TERMINA O PIOR TRIMESTRE PARA O MERCADO FINANCEIRO
Ásia-Pacífico - Os mercados asiáticos começaram a semana em queda, consolidando seu pior desempenho trimestral em cinco anos, como conseqüência de persistentes temores acerca da crise de crédito e o impacto de um enfraquecimento na demanda do consumo nos Estados Unidos sobre as empresas exportadoras da região. Às 07h50 (horário de Brasília) desta segunda (31/03), o índice MSCI da Ásia Pacífico exceto Japão tinha queda de 1,06%, aos 454 pontos, próximo ao fim dos negócios. O índice acumula uma perda de 13% este ano, a pior performance trimestral desde setembro de 2002.
O Nikkei 225, de Tóquio, recuou 2,30%, somando 12.525,54 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, diminuiu 1,88%, ficando em 22.849,20 pontos. Em Xangai, a queda do Shanghai Composite foi de 3%, aos 3.472,71 pontos. Exceção, o Kospi, de Seul, valorizou-se 0,13%, atingindo 1.703,99 pontos.
Europa - As principais bolsas européias não apresentaram uma direção única no último pregão do primeiro trimestre deste ano, visto como o pior período de três meses desde 2002. O mercado europeu reagiu à divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro (15 países europeus que compartilham a moeda) em março, que mostrou alta anual de 3,5%, após elevação de 3,3% em fevereiro. A meta do Banco Central Europeu (BCE) para o ano de 2008 é uma elevação de 2% na inflação ao consumidor. No segmento corporativo, as ações do setor de telecomunicações caíram, após rebaixamento de recomendação do banco de investimento americano Morgan Stanley para a britânica Vodafone e previsões de maior pressão das autoridades reguladoras européias sobre as companhias do setor. Os papéis do setor de energia subiram.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,16%, a 5.702 pontos. No mês de março, o principal índice do mercado britânico acumulou queda de 3,10%. O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, fechou em alta 0,24%, a 4.707 pontos. Em Frankfurt, o índice Xetra-DAX fechou em queda de 24,93 pontos (0,38%), em 6.534,97 pontos.
A Bolsa de Milão fechou com o índice S&P-Mib em queda de 0,25%, a 31.616 pontos. Na Bolsa de Madri, o índice Ibex-35 fechou em queda de 1,29%, a 13.269 pontos. O índice PSI-20, da Bolsa de Lisboa, fechou em baixa de 0,48%, a 10.496 pontos.
Nova York – As bolsas americanas fecharam em alta, influenciadas pela queda do preço do petróleo e pelo pacote de medidas apresentadas pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, para reformar o marco regulador financeiro dos Estados Unidos (leia mais no artigo a seguir).
Dow Jones Industrial, principal índice de Wall Street, subiu 43,64 pontos (0,36%), para 12.260,04. Por sua vez, o Nasdaq subiu 17,92 pontos (0,79%), para 2.279,1. Já o seletivo S&P 500, que mede o rendimento de 500 grandes empresas, avançou 6,95 pontos (0,53%), para 1.322,17.
São Paulo – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão desta segunda-feira no azul, seguindo o comportamento de Nova York, mas em março o desempenho foi negativo. De acordo com dados preliminares, o Ibovespa apurou alta de 0,85% nesta sessão, a 60.968 pontos. O giro financeiro de negócios na bolsa foi de 4,79 bilhões de reais. O dólar comercial apontou aumento de 0,57%, cotado a R$ 1,7510 para a compra e R$ 1,7530 para a venda. No acumulado do mês de março, a moeda americana se valorizou 3,67%, enquanto que o Ibovespa amargou recuo de 3,97%.
América Latina - A Bolsa Mexicana de Valores (BMV) fechou com uma alta de 2,74% em seu principal indicador, o Índice de Preços e Cotações (IPC), que alcançou 30.912,99 pontos.
O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou com uma alta de 0,67%, fixado em 2.103,72 pontos. O volume financeiro do dia foi de 94,4 milhões de pesos (US$ 29,6 milhões). A Bolsa de Valores de Santiago do Chile fechou com uma leve alta de 0,40% em seu principal indicador, o IPSA, que alcançou 2.902,02 pontos.
A Bolsa de Valores da Colômbia, em Bogotá, fechou com uma leve alta de 0,18% no índice IGBC, que alcançou 8.973,88 pontos. O índice Imebo, que mede a rentabilidade dos títulos públicos e é o mais importante da Bolsa de Valores de Montevidéu, fechou com uma alta de 0,54%, fixado em 2.592,86 pontos. Fontes: Reuters, Valor Online, Agência Estado e EFE
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MEGAPLANO PARA REESTRUTURAR O SETOR FINANCEIRO AMERICANO

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (30/03) um megaplano de reestruturação das regras para o setor financeiro e bancos. De acordo com o apresentado por Henry Paulson, secretário do tesouro dos Estados Unidos, o plano propõe dar mais poderes ao Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA) para combater crises de crédito, como a atual, que atinge o mercado financeiro global. O plano vai designar o Fed como "regulador de estabilidade de mercado" e dar poder ao órgão de examinar os livros com todos os aspectos financeiros de qualquer instituição, não apenas bancos, de quebrar sigilos e tomar ações corretivas quando necessário. O plano também vai fundir a Comissão Negociadora de Commodities Futuras e o Escritório de Supervisão Econômica. O projeto de Paulson, cuja administração está na ativa há um ano, pede ainda a criação de três agências reguladoras.
Além disso, o projeto prevê criar um "regulador financeiro preventivo" para os bancos americanos, gastos e empresas de crédito, em vez de cinco agências que regulam a área atualmente. A terceira agência vai regular a conduta do mercado e dar proteção ao consumidor, substituindo o que faz hoje a Securities and Exchange Commission (a CVM – Comissão de Valores Mobiliários norte-americana).
A proposta de hoje faz uma revisão completa na regulação do mercado financeiro atual, a mais extensa já feita desde a 1929, quando ocorreu a Grande Depressão da economia dos EUA. O anúncio ocorre no momento em que o mercado global está contaminado pela maior crise de crédito nos EUA em 20 anos, desencadeada por uma outra crise, a dos empréstimos imobiliários subprime, aqueles feitos a pessoas com histórico de inadimplência. O temor de calotes generalizados fez o dinheiro em circulação retrair no país, desacelerando a maior economia do planeta. Isso fez crescer o medo que o EUA caiam em recessão, já que 70% do PIB americano é movido pelo consumo. Nesse contexto, bancos têm anunciado perdas bilionários e prejuízos, chegando a ser vendidos por preços baixíssimos a concorrentes. Fonte: Folha de São Paulo
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NOVA ESTRUTURA DO CITIGROUP PREVE DIVISAO POR REGIOES

O americano Citigroup confirmou que planeja reorganizar sua estrutura em linhas geográficas, e não por produtos, enquanto o recém-empossado presidente executivo Vikram Pandit segue imprimindo sua marca na companhia. Em alguns círculos, porém, há ceticismo sobre os benefícios da reorganização para o pesado gigante de serviços financeiros.
