas
1 EUA US$ 12.569,5 42,17% 635
2 Reino Unido US$ 2.829,6 9,49% 156
3 Japão US$ 2.620,7 8,79% 397
4 França US$ 1.342,4 4,50% 74
5 Canadá US$ 1.152,7 3,87% 105
10 Brasil US$ 509,1 1,71% 69
Total 48 US$ 29.805,6 100% 2.872
Fonte: Citigroup

 

 

Crescimento é sustentável no longo prazo - Dentre as empresas brasileiras listadas no MSCI GEMs, o Citigroup destaca a Petrobras, que passou ao posto de maior empresa dentre os mercados emergentes por capitalização de mercado. A segunda maior empresa neste quesito é a Gazprom.

Desde seu fundo, em meados de 2002, o mercado brasileiro ganhou participação relevante no índice de mercados emergentes, trajetória que deve se sustentar no longo prazo, de acordo com os analistas do Citigroup. Contudo, a percepção para o curto prazo é menos otimista, já que o banco avalia o mercado doméstico como "sobrecomprado e caro".

Mais sobre o MSCI Index - O MSCI Global Emerging Markets (GEMs), índice apurado pelo Morgan Stanley, é composto por ações de 25 países considerados emergentes, cada qual com peso atribuído de acordo com sua capitalização em circulação no mercado. O montante de empresas que compõem o índice varia de acordo com cada país, e sua capitalização total é de US$ 3,405 trilhões, de acordo com o Citigroup.

Já o MSCI World é composto por ações de empresas de 48 países, dentre eles os países desenvolvidos. São 2.872 empresas listadas no índice, que conta com capitalização total de US$ 29,805 trilhões. Neste índice, o maior mercado é o norte-americano, com peso de 42,17% no índice. Fonte:
UOL

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 12h40
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BOVESPA PODERÁ SE BENEFICIAR DE ACORDO COM CME, DIZ BM&F

 

 

Ressaltando que um provável acordo de integração entre a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) ainda está em um estágio embrionário, o diretor-geral da BM&F, Edemir Pinto, afirmou ontem (27/2) que a associação com a Bovespa também poderá se beneficiar das sinergias obtidas com a parceria aprovada anteontem (26/2) com o CME Group, de Chicago.

Até o final do terceiro trimestre deste ano, a Bolsa de futuros brasileira terá acesso à Globex, plataforma de negociação da parceira americana, que está presente em mais de 80 países. Por meio de um link internacional, ambas estarão conectadas e o investidor nos EUA poderá operar com os produtos brasileiros, e vice-versa.

"Certamente, ao fechar um possível acordo com a Bovespa, estudaremos todas as sinergias possíveis", disse Pinto. "Ainda é muito prematuro fazer qualquer afirmação, pois não temos nada estruturado, mas certamente existe a possibilidade de que o link internacional firmado com a CME passe a oferecer também as ações e outros produtos hoje oferecidos pela Bovespa", disse o executivo da BM&F. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 12h36
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LIBERAÇÃO DE DESCONTOS É RUIM PARA TAM E GOL

 

 

O mercado recebeu mal a liberação gradual dos descontos para tarifas aéreas para os 12 países da América do Sul, anunciada nesta terça-feira (26/2) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Embora a medida beneficie os passageiros, os analistas temem que estimule uma nova guerra de preços entre as companhias aéreas, o que prejudicaria suas margens de lucro e sua rentabilidade.

Em relatório divulgado nesta quarta-feira (27/2), a corretora SLW reconhece que a liberação dos descontos é uma tendência mundial, mas ressalva que “a notícia é ruim para as ações da TAM e da Gol, pois resulta em estímulo ao aumento da concorrência e à redução do preço das passagens e impacto sobre os resultados das companhias”.

Na mesma linha, a corretora Socopa afirma que “mesmo que a redução do preço da passagem estimule a demanda, o volume de passageiros transportados pode não compensar a queda de receita”.

Um sinal de que a notícia não agradou o mercado foi o comportamento dos papéis nesta terça-feira (26/2). As ações preferenciais da Gol (GOLL4) encerraram o dia com queda de 1,31%, negociadas a 30,20 reais. As preferenciais da TAM (TAMM4) recuaram ainda mais: 2,14%, cotadas a 36,50 reais. Os dois papéis compõem o Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo. No mesmo pregão, o Ibovespa fechou em alta de 0,28%, a 65.182 pontos.