A instituição comunicou que a medida lhe possibilitará concentrar recursos "na direção do crescimento dos mercados emergentes e desenvolvidos e aumentar as eficiências através da companhia". Segundo Pandit, a mudança faz parte do esforço "de fazer do Citi uma organização mais eficiente, mais leve e mais simples".
O novo alinhamento geográfico fortalecerá os diretores regionais, que se reportarão a Pandit. Manuel Medina Mora continuará a comandar o Citigroup no México e na América Latina. A região da Ásia-Pacífico, incluindo o Japão, será liderada por Ajay Banga, que atualmente supervisiona as operações de Consumer Business fora dos EUA. William Mills ficará com a Europa Ocidental, o Oriente Médio e a África, enquanto Shirish Apte será responsável pelas Europas do Leste e Central.
O Citi também confirmou a contratação de Teresa A. "Terri" Dial, que hoje comanda as operações de banco de varejo do Lloyds TSB no Reino Unido, para ser a presidente global da área de Estratégias para o Consumidor. Sua atribuição básica será revitalizar as combalidas operações de banco de varejo e de crédito ao consumidor do Citigroup nos EUA.
Décima mudança - Os analistas do Deutsche Bank minimizaram a importância da reorganização, lembrando que esta é a décima mudança estrutural no Citigroup desde 2002. "Ainda esperamos que cerca de 15% a 20% do balanço patrimonial do Citi sejam reduzidos via encolhimento, descontinuação de operações, vendas de ativos e/ou vendas de empresas menores", escreveram os analistas. Eles também previram que o Citi registre US$ 18 bilhões em baixas contábeis no primeiro trimestre, valor próximo ao total do quarto trimestre de 2007. Fonte: Agência Estado
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LUCRO DA TAM CAI 78,93% EM 2007

A empresa aérea TAM teve lucro líquido consolidado de R$ 128,896 milhões em 2007, o que representa uma queda de 78,93% na comparação com o lucro de R$ 611,750 milhões registrado em
O mercado reagiu negativamente à notícia. No pregão da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), as ações preferenciais da TAM (PN, sem direito a voto) registravam queda de 3,93%, às 13h desta segunda-feira (31/03). A aversão aos resultados negativos castigou também a principal concorrente da empresa, a Gol. Os papéis preferenciais da companhia alcançavam perda de 4,98%, no mesmo horário.
Os resultados refletem um ano de sérios desafios para o setor aéreo brasileiro, como um todo, e para a TAM, em particular. Em julho de 2007, um acidente com um Airbus 320 que perdeu o controle ao pousar na pista do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, matou 199 pessoas e mergulhou a companhia numa das piores crises de imagem da sua história.
A tragédia ajudou a precipitar a queda do então presidente da companhia, Marco Antonio Bologna. Em novembro do ano passado, após enfrentar acusações de ter demorado demais para reagir à crise e de ter sido excessivamente frio nas respostas a familiares das vítimas e à opinião pública, o executivo pediu afastamento e entregou o cargo ao então diretor de operações da TAM e ex-diretor da Gol, David Barioni Neto. Fonte: Agência Estado
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FUSAO OI /BRASIL TELECOM DEVE DEMITIR 3.000 COLABORADORES

A fusão entre a Oi (ex-Telemar) e a Brasil Telecom --cujo acordo foi fechado na última sexta-feira (28/03), mas a comunicação oficial ao mercado ainda não ocorreu-- deve resultar na demissão de até 3.000 funcionários. A informação é de um dos executivos que participa das negociações. O enxugamento deve ocorrer em setores em que haverá superposição, como call center, marketing e jurídico. Outro executivo afirmou, por sua vez, que "pode haver movimentação de 3.000 funcionários", mas as demissões não chegarão a uma cifra tão alta --ele estima demissão de 1.500 funcionários no prazo de um ano. Por outro lado, o mesmo executivo afirma que, no longo prazo, "o número de funcionários vai pular de 15 mil para 25 mil".
Ainda, Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, é o preferido de Luciano Coutinho, presidente do BNDES --o banco financiará a operação-- para comandar a "supertele nacional", que recebe apoio do governo para surgir.
Acordo - Todas as pendências envolvendo os sócios Citigroup e Opportunity, do empresário Daniel Dantas, e fundos de pensão, que eram o último empecilho na BrT, foram resolvidas na sexta-feira da semana passada, quando o acordo foi fechado. A assinatura de um acordo prévio foi feita na sede da Andrade Gutierrez, em Botafogo, no Rio de Janeiro, onde estava montada uma espécie de "quartel general" com as partes envolvidas. Nos últimos dias, os negociadores viraram noites para o acordo ser fechado.
Segundo informou o grupo Oi no mês passado, a compra do controle acionário da Brasil Telecom Participações --controladora da companhia telefônica Brasil Telecom-- poderia custar entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5,2 bilhões. O negócio ainda depende de mudança na legislação do setor --já que atualmente é proibido uma empresa de telefonia fixa comprar outra de diferente área de atuação--, e de aprovação pelos órgãos reguladores. Costa disse esperar uma resposta da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que estuda mudanças no PGO (Plano Geral de Outorgas), para então encaminhar o documento para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá editar um decreto com a mudança.
Com a finalização da compra, o mercado de telefonia no país terá uma nova configuração. A nova Oi pode ter 29,6% do faturamento total das operadoras de telefonia fixa, celulares, banda larga e TV por assinatura, contra 29,9% da Telefônica/Vivo, 20,1% da Claro/ Embratel e 12,1% da TIM. Fonte: Folha de São Paulo
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19h28
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PERNOD RICARD COMPRA VIN & SPIRIT, DONO DA VODCA ABSOLUT

O governo sueco anunciou nesta segunda-feira (31/03) a venda do grupo Vin & Sprit, proprietário da célebre vodca Absolut, à Pernod Ricard por 5,626 bilhões de euros (8,7 bilhões de dólares), ao considerar que a oferta do grupo francês era a melhor. "Por meio de um processo de venda muito rigoroso, fizemos um bom negócio para Vin & Sprit e para a Suécia", afirma o ministro sueco dos Mercados Financeiros, Mats Odell, em um comunicado.
O grupo de bebidas francês, que assim passa a ser o líder mundial na área da vodca de alta qualidade, tinha como rivais três empresas, duas americanas e uma sueca, para a compra da Vin & Sprit, que até agora pertencia totalmente ao Estado sueco. "A Pernod Ricard será uma excelente casa para Vin & Sprit", destaca o comunicado. Os analistas, no entanto, não apontavam a empresa francesa como favorita. Os outros candidatos eram o grupo diversificado americano Fortune Brands, a empresa familiar americana Bacardi e a poderosa holding sueca Investor, que tinha como sócios o fundo EQT e um fundo de pensão do país.
A Pernod Ricard compra a totalidade da Vin & Sprit, com exceção dos 10% que o grupo sueco possui da americana Beam Global Spirits & Wine. A operação será financiada por um crédito com seis bancos internacionais. A Absolut é uma das quatro marcas que superam 10 milhões de caixas vendidas no mundo e é líder entre as bebidas alcoólicas de alta qualidade nos Estados Unidos. No mercado americano destes produtos, o grupo Pernod Ricard passa de quarto a segundo lugar. A vodca sueca complementará a rede de produtos da empresa francesa, que já conta com os uísques Chivas e Ballantine's, o rum Havana Club, o champanhe Mumm, o conhaque Martell e o gim Beefeater. Fonte: AFP
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FRIBOI SE TORNA NA MAIOR EMPRESA DE CARNE BOVINA DO MUNDO

O empresário goiano Joesley Batista, ao assumir, no fim de
Não é apenas a ambição que explica a ascensão de um pequeno açougue de Anápolis, no interior de Goiás, a uma das empresas mais poderosas e globalizadas do país. Por trás desse crescimento vertiginoso está um providencial apoio do governo e dos fundos de pensão das empresas estatais. Boa parte da expansão do Friboi pode ser creditada à participação do BNDESpar, o braço de participações
A expansão no exterior tem razões ainda mais estratégicas do que o óbvio ganho de escala. A compra de frigoríficos internacionais é uma maneira de abrir as portas de mercados estratégicos que, em razão de recentes focos de febre aftosa no país, hoje impõem barreiras sanitárias às exportações brasileiras. Para empresas como Friboi, Marfrig e Bertin, esse é um grande entrave ao crescimento. Com unidades de negócios nos Estados Unidos e na Austrália, o Friboi resolve esse problema de maneira categórica: consegue ter acesso a 50% do mercado mundial que permanece fechado para o Brasil. Ou seja: a partir dessas novas unidades, o Friboi poderá alcançar compradores nos Estados Unidos, no Canadá, na Coréia do Sul e no Japão, entre outros.
Com as aquisições no exterior, o endividamento da companhia atingiu cerca de quatro vezes o lucro antes de impostos, amortizações e depreciações (Ebitda) -- nível considerado altíssimo para empresas do setor. Para efeito de comparação, o endividamento da concorrente Marfrig, que também abriu o capital no ano passado e mantém uma agressiva política de aquisições, é duas vezes e meia o Ebitda. O maior receio dos analistas é que os maus resultados das empresas estrangeiras contaminem a operação do Friboi no Brasil. Os frigoríficos americanos vêm reduzindo as exportações após o registro do primeiro caso da doença da vaca louca nos Estados Unidos, em dezembro de 2003. Aliado a isso, com a crise recente e a retração do consumo de carne no mercado americano, as empresas não conseguem repassar para o consumidor final o aumento do preço da carne. "A dúvida é como o Friboi conseguirá ganhar margem diante dessa situação", diz Rafael Cintra, analista da Link Corretora. Fonte: Portal Exame
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MOTOROLA SE DIVIDE E SEPARA AREA DE CELULARES

A Motorola anunciou na última quarta-feira (26/03) que vai se dividir em duas companhias, para separar a deficitária divisão de celulares do restante do grupo. Com isso, a empresa vai separar a unidade de aparelhos móveis, que fabrica celulares, e o setor de soluções de banda larga e mobilidade, responsável por modens sem fio, conversores de televisão e outros equipamentos.
A decisão, que acontece em meio a intensas críticas do investidor Carl Icahn antes da reunião anual de 5 de maio, pode ser um prenúncio de uma associação para a área de celulares do grupo, segundo analistas.
Os especialistas afirmam que a separação da unidade de celulares, que está perdendo mercado para as rivais Nokia e Samsung Electronics, pode ajudar a Motorola a encontrar um investidor estratégico, como grandes fabricantes asiáticos, que possa estar interessado em conquistar uma parcela maior do mercado norte-americano. Sob pressão de seu segundo maior acionista, Icahn, para melhorar o retorno aos investidores, a Motorola anunciou uma revisão estratégica no final de janeiro, mas nenhum potencial comprador surgiu.
A Motorola, atual terceira maior fabricante de celulares do mundo, informou que a divisão se dará de forma livre de impostos para os acionistas e que espera que seja completada em
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FERRAGAMO COMEMORA SEUS 80 ANOS DE MODA EM XANGAI

Na última sexta-feira (28/03), a marca italiana Ferragamo completou seus 80 anos de história no circuito da moda internacional e comemorou com festas, desfile e exposição bem longe da Itália ou Estados Unidos, palcos de seu sucesso. Por opção da própria família, as celebrações aconteceram em Xangai, maior cidade e mais importante centro financeiro chinês, aos pés do mundo oriental.
"Xangai representa a cultura, representa o passado, mas também o futuro. É o cenário perfeito para o nosso aniversário", disse Ferruccio Ferragamo, um dos cinco filhos do fundador da marca, Salvatore Ferragamo, que hoje gerenciam a empresa.
A marca -- famosa por suas bolsas, vestidos, perfumes e relógios, mas, sobretudo, pela criatividade na elaboração de seus calçados -- escolheu o Museu de Arte Contemporânea da nova Xangai e o novo terminal de cruzeiros internacionais (sobre o rio Huang Pu, com vista para o moderníssimo bairro de Pudong) para realizar a grande festa. Com curadoria de Stefania Ricci e Cristina Morozzi, a mostra organizada especialmente para a ocasião e abrigada pelo museu percorre todas as etapas da história dos Ferragamo, desde a imigração de Salvatore e seus irmãos aos Estados Unidos, até a volta à Itália, para a cidade de Florença (sede da empresa desde a sua fundação, em 1928).
Presente na China há 15 anos e com 31 pontos de venda no país atualmente, a Ferragamo aposta no sucesso longínquo. "Acreditamos que ainda exista espaço para crescer", afirma o filho Ferruccio, bastante confiante. China e Japão representam 50% dos lucros da empresa, que foram de 687,4 milhões de euros em 2007.
Presente na inauguração da mostra e diante da história da marca, o embaixador italiano Riccardo Sessa afirmou que esta é "a criatividade que só a Itália tem".A jornada de comemoração foi concluída em Xangai com um desfile de moda e mais de mil convidados, inaugurando também o novo terminal de cruzeiros sob a cordilheira de arranha-céus que compõem o horizonte da cidade. Fonte: ANSA
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MERCADOS FINANCEIROS EM RETRACAO COM NOVO ANUNCIO DO FED
Novos temores sobre o desempenho da economia americana fizeram os investidores de todo o mundo se retrairem nesta sexta-feira (28/03), e o mesmo ocorreu no mercado brasileiro, exceto com o mercado asiático. A maior alta ficou com a bolsa chinesa de Xangai e a pior perda com a bolsa eletrônica de Nova York, a Nasdaq.