Liberdade gradual - A liberação das tarifas entrará em vigor a partir do próximo sábado (1º de março). Atualmente, os vôos para a América do Sul têm descontos restritos a 30% do valor de referência da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). A nova resolução da Anac aumenta, de modo gradual, a margem de descontos, até atingir um regime de total liberdade tarifária em 1º de setembro deste ano.

Na primeira etapa, o limite dos descontos passará de 30% para 50%. Três meses depois, o teto será elevado para 80%. E, em setembro, chegará à liberação total. A medida vale para todos os vôos que partem do Brasil para a América do Sul, tanto de companhias nacionais, quanto estrangeiras. Até o final do ano, a Anac também pretende iniciar a liberação tarifária para vôos com destino à Europa. Para as rotas domésticas, os descontos já são liberados desde 2005.

Para a Anac, os descontos maiores não prejudicarão as companhias brasileiras. A Agência afirma que as empresas nacionais têm uma sólida estrutura operacional e financeira, capaz de suportar o novo regime tarifário. Além disso, a expectativa é que os descontos estimulem o aumento de passageiros. Para a Argentina, por exemplo, espera-se um incremento de 10% no volume transportado. Para o Chile, a estimativa também é próxima disso. A Anac não teme, ainda, que esse aumento de passageiros gere problemas nos aeroportos, como tumultos no embarque e atrasos nos vôos. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 12h35
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OI PRETENDE INVESTIR CERCA DE R$ 4 BILHÕES EM 2008

 

 

O grupo de telefonia Oi (antiga Telemar) pretende investir cerca de R$ 4 bilhões este ano, o que representa um aumento de 74% sobre o montante investido (R$ 2,3 bilhões) no ano passado. Com a cifra deste ano, a Oi totalizará R$ 34 bilhões de investimentos em dez anos, informa o diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, José Luís Salazar, em nota divulgada hoje (28/2).

A Oi considera que seus resultados de 2007, que foram divulgados hoje, são "excelentes" e informa que "espera repetir o bom desempenho em 2008". No cenário traçado pela companhia, ela deve aumentar em 40% o número de clientes do seu serviço de internet de alta velocidade (banda larga) Oi Velox, para 2,1 milhões, e ampliar a área onde oferece esse serviço de cerca de 280 cidades para algo em torno de 450 cidades. "A demanda aquecida por computadores e internet continuará impulsionando o mercado de banda larga, um dos focos estratégicos da companhia".

Na telefonia móvel, a Oi espera encerrar o ano com 18 milhões de usuários apenas em sua área original (16 Estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste, com exceção de São Paulo), o que representará aumento de 13% em relação ao fim de 2007. A empresa não informa na nota o que espera para as demais regiões nem fala da telefonia fixa.

De acordo com a empresa, o crescimento dos investimentos este ano virá principalmente do início das operações em terceira geração (3G) de telefonia móvel, da entrada da Oi na telefonia móvel do Estado de São Paulo e da portabilidade numérica, que começará em agosto em algumas cidades e deve ser totalmente implantada até o primeiro trimestre de 2009. A Oi arrematou licença para atuar no Estado paulista em setembro de 2007, em leilão promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

"Esses eventos aumentarão ainda mais a concorrência no mercado e a Oi está preparada para manter a liderança em sua área de atuação e entrar com agressividade no mercado de São Paulo", diz Salazar na nota da companhia. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 12h34
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ARMANI É A MARCA DE LUXO PREFERIDA DOS BRASILEIROS

 

 

A marca italiana Giorgio Armani é a mais desejada pelos brasileiros, segundo uma pesquisa global realizada pela empresa britânica Nielsen e divulgada na quarta-feira (28/2).

A sondagem entrevistou 25 mil consumidores em 48 países e indica que 37% dos brasileiros entrevistados preferiam comprar produtos da marca Giorgio Armani, caso dinheiro não fosse um impedimento. Em segundo lugar na preferência dos brasileiros ficou a francesa Christian Dior, com 28%.

Apesar da preferência, a marca de luxo mais comprada pelos consumidores brasileiros é a americana Calvin Klein - 30% dos entrevistados afirmaram comprar produtos da marca. Em segundo lugar ficou a italiana Diesel, com 18%.