Ásia-Pacífico - Os mercados asiáticos ensaiaram uma recuperação antes do final deste trimestre com os investidores considerando que o impacto na Ásia de uma recessão nos Estados Unidos e da crise global de crédito foram exagerados.
Às 8h04 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exceto Japão tinha alta de 1,15%, em 460,47 pontos. O índice acumula queda de quase 14% este ano e caminha para sua pior queda trimestral em cinco anos e meio por temores sobre a saúde do sistema financeiro global, inflação crescente e perspectivas ruins para os lucros de empresas.
A Bolsa de Tóquio se recuperou ante perda da véspera e subiu 1,7%, a 12.820 pontos. O índice Kospi, de Seul, também teve alta, de 1,5%, ajudada por papéis de tecnologia, como a Samsung Electronics. "A previsão é que o setor de tecnologia anuncie lucros acima do esperado graças a venda de portáteis e LCD", afirmou John Park, analista na Daishin Securities, em Seul.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng disparou 2,74%, a 23.285 pontos. Em contrapartida, a Bolsa de Sydney fechou em leve queda de 0,38%, em 5.351 pontos. Xangai disparou 4,94%, Taiwan avançou 0,22% e Cingapura subiu 0,22%.
Europa - As principais bolsas européias terminaram esta jornada em queda. As ações de empresas petrolíferas influenciaram nesse comportamento com o recuo no preço do petróleo. Em compensação, os papéis de mineradoras foram transacionados com avanço, ajudando a limitar as perdas. O setor financeiro também despertou o interesse dos agentes, que também avaliaram dados econômicos da Europa e dos Estados Unidos, como os gastos e rendas dos consumidores americanos em fevereiro.
Na praça londrina, o FTSE-100 declinou 0,43%, para 5.692,90 pontos. O CAC-40, de Paris, recuou 0,40%, aos 4695,92 pontos. Em Frankfurt, o DAX diminuiu 0,28%, encerrando em 6.559,90 pontos.
Estiveram entre as ações em baixa as da HBOS, Peugeot, Danone, EADS, Basf e Deutsche Telekom. Em sentido contrário, apareceram os papéis da Antofagasta, ArcelorMittal, AXA, France Télécom, Commerzbank e SAP.
Nova York - A Bolsa de Nova York fechou pela terceira sessão consecutiva em baixa nesta sexta-feira, num dia em que os investidores deram mostras de cautela: o Dow Jones cedeu 0,70% e o Nasdaq perdeu 0,86%. O Dow Jones Industrial Average (DJIA) desceu 86,14 pontos chegando a 12.216,32 unidades e o índice de alto componente tecnológico Nasdaq, baixou 19,65 pontos a 2.261,18 unidades.
O Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) informou que injetará mais US$ 100 bilhões no mercado para garantir a liquidez dos bancos. Embora o movimento traga alívio ao setor, acabou interpretado pelo mercado como um sinal de que a crise do crédito imobiliário de alto risco (subprime) ainda está longe de acabar. Com isso, os papéis dos principais bancos ficaram em baixa. Foram os casos, por exemplo, do Citigroup (-4,41%), Merrill Lynch (-4,7%), Washington Mutual (-3,89%) e Lehman Brothers (-2,17%).
São Paulo - a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em baixa em um dia de forte volatilidade. O Ibovespa --principal indicador da Bolsa brasileira-- caiu 0,51%, aos 60.452 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,94 bilhões --bem abaixo da média do ano, de R$ 6 bilhões--, com cerca de 146 mil negócios realizados. O dólar comercial subiu 0,4%, vendido a R$ 1,743.
Para se ter uma idéia da turbulência em que o mercado brasileiro se encontra, o Ibovespa trocou de sinal onze vezes hoje --esteve seis vezes em alta e seis em baixa. O sinal vermelho só se consolidou no meio da tarde, quando o mercado americano deu indicações de que também fecharia no negativo.
As quatro maiores altas entre as ações listadas no Ibovespa são ligadas ao negócio: Brasil Telecom PN (8,52%), Brasil Telecom Participações PN (6,3%), e Telemar PN (6,06%), e Brasil Telecom Participações ON (5,2%). Na outra ponta, os destaques negativos ficaram para a Petrobras (preferenciais perderam 0,68% e ordinárias recuaram 0,23%) e para a Cesp (preferenciais classe B caíram 6,9%).
América Latina – A Bolsa Mexicana de Valores fechou com uma leve alta de 0,34% em seu principal indicador, o Índice de Preços e Cotações (IPC), que alcançou 30.089,90 pontos.
A Bolsa de Valores de Santiago do Chile fechou com uma leve alta de 0,13% em seu principal indicador, o IPSA, que alcançou 2.890,40 pontos. Por sua vez, o IGPA, índice geral local, subiu 0,13%, para 13.382,69 pontos. Já o Inter 10 subiu 0,74%, para 3.007,91.
O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou com uma alta de 0,29%, fixado em 2.089,71 pontos. Liderando as maiores altas, fecharam as ações da Aluar (2,25%), do BBVA Francês (1,67%), do Banco Macro (1,52%) e da Pampa Holding (1,26%). Já entre as maiores baixas, fecharam os títulos da Juan Minetti (3,76%), do Banco Patagônia (3,64%), da Transportadora Gas del Sur (1,75%) e do Banco Hipotecário (1,71%).
A Bolsa de Valores da Colômbia, em Bogotá, fechou praticamente estável, com uma leve alta de 0,07% em seu principal indicador, o IGBC, que alcançou 8.957,74 pontos. Fontes: Valor Online, Reuters, Folha de São Paulo e EFE
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HYPERMARCAS ENCARA MERCADO VOLATIL E PRETENDE LEVANTAR R$ 805 MILHOES COM OFERTA DE ACOES

Enquanto mais de uma dezena de companhias já desistiu ou suspendeu suas ofertas de ações diante das condições adversas de mercado, a Hypermarcas, uma das maiores empresas de bens de consumo do país, decidiu seguir em frente com sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).
De acordo com aviso ao mercado, publicado hoje (28/03), a empresa espera obter cerca de R$ 805 milhões com a venda dos seus papéis. O valor considera a venda da oferta inicial primária de 35.801.080 ações ordinárias, equivalentes a 22,56% do capital, ao preço médio do intervalo previsto para cada papel, que vai de R$
Em caso de exercício dos lotes suplementar, de 15%, e adicional, de 20%, a oferta pode movimentar até R$ 1,184 bilhão, levando em conta o preço máximo projetado.Do total líquido arrecadado, a empresa pretende destinar 60% para aquisição de novas empresas, ativos e marcas e 40% para lançamento de novos produtos e marketing.
No ano passado, a Hypermarcas, dona das marcas Assolan, Etti e Apracur, entre outras, já havia entrado com pedido de registro companhia aberta junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Mas a empresa desistiu da operação após vender, em junho de 2007, 25% do seu capital para investidores mexicanos por US$ 250 milhões. O aumento de capital possibilitou que a Hypermarcas fechasse a compra de 100% da DM Farmacêutica, dona de marcas como Doril, Monange e Engov, por US$ 650 milhões.
Com presença nos segmentos de limpeza, alimentos, cosméticos e medicamentos sem prescrição, a companhia foi criada em fevereiro do ano passado pelo empresário João Alves de Queiroz Filho, também conhecido como Júnior, ex-dono da Arisco. Em menos de um ano, a companhia figura entre os líderes do segmento e o crescimento acelerado se dá por meio de aquisições. Tal estratégia já rendeu problemas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que restringiu os negócios da companhia no segmento de adoçantes. A empresa, que já tinha a marca Finn, incorporou também Adocyl e Zero-Cal ao comprar a DM Farmacêutica.
De acordo com os dados pro-forma do prospecto da operação, a Hypermarcas teve receita líquida de R$ 1,06 bilhão no ano passado, com aumento de 179% sobre as vendas do ano anterior, crescimento motivado principalmente pelas aquisições. Por conta destas compras, que geram um volume expressivo de amortização de ágio, o lucro pro-forma da empresa em 2007 foi de apenas R$ 42,1 milhões, ante prejuízo de R$ 2,9 milhões em 2006. Descontada a amortização, o lucro teria sido de R$ 295 milhões no ano passado e de R$ 13,4 milhões no ano anterior.
O investidor pessoa física interessado em participar da oferta de ações da Hypermarcas deverá fazer seu pedido de reserva entre os dias 4 e 15 de abril. O preço da ação será fixado no dia 16 de abril e os papéis devem estrear no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no dia 18/04. O valor mínimo de investimento será de R$ 3 mil e o máximo de R$ 300 mil. A oferta de varejo deverá compreender de 10% a 15% do volume total da distribuição. Fonte: Valor Online
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LOCALIZA CRESCE E LUCRA SEM REAJUSTAR SUAS TARIFAS HA 10 ANOS

O que acontece com uma empresa que decide congelar a tarifa básica de seu serviço por dez anos, em um país cuja inflação acumulada nesse período beirou os 100%? O que parece uma perigosa contramão das boas práticas administrativas para a maioria do mercado foi a estratégia da Localiza para crescer, ampliar margens e engordar lucros. Desde
Do lado da gestão do negócio, não há mágica na façanha da Localiza. O segredo da sua expansão operacional e financeira é um velho conhecido dos administradores de empresa. “Para compensar a tarifa fixa, a empresa buscou diluir custos por meio do aumento da escala”, afirma Renato Prado, analista de investimentos da Fator Corretora. Os ganhos de escala sustentam toda a operação da Localiza – da compra de veículos em condições mais vantajosas à diluição do custo com funcionários nas agências de locação.
Entre 2004 e 2007, por exemplo, a empresa mais do que dobrou sua frota operacional – os veículos disponíveis para locação, que incluem aqueles em fase de licenciamento ou os postos à venda. Nesse período, a frota saltou de 10.979 unidades para 22.542. A primeira vantagem que a companhia tira do porte que sua operação atingiu é a aquisição de carros a preços melhores. Hoje, a Localiza é a maior compradora individual de veículos do país, negociando diretamente com as montadoras. Somente em
“Sozinha, ela absorve 4% da produção anual da GM e 3% da Fiat”, diz Caio Dias, analista de transportes do Santander. Essa posição lhe garante um grande poder de barganha junto às montadoras. Os descontos atingem até 25%. Além disso, como frotista, a Localiza também tem vantagens tributárias na compra de veículos – o que só amplia as margens.
Produtividade - Adquirir carros em condições vantajosas é apenas o primeiro passo da estratégia da Localiza. O segundo é aumentar a produtividade da frota. Um automóvel permanece, em média, 12 meses com a Localiza, antes de ser vendido. Aí, também está incluído o tempo necessário para o licenciamento do carro e a entrega na agência em que ficará disponível para os clientes. Uma das medidas da empresa foi reduzir esse prazo “ocioso”, liberando o máximo de dias para locação.
A empresa também investiu no aumento da taxa de ocupação da frota. Em quatro anos, conseguiu elevá-la de 60,6% para 70,7%. O primeiro motivo é o próprio congelamento das tarifas. “Em valores reais, a tarifa básica está mais barata”, afirma Prado, da Fator. Entre 1998 e 2007, o IPCA, índice oficial de inflação do Brasil, acumulou uma alta de 90,41%. Isso é o mesmo que dizer que a tarifa básica, hoje, deveria ser de quase 57 reais para acompanhá-la. Assim, ao congelar a tarifa básica e reajustar as demais por índices abaixo dos da inflação, a Localiza aproximou-se de um maior número potencial de clientes. “A Localiza conseguiu, de fato, baratear o aluguel de veículos no país”, afirma Dias, do Santander.
O outro fator que elevou a taxa de ocupação da frota foi a expansão da rede de agências. Nos últimos quatro anos, a rede saltou de 83 para 178 agências próprias. A diversificação dos lugares onde elas são implantadas também ajuda. A empresa investe, cada vez mais, em cidades com vocação para negócios ou turismo, mesmo que não conte com um aeroporto. Em 2004, 47% da receita de locação vinha de agências instaladas em aeroportos. No ano passado, essa proporção caiu para 38%.
Apostar em escala e produtividade fortaleceu o caixa da empresa. No ano passado, a receita líquida de locação atingiu 442,7 milhões de reais – há quatro anos, era de 197,1 milhões. O lucro líquido da área de locação mais do que dobrou também – de 52,3 milhões de reais para 126,9 milhões no mesmo período. E a margem de ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu de 40,1% para 44,5%. Detalhe: entre 2004 e 2007, os combustíveis subiram 29% e o preço médio dos automóveis, 22%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Integração - Os analistas observam que a integração entre as áreas de negócio da Localiza é muito grande, o que permite ganhos de sinergia. A porta de saída dos veículos comprados é a revendedora de semi-novos da empresa. Essa divisão gerou, no ano passado, 687 milhões de reais em receita líquida, o que elevou a receita total da empresa a 1,129 bilhão de reais.
Embora contribua com mais receita que a divisão de locação, as margens envolvidas no negócio são menores. Ao conseguir descontos generosos das montadoras, a Localiza consegue revender os veículos ainda com uma pequena margem de cerca de 5%.