A opção dos brasileiros pela marca Armani difere da preferência global revelada pela pesquisa. Segundo os dados levantados pela Nielsen, a marca Gucci é a mais desejada do mundo - um em cada cinco consumidores afirmou que compraria produtos da marca, caso dinheiro não fosse um entrave.

No levantamento global, a francesa Chanel e a americana Calvin Klein ocupam a segunda colocação, seguidas pelas marcas Louis Vuitton, Armani, Dior e Versace.

"O apelo das marcas de luxo continua a aumentar - uma marca famosa é simplesmente algo que os consumidores, especialmente aqueles nos mercados emergentes, estão dispostos a pagar um preço caro", afirmou o presidente europeu da Nielsen, Patrick Dodd.

De acordo com a sondagem, os norte-americanos são os que menos consomem as marcas de luxo - 35% deles afirmaram que não compram mercadorias destas marcas.

Qualidade x Preço - A pesquisa indica ainda que, apesar do gosto pelas marcas de luxo, apenas 18% dos consumidores brasileiros entrevistados afirmaram que compram produtos de marcas famosas. No entanto, 60% dos entrevistados no Brasil afirmaram que conhecem pessoas que compram mercadorias de marcas luxuosas.

A sondagem revela também que 75% dos brasileiros acreditam que as marcas cobram um preço exagerado pelos produtos e 63% afirmam que os consumidores destes produtos querem apenas projeção na esfera social.

Além disso, apenas 36% dos entrevistados no Brasil acreditam que as marcas luxuosas estão relacionadas com produtos de melhor qualidade - um número próximo aos 32% que não acreditam nesta relação.

Outro dado levantado na pesquisa sobre a qualidade das mercadorias luxuosas é a falsificação. No Brasil, 13% afirmaram que os produtos falsificados e as imitações são tão bons quanto os originais. Fonte:
BBC Brasil

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 12h33
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MUSEU DA MOEDA DE BRUXELAS MOSTRA QUE DINHEIRO TAMBÉM É CULTURA

 

 

Uma jovem estilista portuguesa, residente em Bruxelas, foi convidada pelo Museu da Moeda para apresentar uma coleção de moda, inspirada nas notas de francos belgas e euros, durante a primeira "Noite dos Museus" da capital belga, no sábado (1º de março). Marta Assis Manuel, de 26 anos, disse à Agência Lusa que o convite do museu, que pertence ao Banco Nacional Belga, foi feito por meio da escola de artes de Saint Luc, onde fez o curso de moda.

Apesar de ter recebido apenas um mês para preparar a coleção, a estilista decidiu criar "algo mais pessoal", em vez de recuperar peças já existentes. Os antigos francos belgas e as atuais notas de euros servem de inspiração para vestir 12 modelos femininos, sendo duas crianças.

“Parti da antiga moeda belga, peguei a primeira nota em preto e branco e a primeira nota a cores e as imprimi em alguns tecidos", conta Marta Assis Manuel.

Como o tempo era pouco, a estilista optou por imprimir euros em papel, entre os quais a recente face escolhida para a moeda de dois euros que vai celebrar, em 2009, os dez anos de união econômica e monetária do bloco, com a qual vai vestir as "duas meninas pequeninas". Com este evento, Marta Assis Manuel espera ganhar visibilidade suficiente para trabalhar no ramo.

"Não me importava nada de voltar para Portugal. Gosto do meu país, das pessoas, da língua, do sol", conta a estilista, que vive em Bruxelas.

O evento "Noite dos Museus" de Bruxelas, que é considerada a Capital da União Européia, reúne sete instituições do centro da cidade, apresentando concertos, performances artísticas, visitas guiadas e até uma festa com um DJ nova-iorquino. Fonte:
UOL

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 12h33
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MAIOR IPO OU NOVO SÓCIO PARA A CASA DE PEDRA?

 

 

Depois da Vale, nenhuma empresa brasileira se beneficia tanto dos preços estratosféricos do minério de ferro quanto a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A siderúrgica é dona de Casa de Pedra, uma das maiores jazidas de ferro do país, localizada em Minas Gerais. A mina possui reservas comprovadas de 1,6 bilhão de toneladas e terá capacidade para produzir 85 milhões de toneladas ao ano quando atingir seu auge, a partir de 2013. Mas, agora, a CSN enfrenta um dilema: promover a maior oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da história do mercado brasileiro ou vender uma parte de Casa e Pedra para um investidor estratégico?

O IPO de Casa de Pedra é aguardadíssimo pelo mercado. Segundo a corretora Ágora, a mina vale 17,9 bilhões de dólares. Alguns especialistas estimam que a CSN poderia embolsar com a venda de parte de suas ações da mina nada menos do que 10 bilhões de dólares, ou 16,6 bilhões de reais, pelo câmbio desta quarta-feira (27/2). Se confirmados os valores, seria o maior IPO já realizado no Brasil, deixando bem para trás a atual recordista – a Bovespa Holding, que captou 6,626 bilhões de reais no ano passado.

Para chegar a valor tão vultoso, os analistas apostam que a Casa de Pedra e a Nacional de Mineração S.A. (Namisa, a empresa de mineração da CSN) seriam reunidas em uma única companhia, que depois iria a mercado. Para valorizar ainda mais o conjunto, parte da infra-estrutura de logística da CSN, como uma fatia dos 32% que a siderúrgica detém na MRS Logística, também poderia compor a nova empresa. Juntas, essas minas produziriam 30,5 milhões de toneladas de minério de ferro em 2008 (incluindo compras de terceiros), número que deve crescer exponencialmente nos próximos anos.

Com o dinheiro, a CSN poderia tocar vários projetos, como a conclusão da expansão de Casa de Pedra, a ampliação do porto de Itaguaí (RJ) e a construção de uma pelotizadora para 6 milhões de toneladas por ano – obras que, em conjunto, demandam um total de 2,870 bilhões de dólares. Além disso, a CSN quer triplicar sua produção de aço até 2010, alcançando um patamar anual de 15,1 milhões de toneladas, incluindo 500.000 toneladas de aço longo. Os analistas também não descartam que parte dos recursos seja usada para aquisições – área em que a CSN sofreu sucessivas derrotas nos últimos dois anos.

Sócio estratégico - Apesar da enorme expectativa do mercado em torno do IPO, a CSN pode decidir tomar outro caminho, com a venda de uma fatia de Casa de Pedra para um investidor estratégico nacional ou estrangeiro. “Não se pode restringir o leque de opções da CSN ao IPO. Há outras opções que não contrariam os marcos regulatórios do setor”, afirma um especialista em siderurgia e mineração.

A expectativa de que a demanda por ferro continue aquecida nos próximos anos devido à expansão da China e dos demais países asiáticos deve manter a commodity valorizada. Além disso, valores astronômicos envolvidos em algumas das negociações em curso – como a nova oferta da Vale pela Xstrata, de quase 90 bilhões de dólares – tornam a venda da Casa de Pedra uma opção tão interessante quanto o IPO. “A CSN pode conseguir mais dinheiro vendendo uma parte da mina do que com o IPO”, diz um analista.

A legislação não proíbe que empresas estrangeiras comprem 100% de mineradoras brasileiras, mas é difícil que a CSN venda todo o capital da Casa de Pedra. Ela é estratégica para a manutenção dos baixos custos operacionais. Sem o fornecimento de minério de Casa de Pedra a custos baixos a CSN perderiam caixa futuro em um momento que teria de abrir mão também das receitas obtidas com a venda do excedente de produção da mina.

Entre os possíveis compradores, o único nome que circulou pelo mercado nos últimos tempos foi o da australiana BHP. Maior mineradora do mundo, a BHP poderia se voltar para a Casa de Pedra caso desista de comprar a Rio Tinto – para quem apresentou oferta de 147,7 bilhões de dólares. Mas os especialistas afirmam que a Casa de Pedra pode atrair a atenção de todos os grandes grupos mineradores do mundo. Outra forte candidata seria a Vale, que conta com o direito de preferência de compra da mina, obtido no acordo de descruzamento de participações com a CSN concluído em 2001.

Alguns analistas afirmam que, mesmo com as prováveis restrições do Cade ao negócio, a Vale poderia comprar a briga. O argumento seria de que o mercado mudou muito desde que a Vale foi praticamente obrigada pelo órgão regulador a abrir mão da compra da Ferteco, em Minas Gerais. Desde então, surgiram novos concorrentes na área de mineração, como a MMX de Eike Batista, e as siderúrgicas estão menos dependentes de fornecedores de ferro por investirem na compra de suas próprias reservas – caso da Usiminas e da Gerdau.