Ações - A Localiza foi uma das estrelas da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nos dois primeiros anos de operação. Em 2005, quando abriu o capital e foi listada no pregão, viu suas ações (RENT3) acumularem alta de 149%, ante os 38% do Ibovespa, principal indicador para o mercado brasileiro. No ano seguinte, um novo salto: 124%, contra 33% do Ibovespa.
No ano passado, porém, as ações da empresa ficaram bem para trás. Enquanto o Ibovespa subiu 44%, as ações da Localiza perderam 12% do valor. Apresentando um resultado operacional positivo, a queda das ações é atribuída pelos analistas a dois fatores. O primeiro é a própria crise das hipotecas americanas, que levou os investidores a buscarem ativos mais seguros e, de quebra, embolsarem algum lucro vendendo os papéis da Localiza após dois anos de forte alta. O segundo foi o apagão aéreo. Como uma boa parcela da receita da empresa vem de locadoras instaladas em aeroportos, parte dos investidores temeu que a queda do número de passageiros refletisse em menos clientes para os veículos da Localiza.
A deterioração dos papéis continua nos primeiros meses de 2008. De 2 de janeiro, primeiro pregão do ano, até esta segunda-feira (24/3), as ações acumulam uma perda de 10,5%, desta vez pressionados pela crise americana, que empurra a Bovespa para baixo. Fonte: Portal Exame
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BIOCOMBUSTIVEIS ENCARECEM ALIMENTOS, DIZ REVISTA TIME

Reportagem publicada na edição de abril da revista norte-americana Time critica a indústria de biocombustíveis brasileira e aponta seus impactos ambientais e econômicos. O texto toca em um assunto que já não é novidade em território nacional: o cultivo de matéria-prima para essa produção compete com a agricultura alimentar, resultando em encarecimentos acentuados da comida.
"Uma explosão na demanda por esses combustíveis fez com que os preços das colheitas atingissem altas recordes, que estimula uma dramática expansão da agricultura brasileira que, por sua vez, invade a Amazônia em um nível alarmante", afirmou a matéria.
Maior inflação - O comportamento brasileiro ganha cada vez mais repercussão no mercado internacional. No fim de semana passado, por exemplo, o presidente da Nestlé, Peter Brabeck, afirmou ao jornal britânico Financial Times que a indústria alimentícia terá de competir com a produção de biocombustíveis. "Não encontraremos água suficiente para produzir todo o necessário. Haverá uma luta feroz por terra cultivável", afirmou.
"Os hábitos de consumo nos países emergentes não vão se reverter", afirmou, adicionando que enquanto espera que os preços globais de alimentos não se alterem neste ano, a tendência mais aparente é que eles continuem subindo. "Acho que teremos que viver com maior inflação dos alimentos", acrescentou.
Números - Segundo a Time, por conta da escalada do petróleo, biocombustíveis se tornaram a vanguarda da revolução tecnológica verde. Os Estados Unidos, por exemplo, quintuplicaram sua produção de etanol na última década.
Investimentos mundiais em biocombustíveis subiram de R$ 5 bilhões em 1995 para R$ 38 bilhões em 2005, sendo esperados R$ 100 bilhões até 2010. "Mas estudos recentes mostram que esse boom está fazendo exatamente o contrário: está acelerando o aquecimento global, prejudicando o mundo em vez de salvá-lo", continuou a reportagem.
Fatos - No ano passado, o preço dos alimentos subiu, em média, 10% no âmbito do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Apenas para se ter uma idéia, a variação foi significativa em relação à inflação geral, de 4,46%.
Segundo a Abrace (Associação Brasileira dos Cerealistas), de janeiro a novembro último, o preço do quilo do feijão aumentou, em média, mais de três vezes (250%): de R$ 2 para R$ 7 no intervalo de tempo. O comportamento seria motivado pelo aumento da área destinada ao plantio de cana-de-açúcar, em detrimento ao grão.
"Os agricultores preferiram plantar cana. Com isso, a área plantada do feijão diminuiu em 70% no último ano", explicou à época o presidente da entidade, Manuel da Costa Pereira. Conforme a Abrace, em 2006 foram cultivadas 3,4 milhões de toneladas de feijão. Em 2007, estimativas apontavam para R$ 2,4 milhões de toneladas. A cana, por sua vez, passou de R$ 373 milhões de toneladas para R$ 425 milhões de toneladas.
De acordo com a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), a safra 2007/2008 teve caráter alcooleiro, com uma produção de etanol estimada em 19,7 bilhões de litros - um incremento de 3,7 bilhões de litros em relação à safra anterior. O mix de produção estimado ficou em 55,3%, para álcool, e 44,7%, para açúcar. Fonte: InfoMoney
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WHIRLPOOL TRAZ MARCA DE ELETRODOMESTICOS DE LUXO

A Whirlpool, maior fabricante de eletrodomésticos do mundo e detentora das marcas Brastemp e Consul no Brasil, lança sua primeira marca global de eletrodomésticos no país: a KitchenAid, que atuará com produtos super premium, voltados para o segmento de luxo. A marca foi lançada nos Estados Unidos, há quase 100 anos.
A Whirlpool aposta na ampliação do mercado voltado para consumidores de classe AAA, que começou a se expandir com força no Brasil a partir dos anos 90 e, em 2007, girou cerca de US$ 4 bilhões, um crescimento de 32% comparado ao ano anterior. A linha será composta por produtos importados da Europa e dos Estados Unidos adaptados às normas brasileiras.
“Vamos atuar com uma solução completa em cozinha, com todos os utensílios, portáteis e eletrodomésticos alinhados”, diz Jerome Cadier, diretor de Marketing da Whirlpool para a marca KitchenAid.
Os produtos já podem ser encontrados na Kitchens, rede especializada em cozinhas planejadas de alto padrão, em sua loja na Rua Gabriel Monteiro da Silva, no Bairro dos Jardins,
Os produtos da marca serão comercializados nas seguintes regiões: estado de São Paulo, estado do Rio de Janeiro, Grande Salvador, Grande Belo Horizonte, Grande Curitiba e Porto Alegre. A Whirlpool também está em processo de negociação com algumas redes especializadas em presentes e em móveis planejados para a comercialização de seus produtos. Fonte: Canal Executivo
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PARMALAT VENDERA SORVETES EM SUPERMERCADOS

A companhia de alimentos Parmalat vai aumentar o seu portfólio de produtos. Até o final de abril, a empresa começará a vender potes de sorvete em 90 pontos de venda de São Paulo e do Rio de Janeiro, como supermercados e empórios. O produto, a ser oferecido em embalagens de 500 ml e com preço sugerido de 16 reais, deverá concorrer, inicialmente, com as marcas mais sofisticadas do segmento, como o Häagen-Dazs. Hoje, a Parmalat vende sorvetes apenas através de uma franquia de lojas especializadas chamadas “Gelateria Parmalat”.
Segundo um analista de mercado ouvido por EXAME, o lançamento faz parte de uma estratégia da Parmalat para aumentar sua lucratividade. “A empresa está realizando sua expansão através de novos produtos com maior valor agregado e, conseqüentemente, maior margem de lucro”, diz. Hoje, cerca de metade do faturamento da companhia vem do leite UHT, um dos produtos alimentícios com menor margem. Desde o final do ano passado, a Parmalat adquiriu duas empresas – a Só-Nata e a Ibituruna – que aumentaram sua participação de mercado em produtos como manteiga, creme de leite e queijo. Fonte: Portal Exame
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APPLE BUSCA INCENTIVOS PARA FABRICAR IPHONE NO BRASIL

O Brasil nunca foi um mercado estratégico para os produtos da Apple. Alta carga tributária, mercado ilegal de PCs beirando 45% das vendas e as estonteantes taxas de contrabando de MP3 players — estima-se que 90% dos iPods vendidos no país sejam importados ilegalmente — nunca permitiram que o país aparecesse no radar de Steve Jobs. A própria Apple nunca se empenhou para isso e parecia não se importar de estar entre poucos e privilegiados brasileiros. Tanto é que mantém até hoje menos de dez funcionários contratados no escritório local, representante de modesto 0,1% do faturamento mundial – ou cerca de 24 milhões de dólares dos quase 24 bilhões de dólares conquistados globalmente em 2007. Mas a condição de lanterna na lista de prioridades da Apple está próxima de mudar para o Brasil. O potencial do mercado brasileiro de absorção de celulares de alta tecnologia despertou o interesse da empresa, que sondou o governo federal para conseguir incentivos fiscais e eventualmente produzir por aqui um de seus produtos mais cobiçados: o iPhone.
A primeira aproximação aconteceu em dezembro, quando a empresa enviou sua gerente-sênior de assuntos governamentais para a América Latina, Susan Cronin, diretamente a Brasília. Ela se reuniu com representantes da Presidência da República, da Casa Civil, e dos ministérios da Fazenda e das Comunicações, na tentativa de obter vantagens fiscais semelhantes às de que desfrutam os fabricantes de computadores. “A Apple sondou incentivos de importação para trazer o iPhone mais barato ao país e chegou até a oferecer como contrapartida o investimento de 5% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento, como fazem as empresas beneficiadas pela Lei de Informática. Mas o governo não deu sinal positivo porque não teria como justificar a concessão para uma empresa que não produz aqui”, revelou um dos participantes da negociação, que pediu para não ser identificado. Cronin não conseguiu nenhum avanço significativo na primeira visita, mas prometeu voltar.
Essa negativa inicial do governo brasileiro não significa que a Apple tenha desistido, muito pelo contrário. Por trás da estratégia que busca colocar o Brasil na rota estratégica mundial da empresa está Carlos DeVries, nomeado gerente geral da empresa na América Latina em março do ano passado. O executivo — escolhido pela experiência na Palm, onde coordenou o fortalecimento das operações regionais — está empenhado em fazer com que a Apple deixe o perfil discreto de atuação na região e encontre no Brasil uma de suas principais oportunidades. Para montar seu time de ataque ao varejo, DeVries trouxe outros dois executivos da ex-empresa: Alexandre Szapiro, hoje gerente geral da Apple no Brasil e Rodrigo Tozzi, para a gerência de marketing. Szapiro já havia estruturado a Palm para produzir equipamentos por aqui (a manufatura era terceirizada com a Celéstica), e seu principal objetivo seria replicar o trabalho também na Apple.
Segundo executivos ligados aos profissionais, DeVries vendeu pessoalmente na matriz, em Cupertino, a idéia de que a Apple deveria adotar a fabricação terceirizada no Brasil. Mas a falta de escala para os produtos da marca e os altos investimentos necessários para a produção local fizeram o conselho titubear quanto à aprovação do plano. A estratégia, então, foi dividir a estratégia de entrada no Brasil em duas partes: primeiro, a Apple tenta ganhar participação no mercado brasileiro com o lançamento do iPhone em parceria com uma operadora, como tem feito em todo o mundo. Caso o volume fosse alto o suficiente — as estimativas são de 80 000 aparelhos por mês, ou quase 1 milhão de unidades em um ano —, começariam os planos concretos para a fabricação no país. Informações preliminares sobre a produção local a Apple já tem. Também em dezembro, seus executivos locais visitaram a Flextronics, em Sorocaba, e sondaram a Celéstica.
O ponto essencial dessa estratégia, claro, é lançar o iPhone no Brasil. A Apple só vende os aparelhos em parcerias exclusivas com operadoras. O nome da Vivo, do grupo Telefonica, é o mais mencionado nos bastidores das empresas de telecomunicações. A especulação — e por enquanto não se trata de nada mais que isso — tem algum sentido quando se sabe que a O2, parceira britânica da Apple, também pertence à Telefônica. Outro possível fator que pode despertar o interesse da Apple é o tamanho do mercado brasileiro, o sexto maior do mundo, segundo a União Internacional das Telecomunicações. O mais recente lançamento do iPhone aconteceu na Áustria, no dia 13 de março. Em abril, devem começar as vendas na Irlanda. Combinadas, as populações dos dois países são de pouco mais de 12 milhões de pessoas — apenas um décimo do mercado brasileiro de telefones móveis.
Mas o iPhone é um aparelho sofisticado, que só alcançaria o topo da pirâmide dos consumidores. Uma venda de 1 milhão de unidades em um ano significaria abocanhar metade do mercado do país para aparelhos de alta tecnologia: em 2007, foram vendidos 2,2 milhões de smartphones no país. Calcula-se que um iPhone importado chegue custando cerca de 1 000 reais, sem contar aí um obrigatório plano de dados e um compromisso de fidelidade com a operadora de um ano, no mínimo. Caso o volume inicial se confirme e a Apple decida produzir o aparelho por aqui, com incentivos fiscais, o preço poderia cair dramaticamente, pois a cascata de impostos sobre esse tipo de importado chega a 67% dos valores cobrados no varejo.