Disputa judicial - Para dificultar ainda mais a decisão da CSN, Casa de Pedra também está envolvida em um longo imbróglio judicial que envolve a Vale. Em janeiro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou uma liminar da Vale, cujo objetivo era dispensá-la de cumprir a determinação do Cade de optar entre a venda da Ferteco ou o fim do direito de preferência na compra do excedente de Casa de Pedra. A Vale ainda recorre ao STJ, mas já afirmou publicamente que prefere manter a Ferteco e liberar a CSN de lhe vender o excedente de minério.

O feito foi comemorado pela direção da CSN, mas a vitória está longe de pôr um ponto final na disputa. O que caiu no STJ foi a liminar contra o Cade, mas ainda tramita, em primeira instância, a ação ordinária movida pela Vale contra o órgão de regulamentação do mercado. A mineradora questiona a decisão do Cade porque a presidente do órgão usou seu voto qualificado para desempatar a decisão. Para a Vale, o processo não poderia ser decidido pelo voto de minerva. Até o momento, as partes envolvidas no caso – Vale, Cade e CSN – enviaram suas manifestações à juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 5ª Vara Federal do Distrito Federal. Agora, aguardam a decisão – e a polêmica ainda promete se estender pelas instâncias superiores. “A queda da liminar, no STJ, já liberaria a CSN para fazer o IPO, mas a prudência recomenda que a operação seja realizada apenas com o processo todo julgado”, afirma um advogado especialista em fusões e aquisições, que pediu para não ser identificado.

A Vale também já avisou que, se derrotada, ingressará com uma nova ação contra a siderúrgica: desta vez, pedindo uma indenização pelo fim do direito de preferência. Por ora, não há notícias de que a mineradora tenha, efetivamente, iniciado essa outra disputa com a empresa de Benjamin Steinbruch.

Valorização - A Casa de Pedra foi uma das bases da recente valorização dos papéis da CSN. Em 2007, um ano tumultuado pela crise das hipotecas americanas, suas ações ordinárias subiram mais de 120%. Nos dois primeiros meses de 2008, já acumulam uma alta de 20%. Auto-suficiente em minério de ferro, a CSN apresenta um dos menores custos de produção do mundo – em relação às siderúrgicas brasileiras, é 21% menor; comparada às chinesas, chega a ser 46% inferior. Isso contribui para uma elevada margem de ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), da ordem de 40%.

Parte dos analistas acredita que a CSN perdeu a pressa em realizar o IPO porque já conseguiu fazer com que o mercado precificasse a Casa de Pedra nas ações. “Os múltiplos da empresa já refletem esse ativo”, diz uma analista que pediu para não ser identificada. Em 2006, por exemplo, a relação EV/Ebitda da CSN era de 5 vezes, ante 4,2 vezes da Usiminas. No início de 2008, o indicador saltou para 10,6 vezes para a CSN, ante 5,6 vezes para a Usiminas.

Tantas dúvidas já levam os especialistas a uma postura mais cautelosa sobre o destino da Casa de Pedra. “Com o fim da disputa judicial com a Vale, o cenário mais provável seria o do IPO, mas a dúvida é: quanto tempo isso vai demorar?”, pergunta Pedro Galdi, analista de investimentos da corretora do Banco Real. Certo mesmo é que a CSN precisa tomar uma decisão ou correr o risco de ser punida pelo mercado com uma forte desvalorização de suas ações. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 12h32
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REDECARD ANUNCIA OFERTA DE 40,7 MILHÕES DE AÇÕES ON

 

 

A Redecard fará uma oferta pública de ações ordinárias (ON), que soma, inicialmente, 40.692.417 de papéis. A oferta é secundária e o acionista vendedor é o Citibank. A operação poderá ser acrescida de 15% (6.130.860 ações ON) a título de lote suplementar. A oferta inclui ainda a distribuição de GDS (global depositary shares, recibos de ações negociados no mercado internacional), sendo que cada um desses títulos corresponde a duas ações.

O período de reserva da oferta da Redecard vai de 5 a 11 de março. O preço será fixado em 12 de março. Pela cotação de fechamento de ontem (R$ 29,00, 26/2) a distribuição de ações da Redecard pode chegar a R$ 1,18 bilhão. Considerando o lote suplementar, o montante pode subir para R$ 1,357 bilhão.