A estruturação de uma fábrica local agrada muito aos integrantes do governo, sobretudo em virtude da possibilidade de geração de empregos e transferência de tecnologia. “Seria muito importante para o país uma parceria com uma empresa local de manufatura, já que o acordo significaria investimentos significativos também em pesquisa em desenvolvimento”, diz o deputado Julio Semeghini (PSDB-SP). Até hoje a Apple já vendeu 3,7 milhões de iPhones no mundo. A empresa foi procurada por EXAME, mas não quis se pronunciar. Caso a estratégia prevista pelas operadoras de telefonia celular dê certo, a Apple não terá porque se decepcionar e poderá ainda mais engordar esses números. E o Brasil, poderá, enfim, deixar a condição de patinho feio. Fonte: Portal Exame
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OS INVESTIDORES APOSTAM NA ALTA DA SELIC E DO DOLAR, DIZ PESQUISA
A pesquisa informal lançada pela Casa na última quinta, 20/03, demonstrou que os leitores estão bem-atentos e muito conservadores quando o assunto é investimento pessoal e, de quebra, apostam na alta da Taxa Selic e do Câmbio.
Isto porque, para 40% dos entrevistados, em tempos de fortes oscilações no mercado acionário, eles preferem os quase conservadores Fundos de Renda Fixa e Fundos DI. Sabemos que estes fundos tendem a capitar mais investidores à medida que o COPOM (Comitê de Política Monetária) tende a aumentar a Taxa Básica de Juros, a Selic, porque grande parte da sua remuneração vem da compra de títulos públicos e privados que a ela estão atrelados. Quanto maior a taxa, maior será a remuneração em detrimento ao mercado acionário.
Já para 30%, a saída para ter um ganho a mais e, conseqüentemente, um “porto seguro” seria a Compra de Dólares Americanos. Este grupo aposta nas medidas que o Governo Brasileiro implantará para conter a valorização do real e, com isto, estimular as exportações.
Igualmente outros 30% preferem a cômoda, boa e velha Caderneta de Poupança para destinar suas economias e não ter dor de cabeça com o sobe e desce das taxas de juros, do câmbio ou, pior, arcar com as altas taxas administrativas.
Agradeço a todos os que participaram desta pesquisa interativa. Aproveito para convidar você a participar da pesquisa desta semana, que aborda o financiamento de veículos, assunto que deu o que falar para o Ministro Guido Mantega. O resultado desta sairá na próxima quinta, 03/04.
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ACOES DE TECNOLOGIA E DE BANCOS DERRUBAM AS BOLSAS
Quinta-feira nervosa para os mercados financeiros internacionais. As ações de empresas como Oracle e Sony derrubaram as bolsas da Ásia e dos EUA, levando consigo a América Latina. O melhor desempenho foi da bolsa alemã de Frankfurt e o pior ficou com a chinesa Xangai, que desabou ao final do pregão.
Ásia-Pacífico- Grande parte das bolsas asiáticas terminaram em baixa nesta jornada. Nos negócios, persistiu a preocupação com a saúde econômica dos Estados Unidos e com os problemas nos mercados financeiros internacionais. As ações de bancos e de empresas voltadas para a exportação chamaram a atenção nesta quinta-feira (27/03).
Em Tóquio, o Nikkei 225 recuou 0,80%, para 12.604,58 pontos. O Kospi, de Seul, diminuiu 0,20%, aos 1.676,24 pontos. Em Xangai, o Shanghai Composite declinou 5,42%, ficando em 3.411,49 pontos, a baixa mais expressiva
O índice MSCI Asia Pacific, que reúne os principais mercados da região Ásia-Pacífico menos o Japão, caiu 0,9% e, a 140,10. Especulações sobre o limite de crédito nos Estados Unidos empurrou para um avanço de 5,3% na semana.
Europa- As principais bolsas européias fecharam em alta, em contraste com o movimento dos mercados nos Estados Unidos, onde as principais bolsas caminham para mais um dia de baixa. Indicadores econômicos positivos na Europa trouxeram conforto aos investidores da região. Hoje, por exemplo, foi divulgado que o índice de confiança do consumidor alemão subiu a 4,6 em março, mais que os 4,5 previstos por analistas.
Em Londres, o índice FTSE-100 encerrou com alta de 1,01%, a 5.717,50 pontos. As ações dos setores financeiro e de mineração destacaram-se
Dia positivo também em Paris, onde índice CAC-40 fechou acima dos 4.700 pontos pela primeira vez desde 5 de março, com os ganhos de 0,92%, a 4.719,53 pontos. Em Frankfurt, a queda nos prêmios de risco levou o índice DAX-
O índice Ibex, da Bolsa de Madri, subiu 1,01%, a 13.537,90 pontos. As ações da companhia de energia Endesa avançaram 6,5%. A companhia deve anunciar ainda hoje a venda de alguns ativos para a alemã E.On. Em Lisboa, o índice PSI fechou com ganhos de 0,54%, a 10.466,01 pontos. As ações da Teixeira Duarte subiram 11% e lideraram a alta.
Nova York - A Bolsa de Nova York fechou em queda de de 0,97% no Dow Jones Industrial e de 1,87% no Nasdaq, após uma sessão muito volátil, marcada pela queda das ações das empresas de tecnologia, depois da divulgação do balanço da Oracle. Segundo os dados disponíveis no fechamento, o Dow Jones Industrial, índice mais importante de Wall Street, perdeu 120 pontos (0,97%), para se situar em 12.302,86 pontos.
O mercado Nasdaq, que cota grande parte das empresas de tecnologia e internet, perdeu 45,53 pontos (1,87%), fechando a 2.280,83 pontos. O seletivo S&P 500, que mede o rendimento das 500 principais empresas que cotam na Bolsa de Nova York, retrocedeu 15,26 pontos (1,14%), até os 1.325,87 pontos.
São Paulo – a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou nesta quinta-feira com perdas, em linha com o mercado americano, devido à perspectiva de alta na taxa básica de juros, a Selic.
O Ibovespa --principal indicador da Bolsa brasileira -- recuou 1,06%, aos 60.761 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,32 bilhões --bem abaixo da média diária do ano, de R$ 6 bilhões-- e cerca de 166 mil negócios realizados. Já o dólar comercial fechou com alta de 0,52%, vendido a R$ 1,736.
No relatório de inflação do BC, divulgado pela manhã, o órgão revisou para cima sua previsão para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) para 4,6%. O índice fica, portanto, acima da meta de inflação do BC para o ano, que é de 4,5%. "O fato assustou o mercado, que passou a dar como certo o aumento da taxa de juros para conter a inflação", explica Alessandra Ribeiro, analista da Tendências Consultoria.
O sinal da Bovespa inverteu de vez após o diretor de Política Econômica do Banco Central, Mário Mesquita, afirmar que os bancos centrais têm que atuar de forma preventiva no que diz respeito à inflação --uma defesa clara do aumento dos juros. "Foi como jogar mais lenha na fogueira", disse Alessandra. O resultado foi a queda do preço das ações de empresas voltadas ao mercado interno --que tendem a sofrer mais com o aumento da taxa de juros.
América Latina - O principal índice da Bolsa Mexicana de Valores (BMV), o Índice de Preços e Cotações (IPC), fechou hoje em queda de 0,23%, a 29.987,05 pontos.