Os valores mínimo e máximo para o varejo são de R$ 3 mil e R$ 300 mil, respectivamente. A oferta para esse grupo de investidores representa de 10% a 15% do total, sem considerar o lote suplementar.

As ações da oferta começarão a ser negociadas no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em 14 de março. O código de negociação dos papéis é RDCD3. A liquidação da operação está estimada em 18 de março. Fonte: Agência Estado

 

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BM&F TEVE LUCRO DE R$ 293,3 MILHÕES EM 2007

 

 

A Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) registrou lucro líquido de R$ 293,3 milhões em 2007, mostrando crescimento de 48,7% sobre os R$ 197,2 milhões contabilizados em 2006. O lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 292,4 milhões, com avanço de 66%. A margem Ebitda subiu de 45,4% para 53,1%.

É a divulgação de seu primeiro balanço como companhia de capital aberto. A receita líquida da BM&F aumentou 41,8% em 2007 e totalizou R$ 550,6 milhões. O volume de contratos negociados apresentou expansão de 50,4% para 426,3 milhões.

Isoladamente no quarto trimestre, o lucro da Bolsa foi de R$ 69,1 milhões. Ajustado pelos itens não-recorrentes, o lucro do último trimestre de 2007 ficou em R$ 68,3 milhões. O Ebitda ajustado do período somou R$ 63,2 milhões e a margem ficou em 50,1%. A receita líquida trimestral ajustada atingiu R$ 126,3 milhões.

Plataforma CME - O diretor geral da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), Edemir Pinto, disse hoje (27/2), durante apresentação dos resultados da Bolsa no quarto trimestre do ano passado, que a Assembléia Geral da instituição aprovou ontem um acordo com a CME Group, que controla as bolsas de derivativos de Chicago - Bolsa Mercantil de Chicago (CME) e a Bolsa de Futuros de Chicago (CBOT).

O diretor explicou que o acordo permitirá que a BM&F negocie seus produtos diretamente na plataforma eletrônica da CME (Globex), que atende quatro continentes e 80 países. "Dessa forma, os investidores internacionais poderão ter acesso ao pregão da BM&F", afirmou Edemir Pinto.

Os detalhes do acordo serão explicados ainda hoje, durante entrevista coletiva com o CEO da CME Group, Craig Donohue, e o diretor geral da BM&F, Edemir Pinto. Fonte: Agência Estado

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h49
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ALTICOR, DETENTORA DA AMWAY, VENDE US$ 7 BI

 

 

O grupo Alticor Inc, do qual fazem parte as empresas Amway, Quixtar e Access Business Group LLC. anunciou vendas recorde de mais de US$ 7,1 bilhões em 2007, uma elevação de 12% em relação aos US$ 6,3 bilhões registrados em 2006. Os executivos da holding atribuíram tal aumento ao crescimento contínuo dos mercados da subsidiária Amway na Europa, sudeste da Ásia e América Latina, bem como à recuperação na China, graças à aguardada criação das leis de venda direta no país, e ao apelo contínuo das linhas de produtos da marca junto ao público consumidor.

 

"Nosso negócio global mostrou real força e poder de superação em 2007", disse o chairman da Alticor, Steve Van Andel. "Desafio nossos empresários ao redor do mundo a enfocarem o entendimento e apoio às necessidades dos clientes e este foi um bom primeiro passo a caminho desse objetivo." "Os consistentes resultados nas vendas em 2007 significam mais investimentos em inovação e performance em 2008", completou Doug DeVos, presidente da Alticor. "Nós estamos determinados a ser mais criativos e atentos às necessidades de cada mercado e dispostos a batalhar por um espaço ainda maior em uma amplamente competitiva indústria de vendas diretas".

A Alticor é uma corporação global de capital privado que oferece oportunidades de negócios por meio das subsidiárias Amway. Fonte: DCI

 

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ENERGIAS DO BRASIL CRIA EMPRESA PARA INVESTIR EM ENERGIAS RENOVÁVEIS

 

 

A Energias do Brasil anunciou ontem (26/2) a criação de uma nova empresa, a Enernova. A subsidiária vai reunir os investimentos em energias renováveis na América do Sul da Energias do Brasil, controlada pela Energias de Portugal (EDP). A meta da nova empresa é atingir uma capacidade de geração de 1.000 MW com pequenas centrais hidrelétricas, usinas de biomassa e parques eólicos.

A Enernova, que será integralmente controlada pela EDP, vai concentrar alguns empreendimentos já existentes, como pequenas centrais hidrelétricas da empresa localizadas em Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Juntos esses empreendimentos têm capacidade para gerar 159 MW. Além disso, a Enernova também ficará a cargo de estudos de viabilidade para outras 24 pequenas hidrelétricas com capacidade total de 538 MW.

A EDP é a quarta maior produtora mundial de energia eólica. No Brasil, a Enernova vai se beneficiar desse conhecimento para explorar o potencial eólico da América do Sul. “A criação da Enernova visa permitir a atuação do grupo no segmento de energias renováveis de forma estruturada e competitiva”, disse a Energias do Brasil em nota enviada à Bovespa. Fonte: Portal Exame

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h47
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FIAT AUTOMÓVEIS DOBRA LUCRO NO BRASIL

 

 

Um ambiente econômico altamente favorável aliado ao crédito farto no mercado de carros zero-quilômetro levou a Fiat a um lucro líquido de R$ 1,666 bilhão em 2007. É mais do que o dobro do resultado do ano anterior, que registrou um ganho de R$ 803 milhões.

A Fiat é uma das poucas montadoras que publica os resultados financeiros no país. Seu balanço serve para mostrar o vigor do setor automotivo numa trajetória de sucessivos recordes de produção e vendas no mercado doméstico.

Fabricante de veículos que mais vende no Brasil, a divisão de automóveis do grupo Fiat registrou no ano passado uma receita líquida de R$ 17,115 bilhões, o que representa um crescimento de 39,5% em comparação com o resultado de 2006.

A empresa apurou um lucro antes do Imposto de Renda e da contribuição social de R$ 2,519 bilhões, 116,8% mais do que o registrado no balanço do ano anterior.

A montadora italiana alcançou o maior aumento de vendas no Brasil em 2007 - 31,9%. No mesmo período, o mercado total cresceu 27,7%. Em seu balanço financeiro, a empresa informa ainda ter elevado os preços dos produtos exportados em 7,76% como forma de compensar a redução de margens provocada pela valorização do real. Dessa forma, a receita bruta com exportações passou de R$ 1,926 bilhão em 2006 para R$ 2,205 bilhões no ano passado. O volume de vendas ao exterior aumentou em 10,4% em 2007, num total de 105,9 mil veículos.

A empresa fez investimentos para expandir a atividade. Em 2007, o volume de recursos aplicados somou R$ 443,3 milhões. Desse total, R$ 274,4 milhões foram destinados ao desenvolvimento de novos produtos.

Dona de 25,4% do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves, a Fiat conseguiu no ano passado aumentar a sua fatia nesse mercado em 0,5 ponto percentual, com a venda total de 607,5 mil unidades.

A montadora encerrou o ano passado com 3.891 empregados a mais do que em 2006, num total de 15,5 mil trabalhadores.

A Fiat se prepara agora para continuar acompanhando a expansão das vendas de veículos. O grupo anunciou recentemente um investimento de R$ 5 bilhões. Esses recursos serão usados na fábrica de automóveis e também em outras unidades, como as que produzem máquinas rodoviárias, caminhões, autopeças e fundição. Fonte:
Valor Econômico

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h46
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MERCEDES-BENZ ANUNCIA 500 VAGAS PARA GRANDE ABC

 

 

A unidade brasileira da montadora alemã Mercedes-Benz anunciou hoje a contratação de 500 novos colaboradores para sua fábrica de São Bernardo do Campo, no Grande ABC (Grande São Paulo).

 

Segundo a empresa, as contratações, que devem acontecer até julho deste ano, serão direcionadas para as áreas de produção e de suporte à fabricação de caminhões e visam atender à alta demanda de veículos comerciais no mercado brasileiro.

 

A montadora explica que o crescimento de vendas de caminhões vem sendo motivado, desde o ano passado, por setores como construção civil, mineração e agronegócios. Com este anúncio, a empresa aumentará para cerca de 1 mil o número de colaboradores contratados desde maio de 2007. O quadro na fábrica de São Bernardo do Campo passará a contar com cerca de 12 mil colaboradores. Fonte: Agência Estado

 

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BMW ANUNCIA CORTE DE 8.100 EMPREGOS EM TODO O MUNDO

 

 

A fabricante de carros de luxo alemã BMW quer reduzir 8.100 postos de trabalho em todo o mundo, dos quais 5.000 são funcionários com contratos temporários na Alemanha. A BMW informou hoje (27/2) em comunicado que prevê reduzir as despesas em 6 bilhões de euros (US$ 9 bilhões) até 2012 e aumentar sua rentabilidade com essa medida.

Além dos 5.000 contratos temporários na Alemanha, a BMW analisa a possibilidade de reduzir 2.500 postos de trabalho do quadro de funcionários fixos no país, assim como outros 600 no exterior.

A companhia já reduziu metade dos 5.000 empregos temporários na Alemanha e a outra metade será demitida no restante do ano.

"Esses trabalhadores não têm um contrato de trabalho conosco, mas com suas empresas de trabalho temporário. Eles manterão seus empregos ali, já que atualmente há uma forte demanda por mão-de-obra temporária", disse o chefe de pessoal da BMW, Ernst Baumann. Quanto aos 2.500 trabalhadores efetivos da BMW na Alemanha, que representam 3% do quadro de funcionários naquele país, a demissão será feita voluntariamente.

Para Baumann, a decisão respeita "as convicções da empresa", que se baseiam em "confiança, respeito e lealdade". Dos 28 mil empregados fixos da BMW no exterior, 600 deverão deixar seus postos, principalmente em concessionárias.

A montadora alemã também disse que, para aumentar sua eficiência, prevê realizar diversos cursos de formação e aperfeiçoamento para seus empregados. Apesar da redução do quadro de funcionários, "o grupo BMW seguirá contratando pessoas altamente qualificadas", aproximadamente 500 este ano, segundo a companhia. Fonte: Folha Online

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h43
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SIEMENS PODE DEMITIR NO PARANÁ DEVIDO À CRISE NO SETOR DE TELECOM

 

 

A multinacional Siemens, do setor de telecomunicações, anunciou ontem (26/2) um programa de reestruturação global que vai atingir suas operações na matriz alemã e em filiais como a do Brasil, localizada em Curitiba (PR). Fundada em 1975, a fábrica no Paraná emprega 470 funcionários e produz centrais digitais de PABX utilizadas por pequenas, médias e grandes empresas.

Em comunicado, a empresa anunciou que a unidade brasileira e uma na Grécia podem ser fechadas ou vendidas e que demissões nessas duas fábricas não estão descartadas.

As demissões na unidade curitibana já vinham sendo registradas desde 2006. Nos últimos dois anos, foram fechados aproximadamente 230 postos de trabalho. Com a reestruturação anunciada ontem, o total de demissões, segundo a empresa, chegará a 3.000 em todo o mundo.

Cerca de 1.200 empregos serão cortados na Alemanha. Posteriormente, outras 3.800 vagas também serão fechadas naquele país. Sobre as operações internacionais que passarão por mudanças, a empresa citou nominalmente apenas as fábricas existentes em Curitiba e na Grécia.

"A SEN [sigla de Siemens Enterprises Comunications] pretende vender ou achar parceiros para suas instalações em Thessaloniki [na Grécia] e Curitiba, que possuem 270 e 470 funcionários, respectivamente. A possibilidade de uma instalação ser fechada não pode ser descartada", diz a nota.

A assessoria de imprensa da Siemens no Brasil declarou que "por enquanto nenhum representante da subsidiária no Brasil e em qualquer lugar do mundo está autorizado a fazer comentários sobre a decisão".

Em outros países da América do Sul também serão promovidas mudanças. Os call centers de pedidos na Argentina, Equador, Chile, Colômbia e Peru, que empregam cerca de 1.100 funcionários, serão vendidos.

De acordo com a nota oficial, a Siemens Enterprises Comunications, uma das subsidiárias do grupo alemão que assina o comunicado, informou também que "as mudanças têm como objetivo acelerar a transformação da empresa de fornecedora de hardware para provedora de software e soluções, a fim de se adaptar às necessidades do mercado".

A empresa informa que "esta transformação é absolutamente essencial e apóia os esforços contínuos da Siemens para encontrar um parceiro adequado para a Siemens Enterprises". Os dirigentes da SEN informaram que pretendem, com as mudanças, ampliar suas posições de mercado em países como a China e a Rússia. Fonte: Folha Online

 

$$ Postado pela Aluísio Sabino às 11h42
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